A gente sabe que na internet há excelentes conteúdos e verdadeiros lixos em qualquer área que se pesquise. O bom uso do mundo virtual depende de nós, claro. Mas eu vou levantar um porém! Quando nós vamos buscar informações sobre saúde, nem sempre a gente tem condições de saber o que procede e o que não passa de enganação nos conteúdos apresentados. E é aí que mora o perigo, porque uma informação mal dada pode levar alguém ao hospital e até à morte (e não é exagero!). E eu pude constatar isso quando, ano passado, eu soube que tinha que passar por uma cirurgia e, ao buscar informações sobre o meu problema, creia, li inúmeras imbecilidades sobre o assunto, mas também obtive êxito em outras pesquisas. E foram essas que me ajudaram, e me ajudam até hoje.
Moral da história: Na vida, assim como na internet, opte sempre pelos melhores, os TOPs, ou nada! A saúde é um bem valioso demais para gente não levar a sério, não é verdade?
Você, amigo (a) leitor(a), pode até questionar esse espaço e o conteúdo que eu trago pra cá. Não tem problema! Toda vez que eu postar algo por aqui, principalmente sobre hábitos saudáveis e saúde, você não precisa 'comprar' a minha ideia, pesquise em grandes nomes da sua área de curiosidade. Ninguém está livre de cometer um erro, não é mesmo? Mas eu procurarei beber nas fontes mais confiáveis para dividir o melhor com você.
Gente, o ideal é sempre procurar um profissional (isso não se questiona), mas nem sempre nós estamos com grana, por isso a gente acaba se apegando ao que dá e ao que temos ao alcance. Eis a vida real! Mas nem por isso a gente vai se contentar com a primeira informação que aparecer pela frente. Ela pode servir, até, para um amigo seu, mas ser extremamente danosa pra você.
A grande mídia, se formos pensar bem, lança umas modas questionáveis. Quantas vezes já não vimos matérias sobre o ovo ser vilão e dali um tempo, o ovo virar o mocinho da dieta! O café virar vilão, mocinho, vilão, mocinho... Isso enlouquece qualquer um!
É isso!
Um abração!
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26 de abr. de 2019
Quando o assunto for saúde, atenção!
16 de mar. de 2019
Conforto emocional, cada um busca o seu!
A gente não tem provas concretas, físicas, de nada (em termos de religião, de temas esotéricos), mas de modo subjetivo, nós acreditamos em algo ou alguém, com base naquilo que nos é apresentado e, a partir de então, é que nos aprofundamos ou não em determinado dogma em busca do religare (conexão com Deus).
Não adianta a pessoa ir para a igreja, ou para um terreiro, 4, 5 vezes por semana e sair dali se achando no direito de apontar o dedo na cara dos outros e dizer o que é certo e o que é errado. A gente sabe que tem muita gente que faz isso. E fazendo isso, elas só demonstram que não estão aprendendo sobre o que buscam, ou seja, o religare!
Tem muita coisa da qual eu não acredito, mas não tenho a pretensão de mudar o pensamento de ninguém, por isso, posso dizer que me relaciono bem com pessoas que seguem qualquer religião, que creem nos que elas quiserem. Eu, não invadindo o espaço das pessoas, nem elas invadindo o meu espaço, tá tudo certo!
Enfim, rotular os outros com base no que acreditam é muito chato. Cada um tem o seu modo de buscar o conforto emocional que mais se adequa ao seu dia a dia, sua realidade ou a sua dor. A gente tem que aceitar as pessoas e respeitá-las pelo o que elas são e não pelo modo que nós gostaríamos que elas fossem, não é verdade?
O mundo anda tão intolerante, porque as pessoas querem seguidores e ponto! E isso parece que não está dando muito certo!
Um abração!
Não adianta a pessoa ir para a igreja, ou para um terreiro, 4, 5 vezes por semana e sair dali se achando no direito de apontar o dedo na cara dos outros e dizer o que é certo e o que é errado. A gente sabe que tem muita gente que faz isso. E fazendo isso, elas só demonstram que não estão aprendendo sobre o que buscam, ou seja, o religare!
Tem muita coisa da qual eu não acredito, mas não tenho a pretensão de mudar o pensamento de ninguém, por isso, posso dizer que me relaciono bem com pessoas que seguem qualquer religião, que creem nos que elas quiserem. Eu, não invadindo o espaço das pessoas, nem elas invadindo o meu espaço, tá tudo certo!
