23 de ago de 2016

Panelas, qual a melhor escolha?

Nada como uma comidinha caseira, quentinha, com aquele temperinho gostoso, não é mesmo? Sem contar que comida caseira é outra história em termos de higiene! Mas tão importante quanto o higiene dos alimentos e dos utensílios é o tipo de panela que se usa no preparo da comida. Panela de cobre, por exemplo, não pode ser comercializada no Brasil. Sim, ela é proibidísima, porque o metal passa para os alimentos com muita facilidade e, em grande quantidade, o cobre pode causar intoxicações, lesões renais e até cerebrais.

Panela de alumínio é barata, levinha, mas também é um perigo para a saúde, porque os resíduos que ela solta são prejudiciais pra gente. O uso contínuo, por exemplo, pode estar associado ao alzheimer. O ideal é não usar esse tipo de material, mas se você tiver panela de alumínio em casa, que ela não seja muito antiga e que os alimentos não permaneçam frios nela, ok? E quando começar a ficar velhinha, lixo!

Panela esmaltada é muito indicada para o preparo da comida do bebê. Mas será que é uma boa escolha mesmo? A  não ser que a pintura interna estiver danificada, sim, pode ser uma boa escolha para preparar molhos, carnes e sopas. Agora, se o esmalte estiver se soltando, descarte a panela, pois o esmalte contém elementos tóxicos, como chumbo e cádmio.


E sobre as panelas antiaderentes? Muito conhecidas como teflon, que é o nome comercial  de um material plástico resistente à alta temperatura, chamado Politetrafluoroetileno ou PTFE, esse tipo de panela provoca danos ao fígado e à tireoide, principalmente se estiverem arranhadas.


Qual tipo de panela escolher, então? 

Panela de vidro é uma excelente escolha! Não possui nenhum tipo de contraindicação. É fácil de limpar e não passa nenhum tipo de substância para os alimentos durante o preparo. O problema da panela de vidro é o preço (mas a sua saúde vale muito mais, né não?)

Panela de cerâmica também é uma boa escolha. O investimento vale a pena. Mas atenção para uma certificação, que aponte para a utilização de materiais atóxicos na fabricação. Pesquisas realizadas em Israel afirmam que a tinta presente em panelas não certificadas pode conter chumbo ou cádmio, que se desprendem durante o preparo dos alimentos. 

Confira o que o Dr. Lair Ribeiro comenta sobre panelas:

19 de ago de 2016

Aberta a temporada do 'Vote em mim'

E aí, na sua cidade já foi aberta a temporada de novos amigos no facebook, de carinhas simpáticas pelas ruas e daquele sujeito bem vestido no mercado ou na feira, comendo pastel com caldo de cana? Então, seja bem-vindo(a) à temporada de candidatos à prefeitura e à vereança, que nessa eleições teve o seu período de campanha, no rádio e tv, reduzido de 45 para 35 dias, para alegria dos eleitores e tristeza dos candidatos. Agora, no corpo a corpo, e na internet, a campanha já começou desde o dia 16 de agosto.

Aguenta firme, não desanima e nem dê as costas para esse período. Um pouco caso seu agora, pode lhe render 4 anos de dor cabeça pela frente! Faz uma forcinha, presta atenção nas propostas dos candidatos aí da sua localidade e vá votar consciente no dia 02 de outubro, ok?

Um abração!

14 de ago de 2016

Aprender a aprender

Não sei se é  em toda a Europa, mas em alguns lugares, pelo menos, o ensino fundamental não é tal qual o nosso, com  carteiras enfileiradas, quadro e um professor para ensinar a lição do dia. Na Europa, em uma sala, há crianças de várias séries que se reúnem em grupinhos e cada criança tem um cronograma a seguir. Por exemplo: Eu, Monique, estou na 4ª série e nesse mês eu terei que fazer tantas matérias e tantos assuntos. A partir desse organograma, eu faço a minha grade e vou estudar sobre o assunto por conta própria. E se eu tiver alguma dúvida? Aí eu pergunto a um dos coleguinhas que dividem a mesa comigo. Se alguém souber, ok, se ninguém da mesa souber, eu chamo a professora (em cada sala multisseriada tem umas duas profissionais), que me esclarecerá as dúvidas. Para simplificar, digamos que eu tenha resolvido estudar 'quem descobriu o Brasil?'. Eu vou pegar a matéria e vou pesquisar sobre o tema. Eu não vou contar com um professor ensinando a lição, apenas esclarecendo as dúvidas, se for o caso.


