18 de set de 2017

Em 18 de setembro de 1950 foi inaugurada a 1ª emissora de TV do Brasil

No ano de 1950, mais exatamente em 18 de setembro, Assis Chateaubriand inaugurou a primeira emissora de televisão do Brasil, a TV Tupi de São Paulo, que permaneceu como única rede de TV brasileira até o ano seguinte, quando o mesmo grupo dele fundou a TV Tupi Rio. 

E para que tivesse quem assistir aquela novidade, Chateaubriand importou 200 aparelhos de TV e os distribuiu pela cidade paulista.

Chatô, como assim era carinhosamente chamado, foi realmente um jornalista de visão, que quebrou todos os paradigmas.


12 de set de 2017

Tá fogo, hein, Brasil!

Eu não aguento mais ouvir sobre Joesley, Santander, áudios vazados, malas cheias de dinheiro... Gente, é muita baixaria para um país só, né não? E o pior é que o povo fica ali pelas redes batendo boca uns com os outros disputando quem vai dar o xeque-mate!

Que eu gosto de política, todo mundo sabe! Agora, entrar nessa de dedicar o dia todo pra ficar batendo boca sobre quem tem ou deixa de ter razão, não estou com muita paciência, não! Ainda mais quando encontramos por aí muita gente de má fé, que entra no jogo só para tentar pegar um deslize do outro, entendeu? Enfim, é baixaria que pode começar em qualquer parte do país, mas acaba no show dos horrores da telinha do computador.

Eu, sinceramente, não sei se esse país tem jeito - de um lado, corrupção descarada; do outro, uma galera que podia ajudar, mas fica batendo boca na internet, com discussões que vão do nada a lugar nenhum.

Política, definitivamente, não é esse show de baixarias. A política é a arte de discutir a sociedade, os seus problemas e suas eventuais soluções. É a arte de conflitar, ou seja, debater pontos de vista diferentes, mas sempre um respeitando o outro. E você vê isso acontecer por aí na atualidade? Não! Aliás, talvez seja mesmo a falta de saber o que realmente significa política, que possa estar levando uns e outros por aí a se engalfinharem com os coleguinhas, quem sabe?

Aprender nunca é demais! Se esse povo que vai para as redes sociais bater boca otimizasse o tempo para se dedicar a um tema qualquer, certamente, outros políticos estariam nos representando e estaríamos com esse país um pouquinho melhor!

#Pronto,Falei!

Um abração!

9 de set de 2017

O puxa-saco!

Tá certo que é melhor puxar o saco, do que puxar carroça, não é mesmo? Mas tem gente que abusa e se coloca num papel ridículo, que expõe até uma certa fragilidade emocional na arte do puxa-saquismo.

Uma coisa é aquela puxadinha de saco, no sentido de demonstrar carinho, amizade, numa pequena exagerada num elogio, num comentário, que seja. Isso denota admiração ao elogiado.

Há aquele puxa-saco que é pegajoso, que vive 'no pé' dos outros, o tempo todo, não dá descanso. O Zé, meu marido, viu uma cena, na visão dele, estarrecedora - uma pessoa que nós conhecemos, na saída de um estabelecimento, passou na frente de um político para poder abrir a porta do carro para o sujeito e ainda passou um paninho no vidro da frente do carro. Esse tipo de pessoa age, na grande maioria das vezes, com falsidade (pra não dizer em 100% das vezes).

Uma coisa é fato: O puxa-saco sempre adulará alguém que ele considere mais importante que ele, mais significativo que ele, daí o motivo pelo qual bajula a fim de obter algum tipo de vantagem, seja ela qual for, e por mínima que seja. E isso pode ser por falta de autoestima ou mau-caratismo - vai depender do contexto.

Enfim, torna-se meio complicado ter um puxa-saco como alguém  de confiança. Como acreditar em alguém que só diz aquilo que o outro deseja ouvir? Há quem goste! E aí junta-se a fome com a vontade de comer!

Eu prefiro gente fina, elegante, mas acima de tudo, sincera!

Um abração!

8 de set de 2017

Casal 'fitness' decide se casar dentro de academia

Eles se conheceram na academia, onde passam a maior parte do tempo, nesse ambiente trocaram o primeiro beijo e também entre um exercício e outro, Joseph Keith III pediu Stephanie Hughes em casamento.Mas não é só isso! Os pombinhos também decidiram fazer da academia, o altar para o momento do SIM.

