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11 de ago de 2019

Dia dos Pais

Eu passaria horas, dias contando algumas histórias hilárias de papai. Não é corujice de filha, não, todos os sobrinhos têm uma história, que seja, envolvendo as aventuras de papai. Definitivamente, ele não era uma pessoa desse planeta. Sempre aprontava.

Como hoje é Dia dos Pais, eu vou desejar minha singela homenagem a ele. Toda sexta-feira, que antecedia ao domingo dos pais, os colégios costumavam  fazer  homenagem aos genitores, e eu acredito que ainda hoje não seja diferente.

Papai era daqueles que saía acotovelando todos pra ficar bem na frente, para ver a minha performance e dos coleguinhas. Batia palmas, se emocionava, enfim, se realizava na festinha do colégio. Ele costumava guardar todos os presentes artesanais, que a gente confeccionava durante a semana. Até bem pouco, lá no apartamento dele, ainda tinha alguma coisa, tipo flanelinha com a marquinha da mão, cartãozinho...

Papai foi uma pessoa muito presente na minha vida, mas muito mesmo. Às vezes, como bom aquariano, tinha ideias avançadas demais; às vezes, usava a capa do pai padrão, dentro dos moldes conservadores, para não perder o hábito. Às vezes, ele se sentava à mesa apara almoçar e na sequência me chamava; "Monique, vem cá!" - Eu podia estar no Japão, mas alcançava a cozinha em poucos segundos. E quando lá chegava, ele dizia com a maior cara de pau do mundo: "Pega o garfo pra mim!" - Detalhe: a gaveta de talheres ficava exatamente atrás da cadeira dele. Ele não precisava fazer o mínimo de esforço para pegar um talher, mas gostava de vez ou outra exercer a sua autoridade sobre mim. Às vezes, eu ficava p... da vida; outras vezes, não. Mas nunca falhei no quesito 'pega meu garfo'. Eu o entendia!

Enfim, ele nunca teve vergonha de dizer que me amava, nem eu a ele! Não era aquela coisa melosa, mas tudo o que tinha que ser dito no momento certo, era (e às vezes, coisas não muito agradáveis também).

Hoje, passo mais uma data comemorativa sem poder abraçá-lo. Mas ele sabe que o nosso coração, agora, é um só - pulsamos juntos... pra sempre!

8 de ago de 2019

Em tratamento! E vamo que vamo!

Eu contei outro dia a respeito de uma tal bactéria que resolveu me importunar. Pois é, ela continua firme e forte comigo detonando a minha saúde e a minha paciência. Aliás, o que mais eu tenho ouvido é isso: Você vai precisar de muita paciência! - Motivo: O tratamento é lento e demorado. E tome de remédios, que é pra combater toda essa situação!

O que me deixa meio intrigada é que os médicos, na atualidade, não dão aquele diagnóstico detalhado, nem explicam o que a gente tem direito, e nem se temos que fazer dieta ou não.Só se concentram na medicação. Eu, por exemplo, sei que estou com uma ziquezira e, a partir de então, quase que intuitivamente venho descobrindo o que me faz mal comer, o que não faz tão mal assim...

Nos últimos dias, eu não passei por momentos  nada suaves, por isso tornou-se impossível aparecer aqui para dar um alô. Eu espero que daqui por diante eu possa estar mais disposta pra gente bater um papo e colocar os assuntos em dia.

Por hoje é isso! 

Um abração!

23 de jul de 2019

Um ano depois e como estamos hoje?

Nesse mesmo dia, há um ano, eu fui submetida a uma cirurgia para a retirada da vesícula. Sinceramente? Não dá para ter medo, porque depois que a gente toma anestesia geral (uma maravilha), a gente só acorda no quarto muito tempo depois sem saber o que aconteceu. É óbvio que eu fiz o procedimento com um cirurgião excepcional, o Dr. Mario, e em hospital particular, porque se fosse no SUS, eu estava lascada. Deu tudo certo, graças a Deus!

Um ano depois, cá estou eu arrumando problema com o aparelho digestivo novamente e dessa vez com o estômago. A tal da H. Pylori, uma bactéria, tira minhas noites de sono, me faz passar mal e ainda me faz tomar 16 comprimidos/dia (haja enjoo, né?).