Enfim, rotular os outros com base no que acreditam é muito chato. Cada um tem o seu modo de buscar o conforto emocional que mais se adequa ao seu dia a dia, sua realidade ou a sua dor. A gente tem que aceitar as pessoas e respeitá-las pelo o que elas são e não pelo modo que nós gostaríamos que elas fossem, não é verdade?
O mundo anda tão intolerante, porque as pessoas querem seguidores e ponto! E isso parece que não está dando muito certo!
Um abração!
3 de mar. de 2019
Há muitos deprimidos por aí por não saberem em qual mundo vivem
É o tal negócio, a internet de cada um é de cada um! Quem paga a sua própria internet, posta o que quiser, não é verdade? (Desde que dentro do bom senso, óbvio). Mas nada impede que a gente não possa dar uma comentadinha, ainda mais em se tratando de posts públicos no facebook, por exemplo.
Há muito tempo eu não via esse assunto por aí (ainda mais que está bem batido), mas eis que apareceu um 'consultor' na tv para dar dicas de como se comportar nas redes sociais. E aí eu cheguei a comentar com o Zé: Será que a essa altura do campeonato ainda é necessário? Por incrível que pareça, é!
Eu acredito que o zelo pela imagem vai além do fato da pessoa estar ou não em busca de um emprego, por exemplo. Às vezes, as pessoas tentam passar uma imagem que não casa com a realidade dela, como no caso de uma jovem senhora que posta a todo instante que ama a profissão, que dorme e acorda com um livro da sua área de atuação, na cabeceira; que pretendia passar o feriadão de carnaval estudando para se aperfeiçoar; mas aí a gente vai tentar ler um post da criatura e se depara com erros de pontuação grosseiros, com palavras escritas de forma errada, enfim... que nos leva à conclusão de que a última coisa que a figura põe a mão é num livro. Ou seja, tenta passar uma imagem de intelectual, que não lhe pertence, e paga mico! Qual a necessidade disso?
Há também aquela pessoa que tenta se fazer de íntima da high society postando fotos com pessoas influentes da sociedade e tentando passar a imagem de ser íntimas delas, ignorando que há outras pessoas que também possam conhecer essas pessoas. Quem realmente tem amigos influentes, não precisa forçar a barra! Quem força, mostra a sua baixa autoestima, porque precisa dos outros para mostrar que existe.
Tem também quem só aparece com o copo na mão. Depois fica com a imagem de bebum e não sabe por quê!
Enfim, o que encanta é a naturalidade. Ser verdadeiro é ser, de fato, dentro e fora das redes sociais, a mesma pessoa. Muitas vezes, as pessoas acham que nos enganam, mas são elas que acabam se enganando!
Viver dentro da realidade pode não ser muito fácil, mas é infinitamente melhor do que viver no mundo de ilusão! Muita gente por ai anda deprimida, por não saber mais em qual mundo vive!
É isso!
Um abração!
Há muito tempo eu não via esse assunto por aí (ainda mais que está bem batido), mas eis que apareceu um 'consultor' na tv para dar dicas de como se comportar nas redes sociais. E aí eu cheguei a comentar com o Zé: Será que a essa altura do campeonato ainda é necessário? Por incrível que pareça, é!
Eu acredito que o zelo pela imagem vai além do fato da pessoa estar ou não em busca de um emprego, por exemplo. Às vezes, as pessoas tentam passar uma imagem que não casa com a realidade dela, como no caso de uma jovem senhora que posta a todo instante que ama a profissão, que dorme e acorda com um livro da sua área de atuação, na cabeceira; que pretendia passar o feriadão de carnaval estudando para se aperfeiçoar; mas aí a gente vai tentar ler um post da criatura e se depara com erros de pontuação grosseiros, com palavras escritas de forma errada, enfim... que nos leva à conclusão de que a última coisa que a figura põe a mão é num livro. Ou seja, tenta passar uma imagem de intelectual, que não lhe pertence, e paga mico! Qual a necessidade disso?
Há também aquela pessoa que tenta se fazer de íntima da high society postando fotos com pessoas influentes da sociedade e tentando passar a imagem de ser íntimas delas, ignorando que há outras pessoas que também possam conhecer essas pessoas. Quem realmente tem amigos influentes, não precisa forçar a barra! Quem força, mostra a sua baixa autoestima, porque precisa dos outros para mostrar que existe.