Eles montaram um altar no salão da academia e convidaram, além dos amigos e familiares, os frequentadores e instrutores da academia. A cerimônia, inclusive, foi feita por um funcionário do estabelecimento.

E ao final da cerimônia, a academia até deu ao casal um enorme cheque para ajudar nessa nova história que eles iniciam juntos.


Tudo a ver!A escolha do local pode parecer estranho pra gente, mas é a casa da deles, onde eles se sentem bem e felizes. Nesse momento tão especial, por que não celebrar no ambiente, não é mesmo?

5 de set de 2017

Rogéria, descanse em paz!

Nesta segunda-feira, eu pretendia postar algum tema esotérico, que há muito não trazia para o blog. Mas infelizmente, as redes sociais começaram a noticiar o falecimento de Rogéria, que nasceu Astolfo, na cidade de Cantagalo, bem próxima da minha cidade, por sinal, correu o mundo, voltou para o Brasil e assim encantou a todos até o seu último dia.

Rogéria foi atriz e, mais do que isso, uma diva, que jamais precisou se empoderar, sair por aí gritando que qualquer coisa era homofobia, porque ela era muito mais do que rótulos e, por isso, foi tão amada, principalmente, por nós, mulheres, que conseguíamos enxergar nela essa alma feminina.

Descanse em paz, Rogéria!

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2 de set de 2017

Um convite à visita ao EU

Esses dias, eu comecei a ouvir qualquer coisa no micro, enquanto realizava outras atividades, até que essa 'qualquer coisa' começou a me prender a atenção pelo tema, que era um convite, digamos assim, à interiorização, a visita ao EU.

Que Deus nos deu o livre arbítrio é fato. Não tem essa de que Deus quis assim ou assado! Deus não faz pegadinha com ninguém. Ele nos deixa à vontade para fazermos aquilo que bem entendemos. Logo, nós estamos exatamente onde buscamos estar. Você, que lê esse post agora, está vivenciando essa fase da sua vida, porque você buscou estar aí, seja o momento bom ou ruim.

Não adianta fazer teatro para a vida, porque ninguém consegue interpretar um papel a vida inteira.Ser autêntico (a) é libertação. Vou exemplificar!

Uma senhora casou, teve filhos, montou o lar ideal. E um dia, desempregada, resolveu iniciar o seu próprio negócio, na informalidade, em casa, para ajudar a compor o orçamento. Ela tinha tudo para dar certo, mas não avançava, não ia pra frente nos seus negócios. E mesmo sem entender os motivos que a impedia de progredir, ela tocava o barco do jeito que dava, aos trancos e barrancos.

Qual a moral da história nesse caso? Ela renegou o seu próprio EU, ao montar um lar ideal, como manda o figurino, para a sociedade, mas que não tinha nada a ver com ela. A sua frustração, que talvez ela nem tenha se dado conta, hoje se reflete  no seu empreendimento. Essa criatura de Deus não nasceu para ser uma mulher convencional, classe média, ela nasceu para voar, para sair por aí fazendo qualquer coisa que não fosse semelhante a essa vida. Mas ela escolheu estar ali. E então, ela não pode dizer que foi Deus quem quis assim, entendeu? Ela buscou! E pra sair dessa, só se mostrando como ela realmente é, sem teatro, sem interpretar papel.

As doenças se manifestam quando nos distanciamos da nossa verdadeira essência. Tem gente que fuma até os 100 anos e morre porque caiu da escada. Há os que nunca fumaram e estão na fila de transplante. Como explicar isso?

Já que estamos falando das vias respiratórias, há vários fatores emocionais ligados aos problemas respiratórios, mas num sentido amplo, a tristeza, o choro contido podem levar a problemas nessa parte do corpo.

Então, nós somos responsáveis por tudo o que acontece com a gente? Exato!

E como alcançar a cura? Fazendo uma viagem ao interior para ouvir o próprio EU. Não é fácil, é doloroso, mas quem consegue se liberta! Eu venho tentando! E espero que você também tente!

Tá bem?

Um abração!