Mas é aquele negócio, a gente não pode ficar de mimimi, porque de nada adianta. É claro que há dias que a gente tá com mais ânimo, outros com menos. E isso precisa ser compreendido pelos amigos virtuais, que não são obrigados a saber sobre a vida alheia, mas que também não precisam imaginar que a gente simplesmente esnoba as mensagens.

Eu respeito demais o tempo das pessoas. Eu não sei pelo que elas possam estar passando. Na internet, claro, a gente tenta apresentar o nosso melhor, mesmo não estando no melhor, mas às vezes, não dá!

Então, é isso! Eu espero mais adiante poder colaborar com os amigos, com as minhas experiências pessoais. No momento, eu me encontro no olho do furacão! E eu fiz esse post, porque, a partir de um comentário que eu respondi em rede social, alguns amigos demonstraram preocupação/curiosidade!

A vida é feita de altos e baixos, fazer o quê, né?

Um abração!

10 de jul de 2019

Capinha de plástico e caminhão de remédios

Eu sou da época em que colocávamos capinhas de plástico no computador. Nessa época, eu também já tinha celular, que mais parecia um tijolo, e cuja bateria só durava, no máximo, 6 horas. Mas ainda assim existia vida offline. A tecnologia ainda não havia dominado a nossa intimidade. Ela era apenas coadjuvante em nossas vidas.

Hoje, por mais que a gente resista em expor a nossa intimidade nas redes sociais, até mesmo por entendermos que não há necessidade, nos vemos numa certa obrigação, em função dos amigos que, por vezes estranham algumas mudanças na nossa rotina virtual ou a nossa reserva um pouco maior.

Outro dia eu postei por aqui que fiz uma endoscopia. Foi pra me fazer de coitadinha? Não! Foi pra mostrar que é algo que não dá nem pra ter medo, porque a gente não vê. E se eu passei por isso e posso compartilhar com você essa informação, por que não compartilhá-la, não é mesmo?

Na última sexta-feira, eu voltei ao primeiro gastroenterologista, que me atendeu ano passado. Em resumo, ele me passou um caminhão de remédios, que eu passo o dia todo tomando, e deverei seguir tomando por 30 dias. Tá surtindo efeito? Sim! Para quem passava as noites em claro, e vomitando, e agora, ao menos, já consegue dormir, é uma vitória. Uma noite de sono é uma noite de sono! Mas os desconfortos físicos continuam, o que me impede de ficar batendo perna por aí, por exemplo. Então, permanecer sentada na frente do micro é uma forma de repousar.


Eu passo por antipática, muitas vezes, por não responder algumas mensagens. Mas eu procuro priorizar os temas por interesse, por assunto e pelas amizades. Eu não vou ficar dando histórico da minha vida a estranhos. Não faço isso, nem quando estou legal, não será agora!

Então, é isso! Não estou com o pé na cova, mas de 0 a 100, eu ando com a saúde em 30, 40%. Peço um desconto aos amigos e também compreensão. É momentâneo!

E viva a tecnologia, que nos faz desnudar diante dos nossos momentos mais delicados!

Sem mimimi, vamos em frente!

Um abração!

13 de jun de 2019

A endoscopia e o Santo Antonio

Eu prometi a mim mesma que em 2019, eu não iria a médico nenhum, mas como eu não sou muito de confiança pra mim mesma, eu fiquei doente e ficando doente, eu tive que ir ao médico (pra minha sorte, eu fui ao The Best of The best, que eu já havia recorrido em oportunidades anteriores, e que me fez mudar a concepção que eu tinha com relação a esses profissionais).

Moral da história: Eu tive que fazer uma endoscopia. E mesmo o meu médico dizendo como iria ser o procedimento, ainda assim, fiquei um tanto apreensiva pelo fato de ser um exame muito invasivo. Mas fui, fiz, não vi nada, porque fui sedada e deu tudo certo.

Eu até pensei em colocar um vídeo de endoscopia por aqui, mas é desnecessário. Se a gente já sabe que o médico enfia um cano, que vai até o duodeno pra nos ver por dentro, é o que basta!