Particularmente, ao tomar conhecimento, eu achei muito interessante esse método que  leva a criança a buscar sobre o assunto, 'correr atrás', e não ser 'adestrada' por um professor que chega em sala de aula, rabisca um monte de coisa no quadro, nos faz copiar e no final do mês, a gente tem que fazer a temida prova, com base naquilo que nos foi enfiado goela abaixo. Nunca concordei com isso!

Eu não aprendo nada por obrigação. Matemática, por exemplo, eu só aprendi um pouquinho com um professor, que não era aquele tipo 'ser superior', mas era um sujeito que, sem se preocupar em dar nota, nos levava a aprender. Mas de qualquer forma, na minha vida prática, eu optei por deletar matemática, física e mais alguns assuntos, porque me foram impostos e nunca estimulados.

As escolas precisam preparar os estudantes para  a vida e não para, simplesmente, passarem no vestibular, enem, ou sei lá.

E aí você pode estar em dúvida sobre qual o melhor método - o europeu ou o brasileiro? O primeiro, claro, porque aquela criança que teve que pesquisar e procurar saber sobre o descobrimento do Brasil, quando mais tarde indagado sobre o assunto, terá embasamento para discuti-lo; enquanto no método brasileiro, a pessoa, simplesmente, vai repetir, feito papagaio, aquilo que aprendeu em sala de aula, através de um professor, que não ensinou a pescar, mas já deu o peixe direto.

Na época de colégio, confesso, fui obrigada a decorar sobre carboidrato, proteína etc. Aprendi alguma coisa? Nadica de nada! Hoje, no entanto, eu tenho prazer em pesquisar sobre o assunto...e aprendo!

Eu não tenho formação acadêmica em pedagogia, portanto, não sei se um método tão ousado se adaptaria bem ao nosso país, tendo em vista que vivemos realidades diferentes. De qualquer modo, eu sou muito mais simpática à ideia de despertar a curiosidade na criança, do que impô-la uma informação. A gente precisa se preparar todos os dias para caminharmos com as nossas próprias pernas, né não? Por que não desde pequeninos?

É isso!

Um abração!

13 de ago de 2016

Robertinho do Brasil Canta Olimpíadas Rio 2016

Como estamos em clima de olimpíada, nada mais apropriado do que o clipe do Robertinho do Brasil cantando em homenagem ao evento. A animação do Robertinho é contagiante!

Ah, os emojis

Eu vi um vídeo ainda há pouco, onde a moça falava de emojis. E aí eu pensei: Por que não escrever sobre essas adoráveis carinhas e símbolos, que tanto nos quebram o galho no dia a dia, não é mesmo?

Num passado não muito distante, quando eu me comunicava com os coleguinhas só pelo computador (porque celular era só pra falar mesmo), a gente usava o 'tá', 'ok', 'uhum',e olhe lá! Quando eu descobri o messenger, foi que eu conheci as carinhas sorridentes. Mas como nunca fui fã do messenger, seu eu as usei, não lembro. 

Mas o tempo passa, o tempo voa e com o WhatsApp, e seus zilhões de emojis, as carinhas, bichinhos e afins viraram uma 'mão na roda' na vida da gente e em favor da nossa preguicinha de ficar contando história. Sou muita adepta! 

É fato que viver só de carinhas engraçadas e estrelinhas, carrinhos etc, não dá. Escrever é super importante. Como eu sempre digo, quando a gente doa parte do nosso tempo a alguém, seja através de uma ligação, um bate-papo ou até mesmo em resposta de uma mensagem, significa que respeitamos aquela pessoa e nos importamos com a sua opinião, não é verdade? Pensa aí: De repente, você quer saber a opinião de um(a) amigo(a) a respeito de um tema, escreve um texto (que também não precisa ser o rascunho da bíblia) e, em reposta, recebe só um cachorrinho ou uma carinha pensante . Poxa, dá um odiozinho no coração, não dá?

Bom, os emojis também podem salvar qualquer um de situações delicadas. Não tendo o que responder, você pode mandar uma carinha, um coração verde, uma vaquinha, sei lá. Mas isso não pode se tornar via de regra. Opinião, por mais tosca que seja, todo mundo tem!

