7 de mar de 2010

Apocalipse pós-abelhas?

Segundo andou circulando por aí, Albert Einstein teria dito: “se as abelhas desparecessem da face da Terra, a Humanidade teria apenas quatro anos de vida”.

O jornal Independent, da Inglaterra desmente:

"As implicações da difusão são alarmantes. A maioria das culturas do mundo dependem da polinização por abelhas. Albert Einstein disse uma vez que se as abelhas desapareceram", o homem teria apenas quatro anos de vida "."

Eu realmente não acho que ele disse isso, e está se espalhando como um incêndio com esta situação de abelha.


Se é a história é mito, ou não, não sei. O fato é que as abelhas, aos poucos estão se extinguindo devido a consequências ecológicas e econômicas.

Mas, calma! As abelhinhas brasileiras, assim como o povo brasileiro, são guerreiras e são exceções. Segundo a Confederação Brasileira de Apicultura as abelhas brasileiras, conhecidas como africanizadas, possuem genética diferente das afetadas pelo sumiço, por isso não correm risco de extinção. Mesmo assim, vale prestar mais atenção a esse importante inseto que pode fazer muita falta na vida humana e na natureza.

Agora um outro fato (bem curioso, por sinal!): As danadas das abelhinhas são viciadas em cigarro e café, acredita?


Segundo a PC Magazine Brasil do mês de fevereiro de 2010, pesquisadores israelenses descobriram que as abelhas preferem os néctares que contêm pequenas doses de nicotina e cafeína aos que são desprovidos de tais substâncias.

Eles ainda não descobriram se a presença dessas substâncias no néctar torna a polinização mais eficiente, mas a pesquisa sugere que as plantas que sobreviveram por seleção natural são aquelas que desenvolveram tais substâncias tóxicas que atraem as abelhas, obtendo assim vantagem sobre aquelas que não as desenvolveram.

Em suma: pelo sim, pelo não, vamos ajudar as abelhas a se livrarem dos seus vícios para que a humanidade possa durar mais um pouquinho, né não? Rs...

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