Por que eu fiz esse depoimento? Pra me fazer de coitadinha? Não! Pra ajudar quem, eventualmente, tenha que fazer o exame e está com medo de fazê-lo. Não fique, porque você não vai ver nada! Se tivesse que fazer outro amanhã, eu iria numa boa, sem problema algum!

E eu fui fazer o exame justamente no dia de Santo Antonio, por um acaso o santinho que papai havia escolhido pra me proteger (embora haja outros também)

Santo Antonio é o protetor das coisas perdidas. Protetor dos casamentos. Protetor dos pobres. É o Santo dos milagres. Fez muitos ainda em vida. Durante suas pregações ,nas praças e igrejas, muitos cegos, surdos, coxos e muitos doentes ficavam curados.

Viva Santo Antonio!


4 de jun de 2019

O frio chegou :(

O período que eu mais temia chegou - o frio! Eu não consigo ser uma pessoa melhor nessa época, não há nada que me motive a glamourizar esse tempo. Eu acho o frio completamente desnecessário. Sair de casa torna-se um sacrifício, porque a minha vontade é de hibernar e só acordar na primavera.

Meu pai também odiava frio. Ele dormia, sem brincadeira, com umas 3 cobertas de pêlo, mais umas duas mantinhas. O bichinho de porte alemão chegava a ficar vermelho debaixo daquele ninho. E a mim, quando chegava essa época, ele dizia: "Quando der 3 horas (da tarde), filha, você entra pra debaixo das cobertas e fica quentinha!"- Quando chega o frio, eu lembro dessa frase toda hora. E é claro que a ideia chega a ser boa, mas torna-se inviável.

Eu já ouvi muito também, principalmente quando as pessoas vinham aqui em casa, o seguinte: "O frio é ótimo para acender a lareira, tomar um vinho e comer um fondue!"- Sobre a frase:

Eu não gosto de vinho. Eu só gosto de champagne e a tomo na virada do ano ... e só!

Sobre a questão da lareira, aqui nós temos a tradicional, que fica na sala, e uma portátil que o Zé comprou para a sala de TV, que é o cantinho dele. Sobre a primeira, eu teria que ficar lá na sala, sentadinha no sofá, para depois de horas, pegar o calorzinho (não rola!). Sobre a segunda, o Zé a acende de manhã, enquanto está vendo o noticiário e fazendo as coisas dele. Às vezes, enquanto eu estou tomando um cafezinho, eu até passo por ali, mas rapidamente.

O fondue é a parte boa do inverno, sem dúvida, mas é bom para comer em grupo, num bate papo legal... No dia a dia, a gente come um macarrãozinho, tomamos uma sopinha, essas coisas da vida cotidiana.

Os dias cinzentos também me deixam um pouco melancólica, mais sensível (não o tempo todo, mas boa parte). E aí eu descobri que isso tem uma causa, que é a baixa de dois hormônios, se não me engano, que acabam resultando em algo chamado depressão sazonal, ou seja, só ocorre no período do inverno, quando os dias são menores e o período de escuridão é maior. Eu confesso que hoje, eu já não fico tão pra baixo quanto antes, mas ainda fico meio down, meio desanimada.


Enfim, eu fico louca para a chegada da primavera! Eu preciso de luz, eu preciso de um solzinho pra chamar de meu!

Eu precisava desabafar sobre o frio! Dá um desconto! ;)

Um abração!

14 de mai de 2019

Desapego ou venda?

Eu abri o Facebook e me deparei com o post: Doação. Retirada em.... Tratava-se de uma cadeirinha de bebê para alimentação. Nada demais esse post, é bem verdade, mas me chamou a atenção pelo fato da pessoa ser alguém simples, que só queria doar um item que não lhe servia mais. Ela queria DOAR!

Eu vejo pessoas que vão para as redes sociais praticarem o desapego, sendo que esse desapego, geralmente, vem com tabela de preços, logo, não é desapego, mas venda mesmo!

Não há nada demais vender aquilo que não lhe serve mais, mas isso não é desapego. Talvez a pessoa fique meio sem jeito de vender um chinelinho usado do batman, tamanho 25, e prefira encarar a transação como desapego pra não se sentir tão mal ou tão mercenária. Mas continua sendo venda!