Enfim, se tem alguém na sua lista que só te responde através de emojis, é melhor você considerar a possibilidade de ir limitando suas mensagens ou então, não mandar mais nada, porque é bem possível que o emoji também seja um sinal de que você não está mais agradando! Fica a dica!

Um abração! 



10 de ago de 2016

Naturalmente elegante

Muitas vezes as pessoas recorrem às aulas de boas maneiras, aprendem técnicas de etiqueta social a fim de parecerem mais 'finas', mais elegantes. Ok, aprender nunca é demais. Eu adoro aprender. Mas é aquela velha história: Não adianta parecer ser uma pessoa elegante, é preciso, antes de mais nada, ser elegante. E como sabemos, a elegância nada tem a ver com ter dinheiro, mas sim, com ter educação.

Coco Chanel, em um de seus célebres pensamentos, disse: Não importa o lugar de onde você vem. O que importa é o que você é. E quem você é? Você sabe?” 

Ninguém está fadado a seguir os passos do meio onde vive, a não ser que, verdadeiramente, queira segui-los. Ninguém precisa justificar seus erros, em face do meio em que vive. A construção do que somos é feita por nós mesmos. Portanto, dentro do quesito elegância, o que vale, em primeiro plano, é ser natural e, em seguida, ser original. Tem coisa pior do que aquelas pessoas que tentam ser o que não são? Não ficam fakes demais? Pois é!

Não saber de qual lado do prato fica um talher, não é problema, isso se aprende. Problema é prejudicar os outros, fazer fofoca da vida alheia, maltratar um animal. E nesses casos, nem toda aula de etiqueta do mundo será capaz de ajeitar a falha de caráter. 

Então, não se preocupe em parecer ser algo que você não é. Seja você. Nós não precisamos impressionar ninguém para nos tornarmos alguém. Nós podemos, sim, impressionar as pessoas positivamente pelas nossas atitudes, gestos, pela discrição com que lidamos com várias situações e pessoas no nosso dia a dia. Isso é ser, verdadeiramente, elegante!

Um abração!

7 de ago de 2016

E a abertura da Olimpíada, hein!

Eu não posso deixar de comentar sobre a abertura da Olimpíada Rio 2016. Vamos combinar, que nem nós acreditávamos que podíamos tanto, né não? Eu destaco dois momentos ímpares. O primeiro foi o desfile de Gisele Bundchen ao som de Tom Jobim, interpretado por Daniel Jobim. É pra ficar na memória!



O outro momento foi quando Vanderlei Cordeiro acendeu a pira olimpíca, que subiu e deu luz aquele sol! Um espetáculo! Para ficar na memória também!


A primeira tarefa foi cumprida e o dever de casa, por enquanto, está em dia. Vamos ver até o final da competição! Que tudo corra bem dentro e fora da cidade olímpica!

#Rio2016

Ter limite é bom!

Na última sexta-feira, eu e o Zé fomos ao supermercado, como habitualmente, e vimos vários jovens, desde pequenininhos até marmanjos, vidrados no celular à caça desse tal Pokémon. Que loucura!

Um amigo escreveu em rede social que também achou interessante os jovens estarem num dos principais cartões da cidade olhando para uma tela e que, em sua época, ele aproveitava o local para paquerar as meninas.

Ao mesmo tempo em que a tecnologia é tudo, ela acaba nos transformando em nada, ou seja, reféns de aplicativos que passam a condicionar os nossos passos e nossas escolhas. Quem fica sem o zap nos dias de hoje, praticamente, se sente um peixe fora d'água. Ok, que muitos comerciantes utilizam o aplicativo. Mas uma pessoa 'pirar' só de pensar que pode ficar sem fofocar ou dividir imagens com alguém, tenha dó, né? Um dia, enquanto eu falava com uma amiga ao telefone, ela respondia às amigas pelo zap. Por pouco eu não desliguei o telefone.

O remédio pode se tornar veneno se for tomado além da conta. Um perfume em excesso, não perfuma, provoca desagradável odor. Tecnologia em excesso afasta, quando deveria aproximar mais. Pra tudo é preciso buscar o equilíbrio, o meio termo. A gente não pode se tornar refém de nada, nem de ninguém. Se a gente continuar assim, daqui a pouco teremos uma geração condicionada, limitada, insegurança. E isso não vai ser bom pra ninguém.

Caçar monstrinhos? Ok! Mas com moderação! Pra tudo na vida há que se ter limite, até para a diversão!

É isso!

Um abração!