23 de mar de 2019

E a Bettina se deu mal

'Olá, meu nome é Bettina...' assim começava um vídeo da empresa Empiricus, onde uma jovem contava como, aos 22 anos de idade, já havia acumulado mais de R$ 1 milhão na sua conta, o que é um tanto inusitado, se levarmos em consideração que o marketing sugeria que o acúmulo desse milhão teria se dado pela forma inteligente como ela havia investido, inicialmente, R$ 1500, que acabou resultando nesse montante.

A propaganda rodou direto no youtube a ponto de se tornar um dos assuntos mais comentados no twitter, porque o povo já não aguentava mais ouvir a tal da Bettina. E a moça foi além da internet indo parar na rádio Jovem Pan e também no Programa do Danilo Gentili, no SBT, sustentando a ideia de alguém bem sucedida por méritos próprios e não por herança ou qualquer outro tipo de facilitador.

A gente sabe, na verdade, que isso é um marketing, e dos mais agressivos, lançado pela Empiricus, mas nem todo mundo tem a obrigação de saber que, na verdade, a Bettina é apenas uma funcionária da empresa e estava fazendo o seu papel.

Moral da história é que o Conar, que é um Conselho de autorregulamentação de peças publicitárias, resolveu abrir uma representação contra a Empiricus em face desse vídeo da Bettina e outros semelhantes, a partir de denúncias de vários consumidores que questionaram a veracidade das afirmações dos vídeos, que prometiam alta rentabilidade para investimentos financeiros sugeridos nessas peças publicitárias.

O bom da história é que se você assim como eu, costuma visitar  o Youtube com certa frequência, e não dispõe da versão premium, não terá que ficar ouvindo mais, a toda hora, "olá, meu nome é Bettina..."

É isso aí!

18 de mar de 2019

Protagonistas, somos nós

As pessoas podem ter uma certa importância na vida da gente, mas elas não podem ser o centro do nosso universo, porque quem vive para os outros, acaba esquecendo de si, e é aí que mora o problema. Mas como no fundo do poço sempre tem mola, bateu lá embaixo, já volta se amando, se valorizando e dando Foda-se pro mundo! E aí sabe o que acontece? Tudo começa a melhorar! É a regra da vida!

Eu sou única (graças a Deus). Você também é uma pessoa única, evidente! Se somos únicos nesse planeta, não dá para a gente se deixar levar pela opinião dos outros ou pelo o que eles tentam nos enfiar na cabeça. Ninguém pode ter o poder de nos diminuir, de nos colocar pra baixo, a não ser que seja com a nossa permissão.

Como é que anda esse coraçãozinho aí - batendo por bater, apaixonado pela vida ou acelerando por alguém? Estar apaixonado pela vida deve (ou pelo menos deveria) ser uma constante de todo ser humano; aquela aceleradinha no coração é tudo de bom, não é verdade? Bater por bater é importante, porque senão a gente morre, mas só isso torna a vida tão sem sal...

O importante é que nos lembremos sempre que, quando queremos que a nossa vida melhore, nós precisamos, primeiro, melhorarmos o que acontece dentro de nós! Ou seja, se as coisas não estão legais na nossa vida é preciso tirar um tempo, reorganizar as ideias e tomar outro rumo, afinal, quem faz sempre a mesma coisa, não pode esperar resultado diferente, não é mesmo?

É de extrema relevância que consideremos também que nós somos 100% responsáveis pelas nossas vitórias e pelos nossos fracassos, ninguém mais!

Tem gente que aposta tudo no mozão, como se o mozão é que tivesse a chave da sua felicidade. Não tem! Isso é ilusão! A chave da felicidade está dentro da gente e se vamos encontrá-la ou não, vai depender única e exclusivamente da gente parar para prestar atenção nas nossas carências, nas nossas necessidades e nas nossas metas de vida. Os outros são os outros!

Enfim, as pessoas podem ter muita importância na vida da gente, mas elas serão sempre coadjuvantes, protagonistas, jamais! Protagonistas, somos nós!

Um abração!

16 de mar de 2019

Conforto emocional, cada um busca o seu!

A gente não tem provas concretas, físicas, de nada (em termos de religião, de temas esotéricos), mas de modo subjetivo, nós acreditamos em algo ou alguém, com base naquilo que nos é apresentado e, a partir de então, é que nos aprofundamos ou não em determinado dogma em busca do religare (conexão com Deus).