Tem também quem só aparece com o copo na mão. Depois fica com a imagem de bebum e não sabe por quê!
Enfim, o que encanta é a naturalidade. Ser verdadeiro é ser, de fato, dentro e fora das redes sociais, a mesma pessoa. Muitas vezes, as pessoas acham que nos enganam, mas são elas que acabam se enganando!
Viver dentro da realidade pode não ser muito fácil, mas é infinitamente melhor do que viver no mundo de ilusão! Muita gente por ai anda deprimida, por não saber mais em qual mundo vive!
É isso!
Um abração!
26 de jan. de 2019
Brumadinho e Wagner Montes
Há momentos na vida em que a gente não tem muito a dizer, apenas sentir. Brumadinho é pra sentir. E pra classe política, a hora é de agir. E que esse novo governo não nos frustre. Eu votei no Bolsonaro, mas eu vou ficar atenta. O Brasil não está podendo mais tapar o sol com a peneira. Não dá! A gente precisa voltar a acreditar na Justiça desse país, porque as pessoas estão morrendo por conta do descaso. Ontem foi Mariana, hoje, Brumadinho, todos os dias, um brasileiro perde a vida em fila de hospital. Enfim, sem demagogia, a minha tristeza hoje é um apanhado de vários momentos em que, ao brasileiro, só resta sentar e chorar. Isso tem que mudar!Hoje também nos despedimos do homem que mais gostava de escrachar a bandidagem em seu programa policial. Wagner Montes deixou o plano terreno aos 64 anos. Esse personagem que fazia e acontecia marcou seu nome na história, não muito na política, a meu ver, mas como personagem televisivo, com certeza, marcou.
E assim a vida segue o seu curso. E a gente vai tendo que aprender a lidar com as emoções.
Deus esteja com Brumadinho!
19 de jan. de 2019
A hipersexualização de Melody
A gente que vive na internet, inevitavelmente, acabamos tomando conhecimento dos barracos da vida de celebridades e subcelebridades. Nesse caso, o assunto é bastante sério. Trata-se da super exposição infantil, da supersexualização infantil, que é algo mais grave ainda.
Em resumo, o youtuber Felipe Neto fez um desabafo e mostrou-se muito incomodado com a sexualização precoce a que a MC Melody vem sendo exposta pelo pai. Não vejo vídeos dele, confesso, mas me lembrei dessa menina, pois eu já cheguei a fazer um post sobre ela, aqui mesmo no blog. E olha que na época, o que me chamava a atenção era o teor do que ela cantava, o que não é nada perto do que vinha acontecendo, pois parece que o pai da menina, em face da grande repercussão negativa, resolveu tirar do Instagram as fotos mais sensuais da garota e parece que vai permitir que o Felipe Neto patrocine ajuda psicológica para a Melody, que está com 11 anos, e sua irmã, que é um pouco mais velha, a fim de quer elas voltem a ter um comportamento condizente com a idade
Esse vídeo expõe a história:
A meu ver, quem precisa de ajuda psicológica urgente são os pais da Melody. A mãe dela, porque ninguém sabe se existe, nunca se posicionou sobre o comportamento da filha na internet, que é estimulado pelo pai. E o pai, porque permite a hipersexualização de uma criança de 11 anos.
Para que pudesse formar opinião, eu fui pesquisar e vi a menina vestida de diabinha, cujo registro dava enfoque aos seus seios. Também vi o seu pai filmando-a, rebolando em direção à praia e depois de biquini enfiado na bunda. O que é isso, gente! Uma menina nessa idade era pra estar se fantasiando de princesa, Barbie, unicórnio, enfim.
A gente se choca muito com o que acontece fora do país, onde há lugares em que meninas de 8, 10 anos são obrigadas a se casarem com homens de mais de 40, 50 anos de idade e, muitas vezes, fechamos os olhos para as nossas crianças. Ora, uma menina de 10, 11 anos, olha a Melody vestida de mulherão, com batonzão e fazendo carão e pode querer ser igual a ela. Você, aí na sua casa, não está livre disso, não! Ninguém está!
Outra coisa, a Melody não escolheu ser assim, mas a imagem dela já entrou pra história. E amanhã, como ela vai lidar com essa imagem sensual? E se ela não quiser nada disso pra sua vida? Enfim, a vulnerabilidade a que essa menina está exposta é enorme! E ela só tem 11 anos de idade, repito!
