23 de ago de 2010

É guerra?

A gente reclama da baixaria que os políticos cometem. Ok, a princípio, eles deveriam ser o nosso espelho. Mas os políticos são o reflexo do povo, pois são eleitos pelo povo. Logo, se os cidadãos se propõem à baixaria, como reclamar depois da classe política?

Em tempos de eleição, uns se informam, enquanto outros se "armam". Que loucura! E o futuro do país, e os projetos dos candidatos? Tenho notado que esse não parece ser o interesse inicial. O interesse inicial tem sido elevar o nome de um, de outro para ao poder, pelo poder. Ponto. Lamentável! Que triste conscientização política vivemos, onde os interesses pessoais parecem estar acima do interesse coletivo.

Eu, que procuro manter bom relacionamento com todos, não deixando de lado os meus ideais, que procuro não estar em badalações, pasme você, me vejo envolvida em meio a eventuais favorecimentos, ou qualquer coisa que o valha, em função de manter relações de cordialidade com um, com outro. Tem cabimento?

Em época de eleição parece que a coisa tem que funcionar assim: nós nos conhecemos, mas quando chegar a época de votar, nem te conheço, candidato! Renegarei e desconhecerei, até o fim, a sua atuação política, a todo custo, ou até eu apertar o botão CONFIRMA. Depois disso, tudo bem. É isso que vem ocorrendo aqui em Friburgo! Guerra é guerra! Será? Será que é dessa forma que conseguiremos avançar num país cada vez mais democrático, menos tendencioso, menos egoísta?

É preciso começar a parar de olhar para o umbigo e começar a olhar para a frente! É preciso começar a entender que democracia é o nosso maior bem, mas pressupõe direitos e deveres, não só direitos.

O Barão de Monstesquieu dizia: "Ignorância é audaciosa!" E em tempos de eleição, ela vem imperando!

Mas vamos em frente!

Até a próxima!

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