Não adianta a pessoa ir para a igreja, ou para um terreiro, 4, 5 vezes por semana e sair dali se achando no direito de apontar o dedo na cara dos outros e dizer o que é certo e o que é errado. A gente sabe que tem muita gente que faz isso. E fazendo isso, elas só demonstram que não estão aprendendo sobre o que buscam, ou seja, o religare!

Tem muita coisa da qual eu não acredito, mas não tenho a pretensão de mudar o pensamento de ninguém, por isso, posso dizer que me relaciono bem com pessoas que seguem qualquer religião, que creem nos que elas quiserem. Eu, não invadindo o espaço das pessoas, nem elas invadindo o meu espaço, tá tudo certo!

Enfim, rotular os outros com base no que acreditam é muito chato. Cada um tem o seu modo de buscar o conforto emocional que mais se adequa ao seu dia a dia, sua realidade ou a sua dor. A gente tem que aceitar as pessoas e respeitá-las pelo o que elas são e não pelo modo que nós gostaríamos que elas fossem, não é verdade?

O mundo anda tão intolerante, porque as pessoas querem seguidores e ponto! E isso parece que  não está dando muito certo!

Um abração!

13 de mar de 2019

Suzano: Faça uma oração!

Hoje pela manhã, eu estava envolvida com a poeira que está por todos os lugares da casa e, portanto, deixei a TV ligada, ouvi algo sobre Suzano, mas só me dei conta da tragédia ocorrida na escola, que vitimou uma funcionária e alguns alunos da unidade, agora na parte da noite, quando pude ver algumas imagens, algumas reportagens, algumas opiniões também, enfim.


E em suma, meu caro (a) amigo (a), eu sinceramente não sei se a questão em pauta no dia de hoje passa pela discussão da posse de arma, Bolsonaro, pela questão das drogas (pois parece que a mãe de um dos assassinos é usuária de drogas e o rapaz foi criado pelos avós) ou se passa pela questão da valorização da vida, que está totalmente banalizada, entende!

Os rapazes tiveram tempo para tramarem a situação, estudaram estratégias, demandaram tempo pensando no que fariam e como fariam e, pelo que parece, só chamaram a atenção do tio de um deles que, mesmo assim, ficou sabendo da história aos 45 do segundo tempo, e por isso foi morto antes deles chegarem ao colégio para cometerem esse massacre, essa coisa medonha.

A gente nunca vai saber o que realmente se passou na cabeça desses assassinos, mas uma coisa é certa: Faltou Deus no coração! Sim, porque quando alguém banaliza a vida dos outros, e a sua própria, é porque ela está completamente desconectada de si - deixa a motivação, a esperança ou qualquer pensamento positivo de lado, para dar lugar ao ódio, à raiva e a sentimentos negativos. E o que é pior: Pessoas distantes de si mesmas acabam por prejudicar inocentes, como no ocorrido.

Portanto, nesse momento, eu me limito a pedir a Deus que conforte o coração daqueles que perderam seus entes. Meu Deus, que dor! E aqui, eu estendo as minhas condolências aos familiares dos assassinos também, porque não tendo nada a ver com isso, vão carregar um fardo pesadíssimo pelo resto da vida.

Nós temos que pedir a Deus (Jeová, Oxalá, Luiz Divina...) todos os dias, para nos fortalecer, aumentar a nossa fé e não permitir que a gente jamais perca a capacidade de valorizarmos o bem mais precioso, da gente e do próximo, que é a vida! Fiquemos sempre no positivo, portanto!

Faça uma oração! Por você e pelo seu próximo!

É isso!

Um abração!

9 de mar de 2019

Cinco coisas que me irritam

Eu já fui a mãe da paciência. Hoje, eu posso dizer que sou uma pessoa paciente, mas amanhã, eu já não sei o que será que será! No entanto, há coisas que me deixam um pouco irritada, o que não quer dizer que eu vá sair por aí arranjando confusão, mas me deixam menos tolerante.

Cinco coisas que me irritam:

. O verbo achar. Quem acha é porque não sabe de nada. Usar o verbo achar não chega a ser crime, eu também o uso, mas com moderação. Irritante é a pessoa que acha aquilo, acha isso, e não tem certeza de nada sobre tema algum. Pior ainda é quando a criatura acha alguma coisa de outra pessoa, sem ao menos verificar se 'a vítima' em questão merece o rótulo ou não.

