4 de abr de 2012

Facebook para a criançada

Embora as redes sociais tenham surgido com o intuito de atender ao público de 18 anos de idade em diante, com tanta propaganda e popularidade, inevitavelmente, a criançada acabou ficando na curiosidade e criou seu perfil nas redes sociais para interagir com os coleguinhas. E é aí que mora o problema, pois, como amplamente divulgando pela grande mídia, pedófilos se aproveitam desses espaços para aliciar os pequenos (que perigo!).

E aí, como proteger a prole? Proibindo o uso das redes sociais? Não é uma boa alternativa, porque o proibido acaba sendo fascinante! Monitorar? Sim, enquanto o seu filhote ainda não tem a malícia de saber quem é coleguinha e quem não é, que tal utilizar o Minor Monitor?



O Minor Monitor serve exatamente para isso: monitorar a vida social de seus filhos no Facebook, baseado no histórico dos últimos 180 dias. Ele inclui tudo, desde atualizações de mensagens ou fotos de amigos, até requisições de novas amizades. O legal é que, se há algo que o site considere perigoso para seus filhos, um alerta aparecerá para você ficar atento. Para usar o serviço, é preciso se cadastrar (clique aqui para ser redirecionado ao site). Faça isso clicando no botão verde, no canto direito, escrito "Get started". O site é em inglês, mas é de fácil entendimento.

Após o cadastro, você precisará integrar o perfil do Facebook ao site. Assim, entre com conta e senha do perfil que quer monitorar e clique em "Allow".

Nas abas “Activity”, “Photos” e “Friends”, você consegue ver as mensagens e fotos postadas pelos amigos de seus filhos e quem eles são. Já na aba “Settings” você configura sua conta. Dá para mudar seu nome, e o nível em que os alertas aparecerão para você. No botão “Add Child”, abaixo das abas, no canto esquerdo da tela. Ele serve para você adicionar outra conta ao monitoramento, no caso de ter outros filhos.

Bacana, não?

Uma outra dica que considero muito importante: Seu filho pode ser a criança mais inteligente e esperta do mundo, mas para um adulto de mente doente, ela continua sendo uma presa fácil. Portanto, para que você possa monitorar mais de perto a atividade da sua prole na internet, não deixe que o seu filho tenha computador no quarto. O micro deve estar num ambiente de convívio da família, não em um ambiente reservado.

Com informações do Olhar Digital

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