Eu já vi cada porcaria sendo oferecida como desapego em troca de uns trocados! Não sei se quem faz isso acha realmente que os outros são trouxas, mas fica feio querer se dar bem em cima dos outros, ainda mais no Facebook, onde todos estão expostos, não é mesmo?

Na impossibilidade de poder doar, a troca por outro produto também pode ser uma boa opção, por que não? Fica mais bonito a pessoa propor a troca de uma coisa por outra, do que praticar o tal desapego com cifras.

Enfim, desapegar é deixar ir e não cobrar por essa ida. Transação financeira, desde que saímos do escambo, pode ser tratada como compra ou venda.

É isso!

Um abração!

7 de abr de 2019

De cara nova!

Quem passa por aqui de vez em quando já percebeu que o Blog está de cara nova, afinal, mudar o visual faz parte e é saudável. Mas o conteúdo continua o mesmo, quer dizer, na mesma linha, mas sempre tentando melhorar, aprendendo e ensinando. Portanto, sugestões são sempre muito bem acolhidas, ok?

'Vamo que vamo'!

Convide os amigos a conhecerem o Blog!

Obrigada por sua companhia!

Um abração!

4 de mar de 2019

O batuque,a poeira, muita paciência e bom humor

Já faz um bom tempo que eu só entro no clima do carnaval a nível virtual, ou seja, acompanho a festa ou pela TV ou pela internet. Tô reclamando? Não! Eu gosto mesmo de acompanhar o carnaval dessa maneira. Se eu morasse no centro da cidade, onde tem a principal avenida como passarela do samba, talvez eu até daria uma voltinha na rua à tarde para conferir a animação do povo, e só, mas não é o caso.

Eu sei que tem muita gente que mora bem mais longe que eu, do centro, e ainda assim participa da festa. Problema dessas pessoas! Hoje, pra sair de casa, eu e o Zé teríamos que enfrentar trânsito engarrafado, sem contar a bagunça geral de fecha rua aqui, tem que dar a volta lá não sei onde, seria  um saco e uma dor de cabeça sem necessidade.

Eu nasci e fui criada no centro da cidade, onde não era necessário carro pra nada. Esse negócio de ter que ter carro pra comprar um fósforo, e achar legal, é coisa de carioca, como é o caso do meu marido. O Rio é uma cidade onde o 'logo ali' são 2, 3 km à frente. Em cidade menor, o 'logo ali' é na esquina mesmo. Nesse sentido, só de pensar que pra sair, a gente tem que enfrentar uma maratona, eu prefiro mil vezes ficar em casa. De coração!

A gente tem que estar bem com a gente mesmo, para que possamos ter prazer em fazer determinadas coisas. Estar em casa nessa época, pra mim, nos dias de hoje, é um prazer, o que pra muitos poderia ser uma tortura. Mas tudo é questão de ponto de vista, não é mesmo? 

Bom, mas esse ano, eu não fiquei de fora do batuque, não! O Zé resolveu transformar o quartinho de empregada em uma dispensa, e pra isso mandou abrir uma porta na cozinha. Fazer um buraco na parede para se colocar uma porta parece algo simples, até pensamos que fosse, mas lá se vai um mês de bagunça e poeira dentro de casa. Tá tudo fora do lugar!

Mas é isso aí! Tudo vem para o bem! Se hoje as coisas está meio bagunçadas, amanhã tudo estará no seu lugar, graças a Deus, como diria Benito di Paula, meu conterrâneo! O negócio é manter a paciência e o bom humor!

É isso!

Um abração!

24 de fev de 2019

Pagode Anos 90

Eu gosto de quase todos os estilos musicais. Eu amo ouvir música e penso que há um estilo para cada ocasião. Por exemplo, eu começo o domingo ouvindo  música clássica. Uma boa música pra começar a semana, e exorcizar toda a negatividade da última, cai muito bem. É só aumentar o som e deixar a música tomar conta da casa. Recomendo mesmo!

