31 de ago de 2011

Olha o resultado!

"Todo dia ela faz tudo sempre igual..." Pois é, fazendo tudo igual, com sobe com cachorro, desce com o outro, tranca um aqui, solta o outro ali, não há pulso (mordido) que resista por tanto tempo. Mas ainda bem que estou usando, mais ou menos, a munhequeira na mão esquerda, e não direita, pois sendo destra, me faria mais falta.

Houve uma época na minha vida que colocar a "mão de molho" era algo constante. Não em função de cachorro, mas da música. Engraçado que sempre resisti em tocar nesse episódio, mas afinal, foi um bonito episódio. Explico!

Aos 3 anos ganhei um pianinho, com banquinho e tudo, da Hering, do meu pai. Aos 4 anos, tendo uma vizinha, e amiga da família, professora de piano, bingo, lá fui eu começar a minha carreira musical. Aos 6 anos, ganhei o meu piano, que me acompanha até hoje, mas só a título de enfeite, pois além de não tocar mais, ele está completamente desafinado. Posso dizer que por ter começado cedo na área, estava um pouco à frente de outras crianças, que cheguei a influenciar. Me apresentei algumas vezes no Centro de Artes, muitas inclusive na condição de representante da Regina, minha professora, que jamais gostou de tocar em público. Curioso é que eu, pelo menos, não tenho nenhum registro de nenhuma das apresentações (tá pensando que na minha época tinha todos esses recursos de hoje?).

Moral da história: Carreira prematura, problemas prematuros - gesso no punho direito, no esquerdo, e chegou uma hora, por não ter feito fisioterapia, que não deu mais, fim da linha. Isso por volta dos 18, 19 anos.

Saudosismo, tristeza...? Nada disso! Sou uma pessoa que sempre estou olhando para frente. O passado, passou.

Bom, mas assim como na época do gesso no colégio, agora fico um tanto limitada para digitar, e teimosa que sou, cá estou para um alô aos amigos que muito me honram prestigiando o blog. É o mínimo que posso fazer para retribuir tamanha gentileza!

Um abração!

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