Até a Ministra Damares se posicionou sobre essa situação, ainda que indiretamente:
Enfim, a gente sabe que nesse mundão de meu Deus é muito difícil manter uma criança dentro de uma redoma de vidro, e talvez isso nem seja legal. Agora, aos responsáveis cabe educar. Como no exemplo citado no primeiro vídeo, da boquinha da garrafa, uma criança pode se deparar com uma cena semelhante na TV, mas cabe aos pais passar para a criança que aquilo não é comportamento que ela deve adotar, nem os pais devem achar graça na hipótese da criança sair rebolando até o chão. Na primeira advertência, ela não vai mais querer repetir. Isso se chama amor! Quem ama, mais que tudo, protege!
A gente pode evoluir muito, mas a gente não pode se esquecer que as etapas da vida precisam ser vividas de acordo com a cronologia. Tudo a seu tempo! E a Melody está bem fora do seu!
É isso!
Um abração!
Em resumo, o youtuber Felipe Neto fez um desabafo e mostrou-se muito incomodado com a sexualização precoce a que a MC Melody vem sendo exposta pelo pai. Não vejo vídeos dele, confesso, mas me lembrei dessa menina, pois eu já cheguei a fazer um post sobre ela, aqui mesmo no blog. E olha que na época, o que me chamava a atenção era o teor do que ela cantava, o que não é nada perto do que vinha acontecendo, pois parece que o pai da menina, em face da grande repercussão negativa, resolveu tirar do Instagram as fotos mais sensuais da garota e parece que vai permitir que o Felipe Neto patrocine ajuda psicológica para a Melody, que está com 11 anos, e sua irmã, que é um pouco mais velha, a fim de quer elas voltem a ter um comportamento condizente com a idade
Esse vídeo expõe a história:
A meu ver, quem precisa de ajuda psicológica urgente são os pais da Melody. A mãe dela, porque ninguém sabe se existe, nunca se posicionou sobre o comportamento da filha na internet, que é estimulado pelo pai. E o pai, porque permite a hipersexualização de uma criança de 11 anos.
Para que pudesse formar opinião, eu fui pesquisar e vi a menina vestida de diabinha, cujo registro dava enfoque aos seus seios. Também vi o seu pai filmando-a, rebolando em direção à praia e depois de biquini enfiado na bunda. O que é isso, gente! Uma menina nessa idade era pra estar se fantasiando de princesa, Barbie, unicórnio, enfim.
A gente se choca muito com o que acontece fora do país, onde há lugares em que meninas de 8, 10 anos são obrigadas a se casarem com homens de mais de 40, 50 anos de idade e, muitas vezes, fechamos os olhos para as nossas crianças. Ora, uma menina de 10, 11 anos, olha a Melody vestida de mulherão, com batonzão e fazendo carão e pode querer ser igual a ela. Você, aí na sua casa, não está livre disso, não! Ninguém está!
Outra coisa, a Melody não escolheu ser assim, mas a imagem dela já entrou pra história. E amanhã, como ela vai lidar com essa imagem sensual? E se ela não quiser nada disso pra sua vida? Enfim, a vulnerabilidade a que essa menina está exposta é enorme! E ela só tem 11 anos de idade, repito!
Até a Ministra Damares se posicionou sobre essa situação, ainda que indiretamente:
Enfim, a gente sabe que nesse mundão de meu Deus é muito difícil manter uma criança dentro de uma redoma de vidro, e talvez isso nem seja legal. Agora, aos responsáveis cabe educar. Como no exemplo citado no primeiro vídeo, da boquinha da garrafa, uma criança pode se deparar com uma cena semelhante na TV, mas cabe aos pais passar para a criança que aquilo não é comportamento que ela deve adotar, nem os pais devem achar graça na hipótese da criança sair rebolando até o chão. Na primeira advertência, ela não vai mais querer repetir. Isso se chama amor! Quem ama, mais que tudo, protege!
A gente pode evoluir muito, mas a gente não pode se esquecer que as etapas da vida precisam ser vividas de acordo com a cronologia. Tudo a seu tempo! E a Melody está bem fora do seu!
É isso!
Um abração!
12 de jan. de 2019
Janeiro peludo? Deus me livre!
Uma atriz global fez um textão em sua rede social sobre a autoaceitação e seus sovacos cabeludos, que ela diz estar curtindo muito, porque durante anos sofreu tendo que fazer depilação. E dentro dessa mesma abordagem tentaram importar para o nosso país o tal do Janeiro Peludo, com a ideia de fazer com que a mulherada possa se sentir bem, mesmo com pelos pelo corpo!
