6 de fev de 2014

Elizabeth Taylor:Os olhos cor de violeta que influenciaram a geração dos anos 50

Ela nasceu em Londres em 27 de fevereiro de 1932 e tornou-se grande estrela do cinema. Elizabeth Taylor, ou simplesmente, Liz Taylor, foi uma das mulheres mais bonitas de todos os tempos, com os seus olhos de cor azul-violeta, uma cor rara, emoldurados por sobrancelhas desenhadas e espessas, de cor negra.

Junto com os pais, em 1939, mudou-se para os Estados Unidos e começou cedo sua carreira no cinema. Contratada pela Universal Pictures, filmou There's One Born Every Minute, mas não teve o contrato renovado. Mais tarde fez um pequeno papel na série Lassie, oportunidade em que teve chance de revelar seu talento. Apaixonou-se de vez pelo cinema a partir de então.


Como atriz talentosa e respeitada pela crítica, nos anos 50 filmou dramas, como Um lugar ao Sol,  Assim Caminha a Humanidade,  A Última Vez Que Vi Paris, Gata em Teto de Zinco Quente...

Em 1960,no  papel da call-girl de Disque Butterfield 8 (O Número do Amor), Liz Taylor ganhou o seu primeiro Oscar.

Com o filme Cleópatra, em 1963, Liz Taylor passou a ser atriz mais bem paga da história do cinema. Mas foi com o filme Quem tem medo de Virginia Woolf, que ela faturou o seu segundo Oscar.



Liz Taylor foi uma celebridade cercada por intenso glamour, cercada do carinho de fãs e muito luxo. Seu talento e beleza impressionavam qualquer pessoa, do mundo da mídia ou de fora dele. Foi reverenciada como uma das mulheres mais bonitas de todos os tempos.

Elizabeth era uma compulsiva colecionadora de joias, era muito vaidosa, adorava o brilho de brincos, colares, anéis e pulseiras, além de amar maquiagens, sapatos de grife, bolsas da moda e vestidos caros, mas mesmo sem tudo isso, em trajes simples e sem pintura, ainda assim era considerada de uma beleza muito rara. 

Além de colecionar joias, a atriz ficou famosa por também colecionar casamentos, 8 no total, sendo que com o ator Richard Burton, ela casou-se duas vezes.


O primeiro casamento de Elizabeth aconteceu em 1950 com o “bon vivan” Conrad Hilton Jr., tio de Paris Hilton e um dos herdeiros da rede de hotéis Hilton. A união durou um ano (de maio de 1950 a Fevereiro de 1951) e acabou porque a atriz não aguentava as bebedeiras do marido.

Depois do primeiro divórcio, a diva do cinema norte-americano casou-se com o ator inglês Michael Wilding, com quem teve dois filhos, Michael (1953) e Christopher Wilding (1955). O casamento, realizado em 1 de fevereiro de 1952, chegou ao fim em 1956.



O terceiro na lista foi o produtor de cinema e milionário Mike Todd, que se uniu à atriz em 2 de fevereiro de 1957, um ano depois de seu segundo divórcio. O casal, que vivia um relacionamento conflituado, teve uma filha, Elizabeth Frances (Liza) Todd. Todd, uma grande paixão da diva, morreu com apenas um ano de casado, em março de 1958.

Um ano após a morte do último marido casou-se de novo, desta vez com o cantor norte-americano Eddie Fisher. A união durou cinco anos e foi um escândalo entre os artistas, já que Fisher era o melhor amigo do ex-marido da atriz, Mike Todd, morto em um acidente de avião - além de ser casado com a atriz Debbie Reynold s, amiga de Taylor.

Ela ainda estava casada com Eddie Fischer, quando se apaixonou por Richard Burton nos sets de filmagem de "Cleópatra", em 1962. Burton era casado com a mesma mulher havia muitos anos. Como seus personagens, Cleópatra e Marco Antonio, o amor começou com uma traição. Eles se casaram em março de 1964. A primeira união durou quase 10 anos, marcados por acontecimentos positivos e negativos de igual intensidade. Do lado bom havia muito amor, paixão e admiração. Do lado mau estavam discussões, ciúmes, descontrole de drogas e excesso de bebida.

Em 4 de dezembro de 1976, mesmo ano em que se separou definitivamente de Burton, Liz casou-se  com o senador republicano John Warner.

Em 1991, depois de quase dez anos solteira, Liz se entregou de novo ao casamento, desta vez com o caminhoneiro Larry Fortensky. O casamento não deu certo e eles se separaram em 1996. Larry foi seu último marido. Depois dele, Liz Taylor só namorou sem maiores compromissos.

Se no amor não teve muita sorte, em termos de amizade Liz Taylor foi mais feliz. Foi a melhor amiga do "Rei do Pop" Michael Jackson, que participou de perto e a ajudou em seus casamentos e sofrimentos. Michael dedicou-lhe vários de seus trabalhos, inclusive a canção "Liberian Girl" e "Elizabeth, I Love You". Também foi madrinha de seu primeiro filho, Prince Michael Jackson I, juntamente com o ator Macaulay Culkin.

Foi pioneira no desenvolvimento de ações filantrópicas, levantando fundos para as campanhas contra a AIDS a partir dos anos 80, logo após a morte do ator Rock Hudson. Em 2001 recebeu do presidente Bill Clinton, a segunda mais importante medalha de reconhecimento a um cidadão norte-americano: a Presidential Citizens Medal, oferecida pelos seus vários trabalhos filantrópicos. Nessa época se agravaram os problemas de saúde, ganhando peso e sendo levada a internações recorrentes em hospitais. 

Taylor tratou vários problemas de saúde ao longo dos anos. Em 1997, a atriz passou por uma delicada cirurgia para remover um tumor do cérebro. Em 2009, foi submetida a uma cirurgia para substituir uma válvula defeituosa no coração. Ela usava uma cadeira de rodas havia mais de cinco anos para lidar com sua dor crônica na região cardíaca. 

Em 2011, Liz Taylor foi internada mais uma vez e faleceu na manhã do dia 23 de março, aos 79 anos de idade. Foi sepultada em Los Angeles, no Forest Lawn Memorial Park (Glendale).


.Com informações da Wikipedia/ Ig Cinema / Adoro Cinema

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