15 de ago de 2013

Intolerância à luz faz menina ser agressiva

Uma garota no Reino Unido desenvolveu uma síndrome - Pervasive Refusal Syndrome (Síndrome da Recusa Difundida) – que alterou completamente sua personalidade e mudou não só a sua vida como também a da sua família. Anna Trickett, de 10 anos, que antes era conhecida por ser popular e sempre divertida, agora vive trancada em seu quarto, totalmente escuro, pois a doença a fez ficar intolerante à luz, além de não aceitar a aproximação de familiares e amigos.

Segundo depoimento da família ao jornal britânico "Daily Mail", Anna ficou irreconhecível. "Tem sido horrível. Anna passou de uma adorável criança, bem educada, para uma menina que parecia possuída. É como se alguém tivesse levado a nossa menina para longe, substituindo-a por uma pessoa perturbada e completamente diferente", disse o pai, Libby.

Anna foi diagnosticada com a doença depois de contrair uma infecção no ouvido, em novembro de 2012. O que parecia ser um incômodo passageiro deixou a menina drasticamente retraída e agressiva - ela passa a maior parte do seu tempo debaixo de cobertores, demonstra hostilidade com os pais e muitas vezes tem que ser alimentados à força e ainda tem que ser levada ao banheiro em uma cadeira de rodas, porque ela acredita que não pode andar.

Após o diagnóstico, Anna teve uma crise muito forte em fevereiro, quando passou seis semanas em um hospital, onde foi mantida em isolamento por causa de suas violentas explosões.

A PRS (Pervasive Refusal Syndrome) é um distúrbio psiquiátrico raro, mas grave, que foi descrita pela primeira vez em 1991. É caracterizada pela recusa em comer, beber, falar, andar e uma firme resistência ao tratamento. Psiquiatras dizem que PRS é mais frequentemente vista em meninas entre sete e 15 anos, e os casos aqueles com história familiar de doença psiquiátrica.

A informação é do Daily Mail com o Bol

Opinião: Pior do que descobrir uma síndrome dessas, além do comportamento meio vampirinho da menina, que é intolerante à luz e a faz virar uma fera, é a constatação de que tal distúrbio possa não ter cura. Essa sim é a pior parte!

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