Em primeiro lugar, a gente vive num país livre e, portanto, cabe a cada um decidir sobre o que é melhor pra si e o que mais lhe agrada. Então, se a atriz se sente bem sendo cabeluda, que seja feliz sendo uma ursa. Agora, daí querer ficar tentando lançar moda já é demais!
Quando eu era criança, eu me lembro de ver a Baby do Brasil (naquela época Baby Consuelo) se apresentando na TV com as axilas não depiladas, mas pelo que sei, ela nunca tentou enfiar nada na cabeça de ninguém relativo a isso, porque era uma expressão dela, e ela já era uma pessoa que sabia o que queria da vida. Agora, veja se alguma filha dela adotou a ideia?!
O hábito de manter o corpo asseado, não tem nada a ver com feminismo, mas com higiene mesmo. Nunca vi nenhum grande líder, que tenha defendido uma boa causa, defendendo que as pessoas não cortassem mais as unhas do pé ou parassem de lavar os cabelos. Isso é prerrogativa, embora questionável, individual.
Já pensou se depois do janeiro peludo surge o fevereiro amarelo? Ninguém mais escova os dentes! Eu, hein!
Hoje, até os homens estão se depilando!
Há uma turma da Lacrolândia querendo recrutar jovens para o seu mundo da pior forma possível. Essas pessoas deveriam ter mais consciência! Por que não influenciar as jovens a trabalharem, ganharem independência financeira para, aí sim, não ficarem dependendo e dando dor de cabeça aos pais? Por que não influenciar positivamente as moças estimulando-as ao hábito da leitura e, consequentemente, ao senso crítico?
O que eu não entendo, sinceramente, é essa moda de enaltecimento à falta de higiene. E qualquer dermatologista pode abordar amplamente sobre a questão sem qualquer viés ideológico!
Enfim, quem banca uma ideia, também tem que bancar as críticas pelo meio do caminho! Que essa moda não pegue mesmo, porque além de feia é bem nojenta!
É isso!
Um abração!
Em primeiro lugar, a gente vive num país livre e, portanto, cabe a cada um decidir sobre o que é melhor pra si e o que mais lhe agrada. Então, se a atriz se sente bem sendo cabeluda, que seja feliz sendo uma ursa. Agora, daí querer ficar tentando lançar moda já é demais!
Quando eu era criança, eu me lembro de ver a Baby do Brasil (naquela época Baby Consuelo) se apresentando na TV com as axilas não depiladas, mas pelo que sei, ela nunca tentou enfiar nada na cabeça de ninguém relativo a isso, porque era uma expressão dela, e ela já era uma pessoa que sabia o que queria da vida. Agora, veja se alguma filha dela adotou a ideia?!
O hábito de manter o corpo asseado, não tem nada a ver com feminismo, mas com higiene mesmo. Nunca vi nenhum grande líder, que tenha defendido uma boa causa, defendendo que as pessoas não cortassem mais as unhas do pé ou parassem de lavar os cabelos. Isso é prerrogativa, embora questionável, individual.
Já pensou se depois do janeiro peludo surge o fevereiro amarelo? Ninguém mais escova os dentes! Eu, hein!
Hoje, até os homens estão se depilando!
Há uma turma da Lacrolândia querendo recrutar jovens para o seu mundo da pior forma possível. Essas pessoas deveriam ter mais consciência! Por que não influenciar as jovens a trabalharem, ganharem independência financeira para, aí sim, não ficarem dependendo e dando dor de cabeça aos pais? Por que não influenciar positivamente as moças estimulando-as ao hábito da leitura e, consequentemente, ao senso crítico?
O que eu não entendo, sinceramente, é essa moda de enaltecimento à falta de higiene. E qualquer dermatologista pode abordar amplamente sobre a questão sem qualquer viés ideológico!
Enfim, quem banca uma ideia, também tem que bancar as críticas pelo meio do caminho! Que essa moda não pegue mesmo, porque além de feia é bem nojenta!
É isso!
Um abração!
6 de jan. de 2019
Rosa ou azul, tanto faz!
Eu vou aproveitar que o ano já começou a render assunto, para palpitar e, é claro, que eu vou começar falando da ministra Damares.