. Hipocrisia. Meu Deus do céu! Às vezes, eu abro o facebook só pra ler os posts que vão passando na minha frente, e me deparo com cada coisa! É de cair o queixo! Tem também o caso de dois políticos que, em tese, se odiavam. Um fala mal do outro pelas esquinas da vida,  na internet... às vezes eles se 'bicavam'... E não é que um dia eu vi os dois juntinhos, feito dois compadres, na tv se elogiando!!!! Me deu nojo! Tolerar alguém é uma coisa, mas ficar de falsidade, ninguém merece!

. Futilidade. Eu não sei como funciona o cérebro de quem só pensa em roupa de marca, em marca de carro, em baladinha, em celulite... essas coisas! Nós, mulheres, costumamos ser mais fúteis que os homens, infelizmente, por isso, ao longo da minha vida, as minhas amizades sempre foram com o sexo masculino, porque eu não tenho paciência para quem não tem o mínimo de conteúdo. Passar por essa vida sem ter nada que oferecer ao próximo é muito triste!

. Quem fala gritando. Não precisa, né? Manter uma conversa no volume 3, 4, 5,ok. Quando alguém começa a falar comigo num tom de voz muito alto, eu me desligo automaticamente e me teletransporto pra Nárnia!

. Falar comigo logo que eu acordo. Quando eu acordo, eu preciso de um tempo para me conectar a esse planeta. Aliás, o Zé também é assim (que bom!). Não adianta me bombardear de informação, falar um monte de coisas, logo que eu acordo, porque eu não assimilo, não respondo, enfim. Eu começo a despertar pra vida, geralmente, depois de uma xícara de café. Sempre foi assim, desde que me entendo por gente! Só a ciência pra explicar!

Enfim, coisas que nos irritam no dia a dia não faltam, não é mesmo?

E você, já parou para pensar no que te irrita? De vez em quando é bom olhar pra dentro!

É isso!

Um abração!

6 de mar de 2019

Palavrão

A saudosa Dercy Gonçalves descobriu no palavrão uma forma de se destacar, que acabou contribuindo para que ela ficasse em evidência até o último dos seus dias. A verdade é essa! Creio mesmo que se ela se comportasse feito uma daminha da arte, ela teria caído no ostracismo rapidinho. O Brasil valoriza muito pouco a sua prata da casa. Para a Dercy, o palavrão funcionava como ferramenta de trabalho.

Eu tive um professor de retórica, que dizia que o palavrão é  a expressão mais sincera do indivíduo, ou seja, quando a pessoa dá uma topada na pedra e solta um puta que pariu, ela descarrega naquele momento toda a sua raiva, que até contribui no alívio da dor. Dá pra imaginar alguém dando uma topada na pedra e dizendo ai, meu Deus! Não dá!

Jô Soares cansa de dizer em suas entrevistas que o palavrão está na maldade de quem ouve, não de quem fala.

Danuza Leão, em suas dicas de etiqueta, sempre defende que o palavrão pode soar como música ou grosseria, dependendo de como ele é colocado. Na boca de uns soa como música, na boca de outros soa como baixaria.

O ato de falar palavrão não nos torna uma pessoa vulgar, desde que a gente saiba empregá-lo dentro de um contexto, o que é bem diferente daquelas criaturas que, numa frase de 8 palavras usam 10 palavrões, entende?

Na minha vida prática, eu falo palavrão sem dó, nem piedade. Agora, na internet, é muito difícil eu postar um palavrão, porque eu não encontro na escrita, na maioria das vezes, a emoção que um palavrão bem dado pede. Também evito falar palavrão diante de autoridades e pessoas mais velhas, pela questão da formalidade. Para se falar um palavrão, a gente tem que estar bem à vontade, não é mesmo?

Enfim, as pessoas dizem muito mais sobre elas quando não falam nada, não é verdade? As que falam palavrão, também! Como eu comentei antes, tem que saber colocá-lo, usá-lo no momento certo!

Agora, um foda-se bem dado será libertador... sempre!

Um abração!

4 de mar de 2019

O batuque,a poeira, muita paciência e bom humor

Já faz um bom tempo que eu só entro no clima do carnaval a nível virtual, ou seja, acompanho a festa ou pela TV ou pela internet. Tô reclamando? Não! Eu gosto mesmo de acompanhar o carnaval dessa maneira. Se eu morasse no centro da cidade, onde tem a principal avenida como passarela do samba, talvez eu até daria uma voltinha na rua à tarde para conferir a animação do povo, e só, mas não é o caso.