Domingo também combina com pagode. E se for durante um churrasco, então... Eu, particularmente, gosto de pagode dos anos 90. Essa década foi a mais rica em termos desse ritmo. Muita gente torce o nariz, outras pessoas não admitem que gostam, mas não há quem não tenha curtindo um pagodezinho anos 90 em algum momento. Confessa, vai!

Aliás, para quem também curte o gênero, tem uma página no Facebook sobre esse tema, que é muito legal, muito divertida -> Clique aqui



É isso! E lá vamos nós!


Um abração!

5 de fev de 2019

Papo cotidiano

Aos finais de semana, com raríssimas exceções, eu gosto de utilizar a internet só para lazer, de preferência, para ver os vídeos que eu vou separando durante a semana, no youtube, ou mesmo os links que salvo para ler depois, mas sempre sobre assuntos amenos, porque não há ser humano que consiga levar a vida  a sério durante todo o tempo, não é mesmo?

E numa dessas, eu encontrei um tema bastante curioso, que deu nó na minha cabeça. Trata-se de astrologia védica, que é muito legal, mas é de difícil entendimento. Bem, espero, um dia, poder compartilhar nesse espaço sobre o tema, por enquanto, não dá!

Os temas esotéricos costumam ser discriminados em função do charlatanismo que anda por aí. Infelizmente, tem muita gente que se aproveita da ingenuidade alheia, da dor alheia, para tirar vantagem. Então, se eu não tiver segurança em passar alguma coisa pra você, eu prefiro deixar a história de lado até que eu tenha condições de entender para repassar.

No mais, hoje, se por aqui estivesse, papai estaria completando mais um aniversário. E como ele fazia questão que eu estivesse com ele nesse dia, na impossibilidade de poder abraçá-lo, eu dediquei o dia a render as minhas homenagens a ele.

A minha cidade segue com sérios problemas na política. A população parece estar meio anestesiada e não enxerga que a grande maioria dos nossos políticos não estão 'nem aí' pro povo. Os políticos daqui, em sua grande maioria, perderam a vergonha de vez!

Será que a população vai acordar até o ano que vem? Avisos têm sido dados de minha parte e de boa parte da mídia local. Aqui, a questão já não é nem mais partidária. A varrição tem que ser independentemente de sigla.

E apesar de ter começado uma obra aqui em casa, por enquanto na parte externa, a vida segue com  certa tranquilidade!

Muito obrigada pela sua companhia de sempre!

Um abração!

25 de jan de 2019

Foquei tanto que acabei tendo que fazer repouso

Essa semana, eu me debrucei sobre um tema de interesse do meu município. O tema era até bem chato - tributário - mas era necessária a dedicação. E quando eu me interesso por um assunto, eu mergulho com tal profundidade, a ponto de esquecer do mundo ao meu redor. Mas eu sempre alcanço resultados positivos e consigo obter respostas. E dessa vez não foi diferente! 

Nunca pensei que eu fosse dizer isso na vida, mas eu acho que nasci pra estudar! Eu amo mexer com papéis, eu gosto de ter a minha própria opinião sobre os assuntos e se eu tiver que passar alguma mensagem para as outras pessoas, eu procuro estar o mais segura possível. Isso é algo meu, que eu trago desde criança, talvez até porque meus pais nunca me ensinaram dever de casa, logo, eu sempre tive que me virar sozinha mesmo.

Mas voltando ao tema tributário, eu acho que eu fiquei tão concentrada no tema, que o incômodo que eu já praticamente não sentia mais, voltou com tudo e eu tive que fazer repouso, não teve outro jeito. 

Moral da história: Não há intelecto que produza com dor. Eu até fiz posts mentais sobre vários temas, mas organizá-los para chegar até aqui, sinceramente, não consegui mesmo! Paciência!

Hoje pela manhã, eu tinha que sair da toca pra fazer compras. Na volta, eu trouxe o Tandrilax, remédio que me ajudou à época com essa dor.  E aí, cá estou eu novamente! E se Deus quiser, e ele há de querer, esse ano, nada de médico, porque eu preciso juntar umas moedinhas pra poder realizar alguns dos meu objetivos! Tô focada!

É isso!

Um abração!

31 de dez de 2018

Minha retrospectiva 2018

O meu 2018 foi assim: Senti dor, vomitei, operei, senti dor do lado direito, torci o pé, senti dor e voltei a sentir um incômodo lado direito novamente.