24 de ago de 2017

Esvaziando o closet e renovando as energias

Embora a gente precise muito liberar as coisas velhas, para renovar as energias e permitir a entrada do novo, há muitos anos, eu não me aventurava a mexer no closet aqui de casa, mas quando eu comecei a colocar a mão na massa, hoje, eu me animei. Na verdade, não foi por livre e espontânea vontade que promovi tal faxina, mas sim para deixar o closet vazio, para que o funcionário possa começar a pintar a parede, limpar as prateleiras, essas coisas.

Tá certo que aqui no ambiente do home office há coisas espalhadas por toda parte, mas o saldão de esvaziamento do closet foi muito bom: De lixo, 5 sacos só de peças que, realmente, não dão nem pra panos de chão; de sapatos, até o momento, duas bolsas; de roupas a doar, até o momento, 3 bolsas, com tendência a subir. 

Ai, que coisa boa! Eu cheguei a ficar orgulhosa de mim mesma, porque imaginava que ainda ia me apegar a uma ou outra peça de roupa, mas não, o que não dá mais, o que já deu o que tinha que dar, eu estou despachando mesmo.

As nossas coisas são o reflexo do nosso interior, dizem. Minha vida, portanto, até  hoje de manhã, no que se refere ao closet, estava de pernas pro ar, muito bagunçada mesmo. Mas acabou! Eu estou disposta a receber o novo e creio que, além de me fazer bem, haverá de refletir também ao Zé, ao Vicente Monstro e a todos à minha volta.

Há alguns bons anos, quando ainda estava na casa dos meus pais, eu fiz uma arrumação semelhante  no meu armário e doei umas 5 ou 6 bolsas de roupas. Eu liberei mesmo o meu armário de roupas muito boas, inclusive. O resultado na minha vida foi pra lá de excelente e a minha vida realmente se abriu para novos horizontes.

Por mais que a gente tente praticar o desapego, sempre nos prendemos a uma pecinha de roupa, como se a história que um dia ela contou, ainda se mantivesse viva por ali. Mas não está. A vida é deixar fluir. Uma camisa que não me serve mais, precisa ir ao encontro de outra pessoa e viver uma nova história com ela, né não?

Enfim, que esse post te inspire a fazer aquela limpeza nos seus guardados também. Vamos renovar as energias!

Um abração!

20 de ago de 2017

Ilusão, não!

A ilusão é a nossa maior inimiga! Muitas vezes, a gente inventa histórias na nossa cabecinha, acreditamos nelas, mas se as coisas não chegam ao ponto que havíamos imaginado, nós nos desiludimos, nos colocamos pra baixo, não por conta do que, de fato, ocorreu, mas por conta das nossas ilusões.  Isso acontece no trabalho, nos relacionamentos, enfim, em todos os setores da nossa vida. Quando a gente coloca a ilusão na frente da razão, da realidade, fatalmente, a gente dança!

A gente também se ilude, e muito, quando montamos tipinhos, para fazermos os lindinhos para a sociedade. Por exemplo:  A pessoa que vive se fazendo de boazinha, de fadinha, pra ganhar aplauso, acaba não se impondo na sociedade e, com isso, não ganha respeito do seu meio, quando muito, ganha um pouquinho de pena, e olhe lá! O que adianta? Nada! Você, eu, e tantos outros, queremos  perto da gente os melhores, os mais inteligentes, os mais corajosos, e não os coitadinhos, é ou não é?

A verdade é uma só! A vida não é como a gente pensa, como a gente imagina, como a gente bate pezinho, que tem que ser assim ou assado. A vida é a visita da realidade todos os dias na nossa frente e, ou a gente encara a realidade do jeito como ela se apresenta, ou vamos quebrar a cara, até aprendermos a colocar o pé no chão e deixar as ilusões de lado.

É fato que nenhum ser humano vai conseguir passar por essa vida como se fosse um robô – sem nunca ter acredito em alguém, sem nunca ter quebrado em cara em vários momentos da vida. Mas estar mais próximo da realidade ameniza qualquer sofrimento, não é verdade?

A batalha pela vida já começa quando ainda somos espermatozoides, quando temos que vencer ‘a corrida’. E por qual motivo teria que se tornar moleza após o nascimento? Não faz sentido! Pensa nisso!

Um abração!