18 de nov. de 2018

Não dá pra viver só no modo automático


Esse mundo materialista e ligado no modo automático tem levado muita gente à loucura. Você mesmo (a), quantas vezes, esse ano, fez coisas que realmente queria fazer e quantas vezes ligou a vida no automático e encarou a jornada da semana? É claro que a gente tem as nossas obrigações e devemos cumpri-las. Ninguém há de viver só de brisa. Mas a vida não pode ser só obrigação, ela precisa de pausas, de instantes, de momentos para que a gente possa recarregar as baterias.

Outro dia, eu postei por aqui sobre ouvir música na hora do banho. Pra muita gente, não faz sentido, não faz diferença. Pra mim é especial, porque eu me desligo do mundo lá fora. É o meu momento. Enfim, é o espaço de tempo em meio à rotina onde eu me reconecto a mim mesma. E tenho procurado criar outros também, claro!

Então, não há de ser por falta de grana ou tempo, que a gente vá se deixar levar pelo modo automático, a ponto de negarmos a nossa própria existência. Ouvir música no banho, uma pausa pro café ou meia hora, que seja, lendo um livro ou uma revista é possível a qualquer pessoa.

Em suma, o que eu quero dizer é que se a gente não tira um tempo pra lembrar que a gente existe,  uma hora, mais cedo ou mais tarde, a vida vai se incumbir desse papel e, geralmente, da forma menos agradável possível.

Se até Deus criou o mundo em seis dias e descansou no sétimo, não há de ser nós, meros mortais, que vamos ligar a vida no automático sem uma pausinha para o relax. Eu mereço, você merece, todos nós merecemos!


Um abração!

Nenhum comentário:

Postar um comentário