2018 se despede me deixando uma lição que eu precisava aprender: a superação do medo, mas não do medo de morrer, porque isso é bobagem. Eu soube que teria que operar no final do mês de junho, início de julho, talvez, e no final de julho havia sido operada. Isso eu trago de papai - o que tem que ser feito, vamos fazer logo! Eu tive que aprender que a dor física existe e  às vezes, é preciso senti-la.

Eu sempre tive pavor de ter que tirar sangue. Ao longo da vida, eu sempre pude contar com o apoio de papai ao meu lado, mas depois que ele partiu, o sofrimento de ter que tirar sangue dobrou. E em 2018, em menos de um mês, eu tive que tirar sangue duas vezes, de modo que, na segunda vez que o Henrique esteve aqui em casa (o rapaz que coleta sangue para os laboratórios), eu já estava mais tranquila e descontraída. Ou seja, aprendi a lição de que dá pra tirar sangue e não sofrer depois, o dia inteiro.

Eu aprendi também que os médicos não são simplesmente exploradores da dor humana. Eu tinha um pouco essa concepção.Eles também podem nos trazer um conforto num momento difícil. E nisso, o Dr. Mario foi fantástico e talvez ele nunca venha a saber, mas ele mudou o meu modo de ver a vida, não só nesse aspecto.

Saio de 2018, portanto, outra pessoa e disposta a ser sempre melhor que ontem. Ou seja, eu não posso dizer que tive um ano ruim, não. Eu já tive anos bem barra-pesada, mas esse, sinceramente, não foi.

2019 está chegando! Vamo que vamo! Espero poder contar com o seu valoroso prestígio ao blog novamente!

Feliz Ano Novo!

19 de dez de 2018

Botinha no pé e vida real

Enquanto a inspiração para posts interessantes não vem, cá estou eu novamente para contar um pouco mais sobre o meu dia a dia, que não tem sido lá dos melhores, mas melhorará.

Eu havia comentado que torci o pé na rua. Pois bem! O assunto ainda rende. Eu, que esperava estar serelepe no dia seguinte do ocorrido me vi às voltas com o pé inchado. Moral da história: 2ª feira, eu tive que ir a um ortopedista, que me passou um remédio, mandou usar a bota ortopédica, o que eles chamam de Robocop, repouso de 10 dias e depois retornar lá. Bom, não quebrou nada, graças a Deus! Aliás, nunca quebrei nada no corpo!

Quem fez repouso? Alguém nesse planeta, porque eu não fiz até agora. E, para piorar, de sábado para domingo, o Zé caiu de cama também, com dores por todos os lados. E nessa quarta-feira, eu o acompanhei à médica.

É claro que contamos com o auxílio de um motorista, que faz serviços pra gente sempre que precisamos, aliás, ele já havia me acompanhado na segunda e nesta quarta, nós fomos ao centro médico com o Zé. Fui de botinha? Claro que não! Não havia condições!

Não bastando essa ziquezira, um cano do andar de cima da casa estourou e inundou a sala de Tv na parte de baixo. Paciência! A gente tem dois faz-tudo que virão no sábado resolver a história. Até lá, seja o que Deus quiser.

E a vida segue! E a gente vai resolvendo um problema de cada vez! E tá tudo bem!

Eu resolvi compartilhar um pouco desse meu cotidiano a fim de mostrar que nem todo mundo, quando está na internet, necessariamente está de boa ou indiferente aos outros e seus problemas, mas é que cada um tem o seu cada um.

Às vezes, eu vejo as pessoas na internet pedindo atenção, como se o mundo estivesse à disposição delas, como se todos fossem socorrê-las ao primeiro textão no Facebook. Eu já passei por situações muito, mas muito mais delicadas que as relatadas nesse post e ninguém no Facebook ficou precisando saber. Os meus problemas são meus, por isso chegaram até mim! Assim como cada um tem o seu! E lembrando que, o problema mais grave é sempre o que a gente vive, porque ele é nosso!

