28 de abr de 2015

Cliente da Claro é chamado de mal-educado em fatura de celular

O autônomo Bruno França tomou um susto quando recebeu a fatura do mês de março da empresa Claro. Pelo valor? Não, pelo insulto que veio junto com a fatura. Abaixo do nome e endereço, Bruno constatou a frase 'cliente mal educado'.


Aos jornais de grande circulação Bruno disse: "Estava há bem mais de 48 horas sem conexão com a internet e já tinha ligado algumas vezes para cobrar uma solução. A única reposta que tinha é: aguarde 24 horas ou por mais 48 horas".

No último contato telefônico, o autônomo afirma ter pedido um protocolo de atendimento, mas a funcionária se negou a passar ao alegar falta de sistema. "Pedi, então, para falar com um supervisor, que, segundo ela, não estava no momento. Aleguei que procuraria os meus direitos e não é que ela disse para que eu ficasse bem à vontade? No fim, acabou desligando na minha cara."

Cliente da Claro há dois anos, ele diz acreditar que a atendente teria agido de "má-fé" ao alterar os seus dados cadastrais no sistema. E já entrou em contato com um advogado para entrar com uma ação contra a operadora por danos morais.

Duas coisas: Nenhuma empresa pode se recusar a dar o nº de protocolo ao cliente. Segundo, tem mais que processar a empresa mesmo. Quem sabe assim ela não treina melhor os seus funcionários?

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