4 de nov de 2010

Etiqueta Social sem frescura!

Já faz um bom tempo que não comento sobre etiqueta social por aqui, aliás, as minhas dicas estão longe de uma Glorinha Khalil, ou qualquer outra pessoa engajada no tema, até porque sou uma pessoa simples, de hábitos simples. O que proponho aqui são algumas dicas da boa educação, que são inerentes a classes sociais, sem maiores pretensões, e que costumam ser muito positivas ao convívio social.

Reunião na casa dos amigos

Como é bom a gente receber em casa um pequeno grupo de amigos para jogar uma conversa fora, ou mesmo ir a uma dessas pequenas reuniões sem compromisso, não? Sim, é muito bom. Mas para que mais reuniõezinhas dessas possam acontecer é preciso que o clima da primeira tenha sido favorável, que a gente tenha sido agradável (tanto ao receber em casa ou ao receber um convite), que tudo tenha corrido bem. Então, vamos a algumas dicas:

Looooongas histórias. Não conte longas histórias. Numa reunião informal, ninguém está interessado em saber do seu nascimento até o apogeu do amor. Dê chance às outras pessoas de exporem suas ideias também.

Você não domina o assunto que está sendo debatido? Ok, ouça com atenção, faça perguntas, se julgar pertinente, não há problema algum. Aprender nunca é demais. E normalmente, as pessoas admiram aquelas que têm humildade em perguntar.

Exibir erudição, além de ser pedante é antipático. Ter cultura não é ser antipático, mas não custa nada usar um pouco de modéstia, quando se está numa reunião informal. Informações podem vir em doses paliativas, não em forma de avalanche.

Não utilize de radicalismo em suas opiniões. Tome cuidado com o excesso de sinceridade, também. Seja flexível.

Deixe para contar sobre os "filhotes" em reunião de mães. Com certeza, elas ouvirão com atenção sobre os seus filhos, para poderem contar sobre os delas também. Agora, numa reunião informal, o assunto torna-se para lá de chato!

Você começou a contar uma história e sentiu que está exagerando? Está agradando? Siga em frente! Há pessoas que realmente têm o dom de contar histórias e arrancar boas gargalhadas.

E para finalizar o tema por hoje, não fique só no eu, eu, eu. Para isso, pague um analista.

Divirta-se!

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