Muitas pessoas atentam contra a própria vida, porque acham que a vida delas está uma bosta, enquanto a do resto do mundo é tal qual a que se deixa registrar no Instagram ou se relata no Facebook. Isso é ilusão! Até o Neymar, com toda grana, tem lá os seus problemas, pode acreditar.

É claro que no mundo virtual não é interessante ficar contando os seus problemas, primeiro, porque ninguém se interessa; segundo, porque as pessoas querem diversão e não depressão na internet. Mas por trás de um monitor tem uma pessoinha tal qual você, de carne e osso, com tristezas e alegrias no seu dia a dia. Faz parte! É até saudável, porque os problemas nos ajudam a crescer!

Bom, mas voltando à botinha... aff, ninguém merece! Mas vamo que vamo! De alto astral!

Um abração!

14 de dez de 2018

Fui ao chão em pleno centro da cidade

No final da manhã, eu deixei o Zé no dentista e fui pagar uma continha. Ao atravessar a rua, eu tomei um tombo, mas um tombaço... e por sorte, eu estava a menos de  10 passos da casa do meu pai, logo, ao conseguir me levantar, imediatamente eu corri para o prédio e fiquei ali mesmo sentada na escadaria, enquanto aguardava mamãe, que não tardou a aparecer e acabou me emprestando um chinelinho, porque o ocorrido me impediu de ficar com o calçado que estava.

Quando o Zé me ligou, contei rapidamente sobre o ocorrido, ele foi ao meu encontro, eu chorei, depois levantei, sacudi a poeira e dei a volta por cima. Fomos, enfim, do jeito que deu, ao supermercado. Passear pela rua ou pagar a tal continha, não deu.

Em casa, o pé começou a inchar, mas com um sprayzinho aqui, outro ali, eu tô levando a história do jeito que dá e já no aguardo de ficar zerada novamente pra ontem, porque a vida cotidiana não vai esperar, sem contar que ansiedade é o meu sobrenome.

Moral da história: Nunca ouvi dizer de ninguém que tenha torcido o pé e morrido, logo, tá tudo bem. Mas eu fiquei refletindo sobre a possibilidade da minha mãe, por exemplo, atravessar a rua, e num desnivelzinho qualquer, torcer o pé e ir ao chão, como ocorreu comigo. A gente sabe que a terceira idade tende a sofrer os efeitos muito mais! E aí eu me lembrei de um projeto de lei da cidade sobre a questão de faixas em travessia de pedestres que, se saísse do papel, iria beneficiar muito quem transita pela principal via da cidade e evitaria acidentes como esse.

Tão bom seria se a classe política colocasse os eleitores como prioridade, não é mesmo? Que maravilha viver!

Um abração!

9 de dez de 2018

O sol timidamente apareceu

Nós estamos na primavera, época que, em tese, as temperaturas começam a se elevar no aguardo do verão. Mas não em Nova Friburgo, minha terra, que tem feito dias bem frios. Para se ter uma ideia, um amigo postou ainda há pouco que ontem, na parte da noite, os registros mostraram  6ºC na cidade. E eu acredito, porque realmente estava muito frio.

Mas hoje pela manhã o sol deu o ar da graça, que bom! Tirei o moletom pesado, coloquei uma roupinha leve e até dei banho no Vicente Monstro, que estava realmente precisando.

É fato que, com o cair da noite, o tempo vai começar a esfriar novamente, mas pelo menos o domingo trouxe um solzinho bacana para alegrar a gente. Dias cinzas são muito melancólicos.

Fiz um breve registro!


Um abração!

2 de dez de 2018

Domingo é pura nostalgia

Domingo é sempre nostalgia. Eu me lembro do arroz de forno, com frango desfiado, mais salada de maionese, que mamãe fazia. E claro, a Coca-Cola não podia faltar à mesa. Assistia ao Domingo no Parque e o Qual é a Música, do Silvio Santos.

Após o almoço, papai ia tirar um cochilo e lá pelas duas da tarde, ele chamava eu e mamãe para darmos uma volta de carro. O trajeto era quase sempre o mesmo - Saíamos do Paissandu em direção a Conselheiro, contornávamos a pracinha e, às vezes parávamos no Jardinlândia, uma loja de flores e plantas.