Logo no início desse blog, eu comecei chamando a atenção do amigo leitor para não se deixar pré-conceituar sobre qualquer tema.. Até o que possa ser considerado ruim pela gente há de ter algum proveito. Eu, por exemplo. sou católica, não tenho a menor vontade de mudar de religião, mas nada me impede de ver uma seicho-no-ie, um Silas Malafaia, aquele padre da Gazeta, que não recordo o nome agora, enfim... e, olha, no fundo, todo mundo diz a mesma coisa, só que a seu modo. Mas o que já se iniciou em cima da ministra Damares tem um certo viés de perseguição ideológica, sim, e eu não sou a única que chegou a essa conclusão.
Antes do Bolsonaro apresentá-la ao Brasil, eu já sabia quem ela era, por conta do tema Escola Sem Partido, lá atrás, quando procurei pelo assunto e cheguei a alguns de seus vídeos. Então, pra resumir, eu ainda creio que ela vá polemizar bastante, mas pra mim, o que importa não é a crença dela ou as metáforas que ela opte por usar, mas sim o trabalho que ela pretende fazer à frente do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos. Os maldosos, no entanto, estão insistentemente tentando transformá-la numa palhaça.
O Brasil se apequenou demais nos últimos anos. Essa divisão ao meio começou com o Lula, quando ele dizia 'nós e eles', quando ele começou a dividir as pessoas pela cor da pele, pela opção sexual etc etc. Então, nós ainda vamos levar muito tempo para que o país se torne UMA nação. Por enquanto, a gente vai ter que enfrentar, tolerar e muitas vezes, fomentar essa divisão, por que isenção demais vira covardia. É isso mesmo! Quando a gente se omite demais, acabamos nos tornamos coniventes com certas barbaridades que são ditas por aí.
Eu tenho percebido boas intenções por parte da ministra Damares. Não sei se ela será uma boa ministra, mas boa vontade, ela tem. Se não tiver também, eu vou ser a primeira a gongá-la, mas é preciso dar o crédito antes. A mulher tem mostrado interesse em sua pasta e vontade de trabalhar, mas os maldosos insistem em pincelar seus discursos e tirar frases descontextualizadas, a fim de desconstruir a sua imagem. No entanto, quando a gente vai conferir o todo da sua fala, a gente verifica uma outra pessoa, completamente diferente do que tentam associá-la.
Se você curte esse espaço e vez ou outra passa por aqui, assim como eu, não tolera o preconceito. Então, não vamos ser algozes de uma pessoa a troco de nada. O momento é de observação e, daqui a pouco, de cobrança, mas de preconceito, nunca, jamais!
É isso!
Um abração!
Logo no início desse blog, eu comecei chamando a atenção do amigo leitor para não se deixar pré-conceituar sobre qualquer tema.. Até o que possa ser considerado ruim pela gente há de ter algum proveito. Eu, por exemplo. sou católica, não tenho a menor vontade de mudar de religião, mas nada me impede de ver uma seicho-no-ie, um Silas Malafaia, aquele padre da Gazeta, que não recordo o nome agora, enfim... e, olha, no fundo, todo mundo diz a mesma coisa, só que a seu modo. Mas o que já se iniciou em cima da ministra Damares tem um certo viés de perseguição ideológica, sim, e eu não sou a única que chegou a essa conclusão.
Antes do Bolsonaro apresentá-la ao Brasil, eu já sabia quem ela era, por conta do tema Escola Sem Partido, lá atrás, quando procurei pelo assunto e cheguei a alguns de seus vídeos. Então, pra resumir, eu ainda creio que ela vá polemizar bastante, mas pra mim, o que importa não é a crença dela ou as metáforas que ela opte por usar, mas sim o trabalho que ela pretende fazer à frente do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos. Os maldosos, no entanto, estão insistentemente tentando transformá-la numa palhaça.
O Brasil se apequenou demais nos últimos anos. Essa divisão ao meio começou com o Lula, quando ele dizia 'nós e eles', quando ele começou a dividir as pessoas pela cor da pele, pela opção sexual etc etc. Então, nós ainda vamos levar muito tempo para que o país se torne UMA nação. Por enquanto, a gente vai ter que enfrentar, tolerar e muitas vezes, fomentar essa divisão, por que isenção demais vira covardia. É isso mesmo! Quando a gente se omite demais, acabamos nos tornamos coniventes com certas barbaridades que são ditas por aí.