Eu sei que tem muita gente que mora bem mais longe que eu, do centro, e ainda assim participa da festa. Problema dessas pessoas! Hoje, pra sair de casa, eu e o Zé teríamos que enfrentar trânsito engarrafado, sem contar a bagunça geral de fecha rua aqui, tem que dar a volta lá não sei onde, seria  um saco e uma dor de cabeça sem necessidade.

Eu nasci e fui criada no centro da cidade, onde não era necessário carro pra nada. Esse negócio de ter que ter carro pra comprar um fósforo, e achar legal, é coisa de carioca, como é o caso do meu marido. O Rio é uma cidade onde o 'logo ali' são 2, 3 km à frente. Em cidade menor, o 'logo ali' é na esquina mesmo. Nesse sentido, só de pensar que pra sair, a gente tem que enfrentar uma maratona, eu prefiro mil vezes ficar em casa. De coração!

A gente tem que estar bem com a gente mesmo, para que possamos ter prazer em fazer determinadas coisas. Estar em casa nessa época, pra mim, nos dias de hoje, é um prazer, o que pra muitos poderia ser uma tortura. Mas tudo é questão de ponto de vista, não é mesmo? 

Bom, mas esse ano, eu não fiquei de fora do batuque, não! O Zé resolveu transformar o quartinho de empregada em uma dispensa, e pra isso mandou abrir uma porta na cozinha. Fazer um buraco na parede para se colocar uma porta parece algo simples, até pensamos que fosse, mas lá se vai um mês de bagunça e poeira dentro de casa. Tá tudo fora do lugar!

Mas é isso aí! Tudo vem para o bem! Se hoje as coisas está meio bagunçadas, amanhã tudo estará no seu lugar, graças a Deus, como diria Benito di Paula, meu conterrâneo! O negócio é manter a paciência e o bom humor!

É isso!

Um abração!

3 de mar de 2019

Há muitos deprimidos por aí por não saberem em qual mundo vivem

É o tal negócio, a internet de cada um é de cada um! Quem paga a sua própria internet, posta o que quiser, não é verdade? (Desde que dentro do bom senso, óbvio). Mas nada impede que a gente não possa dar uma comentadinha, ainda mais em se tratando de posts públicos no facebook, por exemplo.

Há muito tempo eu não via esse assunto por aí (ainda mais que está bem batido), mas eis que apareceu um 'consultor' na tv para dar dicas de como se comportar nas redes sociais. E aí eu cheguei a comentar com o Zé: Será que a essa altura do campeonato ainda é necessário? Por incrível que pareça, é!

Eu acredito que o zelo pela imagem vai além do fato da pessoa estar ou não em busca de um emprego, por exemplo. Às vezes, as pessoas tentam passar uma imagem que não casa com a realidade dela, como no caso de uma jovem senhora que posta a todo instante que ama a profissão, que dorme e acorda com um livro da sua área de atuação, na cabeceira; que pretendia passar o feriadão de carnaval estudando para se aperfeiçoar; mas aí a gente vai tentar ler um post da criatura e se depara com erros de pontuação grosseiros, com palavras escritas de forma errada, enfim... que nos leva à conclusão de que a última coisa que a figura põe a mão é num livro. Ou seja, tenta passar uma imagem de intelectual, que não lhe pertence, e paga mico! Qual a necessidade disso?

Há também aquela pessoa que tenta se fazer de íntima da high society postando fotos com pessoas influentes da sociedade e tentando passar a imagem de ser íntimas delas, ignorando que há outras pessoas que também possam conhecer essas pessoas.  Quem realmente tem amigos influentes, não precisa forçar a barra! Quem força, mostra a sua baixa autoestima, porque precisa dos outros para mostrar que existe.

Tem também quem só aparece com o copo na mão. Depois fica com a imagem de bebum e não sabe por quê!

Enfim, o que encanta é a naturalidade. Ser verdadeiro é ser, de fato, dentro e fora das redes sociais, a mesma pessoa. Muitas vezes, as pessoas acham que nos enganam, mas são elas que acabam se enganando!

Viver dentro da realidade pode não ser muito fácil, mas é infinitamente melhor do que viver no mundo de ilusão! Muita gente por ai anda deprimida, por não saber mais em qual mundo vive!

É isso!

Um abração!