Dali seguíamos para o outro extremo da cidade, o bairro Cônego. Era uma delícia.


O som que tocava no toca-fitas podia variar de Gipsy Kings a Rita Lee (sons que eu amava na infância, porque eu sempre fui uma criança um tanto atípica - as minhas músicas eram as de adultos mesmo).



Ao chegar em casa, eu tinha que conferir se o material do colégio estava em dia para o dia seguinte. Se tivesse algo pendente a fazer, esse era o momento. Depois, o banho e a janta, pois logo ia começar Os Trapalhões e depois o Fantástico fechando o dia.



Ah, o domingo!

16 de nov de 2018

Mantenha distância na fila

Aí, você está na fila da lotérica e a pessoa que está atrás acredita que 'colando' em você vai chegar mais rápido na boca do caixa. Será? Que coisa mais chata e inconveniente, não é mesmo?


14 de out de 2018

Gente que ama ouvir música na hora do banho

Eu não abro mão de tomar banho ouvindo uma musiquinha. Adoro! Esse hábito, eu tenho de muitos anos. Na casa dos meus pais, eu tinha que puxar uma extensão, que passava por debaixo da porta do banheiro, para conectar ao meu rádio. Hoje, a coisa é diferente, porque pra onde eu for aqui em casa haverá uma tomada disponível.

A hora do banho é pra relaxar mesmo! E a música colabora bastante nesse sentido. O mundo pode acabar lá fora, que eu só vou tomar ciência depois que eu abrir a porta. Eu mereço! Todos nós merecemos esse momento só pra gente, não é mesmo?

Como eu mantenho esse hábito de muitos anos, eu não tenho critérios para o estilo musical. Há períodos em que eu ouço lounge, em outro momento,Tom Jobim, Anitta, Zeca Pagodinho, Reggae, MPB, kizomba... Na grande maioria das vezes, eu faço a minha própria seleção de músicas, que pode incluir todos esses gêneros que eu citei ou um de cada vez.

A minha playlist do momento tá bem variada - tem músicas da década de 90, Vintagge Reggae, Dua Lipa, enfim, e eu vou dividir um pouco dessa playlist de banho com você. Quem sabe não te inspira a adotar esse hábito também? É uma delícia! Eu indico muito!

 Brenda Russell - Piano in the Dark (1988)



 Neil Diamond - I'll see you on the radio (Laura) - (1986)



Lionel Richie - Do it to me (1992)



Sade - Smooth Operator (1984)



Man Down (Rihanna´s song) - Vintage Reggae Café Vol. 5 (2016)


Rather Be (Clean Bandit´s song) - Vintage Reggae Café Vol. 5 (2016)

20 de set de 2018

De acordo com o tic tac!

Eu acordei, olhei para o despertador e o mesmo marcava cinco para o meio-dia! Meu Deus, como pude ter dormido tanto assim, pensei, deve ter sido o efeito do remédio, concluí. Fui ao banheiro, voltei pro quarto e decidi ligar a TV para acabar de acordar, e eis que me deparo com o Chico Pinheiro. Mudei de canal e passava Café com Jornal. Mudei para o canal Band News e na tela marcava pouco mais de 8h! Ufa! Não havia acordado tarde, mas foi o despertador que havia parado em pouco antes da meia-noite! Acabou a pilha, só isso!

A título de esclarecimento, eu estou tomando Cataflan  e o mesmo me dá um sono, que não é desse planeta. Engraçado, que o Zé toma esse remédio como se fosse bala, e tudo bem, mas cada um com o seu cada um, né?

Mas enfim, como a gente se condiciona, não é mesmo? Um dos meus maiores sonhos na vida, sempre foi não ter que precisar mais viver com um relógio no pulso e, de fato, hoje, eu até posso dizer que não sou mais escrava do relógio, porque passei a vida inteira cronometrando o meu tempo, para não me atrasar para o colégio, para estudar para as provas, ou mesmo para cumprir o meu horário no trabalho, já na vida adulta. E  hoje, eu já não tenho mais essa necessidade, mas ainda assim, pela própria rotina do dia a dia , me vejo de acordo com os ponteiros do relógio! Faz parte do tic tac da vida!

Um abração!