Eu tenho percebido boas intenções por parte da ministra Damares. Não sei se ela será uma boa ministra, mas boa vontade, ela tem. Se não tiver também, eu vou ser a primeira a gongá-la, mas é preciso dar o crédito antes. A mulher tem mostrado interesse em sua pasta e vontade de trabalhar, mas os maldosos insistem em pincelar seus discursos e tirar frases descontextualizadas, a fim de desconstruir a sua imagem. No entanto, quando a gente vai conferir o todo da sua fala, a gente verifica uma outra pessoa, completamente diferente do que tentam associá-la.
Se você curte esse espaço e vez ou outra passa por aqui, assim como eu, não tolera o preconceito. Então, não vamos ser algozes de uma pessoa a troco de nada. O momento é de observação e, daqui a pouco, de cobrança, mas de preconceito, nunca, jamais!
É isso!
Um abração!
24 de nov. de 2018
Livraria Saraiva está com os dias contados?
A maior rede de livrarias do país, a Saraiva, está com a corda no pescoço. Com uma dívida milionária, a empresa entrou com pedido
de recuperação judicial e afirmou que “o setor de varejo, incluindo a indústria de comércio e edição de livros, sofreu com suscetíveis desacelerações econômicas, as quais levaram a uma diminuição nos gastos do consumidor, resultando, consequentemente, em um declínio no volume de vendas”.
A empresa também afirmou que o segmento de CDs e DVDs, que chegou a ser o segundo mais vendido na rede, sofre com a concorrência do streaming e hoje responde por menos de 10% da receita.
Fato é que o mercado editorial vem encolhendo e só Deus sabe o que pode acontecer com essa nação, caso o brasileiro não volte a adquirir o hábito da leitura. Atualmente, três tweetadas já tornam o internauta um especialista em qualquer assunto. Muita gente não se dá ao trabalho, nem de ler posts em blogs ou artigos em jornais, pegam logo o título de um texto e, em cima dele, começam a proferir um monte de opiniões que, na maioria das vezes, vão do nada a lugar nenhum. Isso é muito sério!
As críticas construtivas são fundamentais para o bom debate, mas sem leitura, sem o mínimo de conhecimento, de embasamento, só na base da lacração ou da discussão binária (sim/não, 8/80...) nenhum bom debate avança.
Eu me lembro que em 2008, quando aconteceu a primeira eleição com a utilização da internet, os debates se davam em altíssimo nível. Eu cheguei a conceder entrevista para uma TV, tamanha a visibilidade e o bom nível com que o pessoal se ocupou naquele oportunidade em um grupo que eu mantinha. E hoje? Meu Deus! Essa eleição se resumiu ao #elesim / #elenão, mais nada! Nem perdi meu tempo!
Como diria Monteiro Lobato, 'um país se faz de homens e livros'. O hábito da leitura nos liberta, porque nos desperta o senso crítico. Não há nada pior do que termos que comprar uma ideia pronta em decorrência da gente ter se limitado à ignorância, não é mesmo?
É isso!
Um abração!
A empresa também afirmou que o segmento de CDs e DVDs, que chegou a ser o segundo mais vendido na rede, sofre com a concorrência do streaming e hoje responde por menos de 10% da receita.
Fato é que o mercado editorial vem encolhendo e só Deus sabe o que pode acontecer com essa nação, caso o brasileiro não volte a adquirir o hábito da leitura. Atualmente, três tweetadas já tornam o internauta um especialista em qualquer assunto. Muita gente não se dá ao trabalho, nem de ler posts em blogs ou artigos em jornais, pegam logo o título de um texto e, em cima dele, começam a proferir um monte de opiniões que, na maioria das vezes, vão do nada a lugar nenhum. Isso é muito sério!
As críticas construtivas são fundamentais para o bom debate, mas sem leitura, sem o mínimo de conhecimento, de embasamento, só na base da lacração ou da discussão binária (sim/não, 8/80...) nenhum bom debate avança.
Eu me lembro que em 2008, quando aconteceu a primeira eleição com a utilização da internet, os debates se davam em altíssimo nível. Eu cheguei a conceder entrevista para uma TV, tamanha a visibilidade e o bom nível com que o pessoal se ocupou naquele oportunidade em um grupo que eu mantinha. E hoje? Meu Deus! Essa eleição se resumiu ao #elesim / #elenão, mais nada! Nem perdi meu tempo!
Como diria Monteiro Lobato, 'um país se faz de homens e livros'. O hábito da leitura nos liberta, porque nos desperta o senso crítico. Não há nada pior do que termos que comprar uma ideia pronta em decorrência da gente ter se limitado à ignorância, não é mesmo?
