23 de set de 2013

Faça acontecer em sua vida!

Há muitos anos, virtualmente, reencontrei uma amiga de colégio, que estava meio pra baixo, porque, segundo ela, não tinha sorte no amor, só arranjava traste na sua vida e blá blá blá.... e que ela só sentia bem com o seu carro. Well, eu disse a ela para casar com o carro então, já que a humanidade, na visão dela, não prestava. É claro que o papo não foi tão curto assim. Mas que eu disse isso a ela, eu disse. E é claro também que ela nunca mais voltou a puxar assunto comigo.

Ora, há pessoas que vivem tão em função da posição de coitadinhas para receberam aplausos, que quando você oferece uma alternativa para elas saírem daquele sofrimento, elas resistem, porque no fundo, elas querem continuar sendo coitadinhas.

Tem a história de uma outra pessoa, que há mais 20, 30 anos, não sei, faz análise e a sua cabeça não mudou nada, nadinha. Na verdade, essa criatura gasta uma grana preta com um profissional que se habituou a ouvir as mesmas historinhas de sempre, dar uma meia dúzia de conselhos, e ganhar em cima disso. E aí eu perguntei a ela, se você está há tantos anos com o mesmo analista, e nada melhorou na sua cabeça, não seria a hora de mudar de consultório? É claro que ela não concordou, porque contar a sua história dramática, semanalmente, talvez lhe seja um conforto, um porto-seguro!

Mas você, aí do outro lado, também pode estar questionando: Ah, Monique, vai dizer que você nunca se colocou numa posição de vítima, de coitadinha? - Pro meu azar, sim, e é por isso que hoje eu procuro passar essas ideias pra você. Nós não estamos livres de passar por nenhuma situação, nessa vida, que os outros não tenham passado, mas a mudança é possível pra todo mundo e a qualquer tempo.

Às vezes, nem as pessoas nos tratam mal, somos nós mesmos que nos ferimos e passamos a ideia pro mundo que somos pessoas coitadinhas. Bom, se a gente se coloca pra baixo, a gente não pode esperar que o mundo nos veja lá em cima, seria totalmente contraditório, concorda comigo?

O que adianta uma mulher dizer que 'sacrificou' a sua vida para educar os filhos, e por isso não pôde fazer tudo o que quis, ou mesmo, aquele pai de família dizer todo dia, que dá o seu sangue para poder pôr a comida na mesa da família? Essas pessoas querem aplausos, porque se quisessem reconhecimento, de fato, pelos seus méritos, pelas suas conquistas, teriam feito mais por si mesmas, com família ou sem família. Mas nesses casos, optaram pelos atalhos e tentam jogar as suas frustrações pra cima dos outros, que não têm nada a ver com isso! Ora, se seu pai ou sua mãe não fizeram uma faculdade de medicina, porque tinham filhos pra criar, perdão, mas o problema é deles, não seu! Cada um que cuide e cultive, ou elimine, suas próprias frustrações!

As pessoas só nos colocam pra baixo, porque permitimos que isso aconteça! Quando não permitimos, ou vamos despertar inveja ou admiração, porque o padrão da sociedade é ser todo mundo igual, pensando na mesma linha, com a mesma vidinha. Se você começa a pensar ou agir 'fora da caixinha', logo logo vão dizer que, de humilde, você passou a arrogante, de pobre, passou a esnobe, porque melhorou de vida. Mas o sucesso vem e fica pra quem é capaz de ir em busca dele e bancar o seu preço, pois como eu comentei aqui uma vez, todos querem nos ver bem, mas nunca melhores que eles! Só que as pessoas passam em nossas vidas, enquanto nós temos que conviver conosco a vida inteira!

Portanto, acredite e invista no seu potencial, porque ter o que você tem, qualquer um pode ter, mas ser o que você é, só você! Então, não se faça de vítima do mundo, porque ninguém dá valor a coitadinhos. As pessoas admiram e procuram se espelhar naqueles que acreditam em si e fazem o sucesso acontecer em função disso!

Um abração!

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