É isso!
Um abração!
26 de ago. de 2018
Se eu não fosse teimosa, hein!
Quando eu era bebê, eu não me apoiava em pé, não engatinhei, não fui um bebê como todos os
outros modelinhos existentes. Já de saco cheio de idas e vindas ao médico, papai resolveu não mais me levar a nenhum, e que seria o que Deus quisesse,
porque, provavelmente, segundo o médico, eu seria uma criança
cadeirante (o que, felizmente, não se concretizou).
Um dia, papai me deixou na casa da vovó Angela, onde eu fiquei brincando só, no corredor e, de repente, eu me livrei dos cuieros, me apoiei na parede e
saí andando sozinha, sem ajuda de ninguém. Milagre? Não sei! Eu prefiro
acreditar que eu, ignorando as palavras do médico, fiz acontecer!
Por ironia da vida, eu fui colocada à prova novamente. Em função (ou não) de um procedimento, eu comecei a sentir muita dor, mas optei por não incomodar o
médico, pois sabia que ele estava em férias. Mamãe chegou a sugerir que eu buscasse um
outro profissional, o Zé também, mas eu optei por tolerar o problema e aguardar
o seu retorno, mesmo tendo dias muito tensos. Mas ok!
Enfim, chegou o dia da consulta e eu saí de lá com uma
receita e um parecer de pessoa atípica
(pra não dizer hipocondríaca, doida ou qualquer coisa que o valha). E mesmo sentindo fisicamente a dor, não
exatamente naquele momento, eu abracei a ideia, afinal de contas, quem seria eu
‘na fila do pão’ diante de um profissional que se preparou para cuidar dos
outros, não é mesmo? Errado! A gente não pode se iludir com o que as outras
pessoas nos dizem.
Naquele mesmo dia fiquei me sentindo triste, inadequada, o cocô do
cavalo do bandido, por ter entrado naquela sintonia de que eu estaria fazendo
um papel ridículo!
Mas que nada! Ninguém vai poder sentir as minhas dores. Eu
sei o que eu sinto! Quem tem que se atualizar é o profissional, que demonstrou
claramente não saber lidar com as adversidades que a sua profissão pode lhe
reservar , ou talvez tenha se acomodado, e não me colocar lá embaixo, onde eu
quase aceitei ficar!
É preciso analisar as questões por todos os lados e
questioná-las, sempre que possível!
Por mais que a gente tenha apreço por alguém, que a gente
goste de uma pessoa, nós não temos que aceitar tudo o que ela diz, como
verdade absoluta, porque ninguém é dono da razão. Isso vale para qualquer situação na vida! É a
crença que nós temos na gente, que nos motiva e nos joga pra frente, nos
encoraja pra vida. E você que frequente o blog há um tempo já sabe que, a
crença que temos em nós mesmos tem um
nome: Fé!
14 de ago. de 2018
A inteligência seduz
Toda semana, eu me cobro estudar sobre um tema curioso para ilustrar um post no início da semana, o que eu não tenho conseguido fazer, uma vez que, quanto mais eu me aprofundo nos temas que eu quero trazer, mais as dúvidas surgem. E pra trazer um assunto meia-boca, que nem eu tenha segurança pra passar, prefiro não trazer nada.
A sabedoria começa com a dúvida. A ignorância, ao contrário, costuma ser audaciosa, porque o tolo, ignorando o teor do que discursa, acaba proferindo um monte de bobagens, sem receio algum, e ainda acha que está 'abafando'.
Tudo o que nos acrescenta é interessante. Eu tive uma tia, irmã de papai, que dizia que, até para orientar a pessoa que vai trabalhar na casa da gente, nós precisamos saber como se faz o serviço dela. E ela estava certíssima.
Então, aprender, nunca é demais, nem o suficiente, mas constantemente necessário.
Um aprendizado novo a cada dia, além de ampliar o nosso intelecto, contribui para uma mente saudável e sempre jovial.
As pessoas com conteúdo são sempre as mais interessantes.
A inteligência é um poderoso afrodisíaco.
Aproveite as dicas!
Um abração!
A sabedoria começa com a dúvida. A ignorância, ao contrário, costuma ser audaciosa, porque o tolo, ignorando o teor do que discursa, acaba proferindo um monte de bobagens, sem receio algum, e ainda acha que está 'abafando'.
Tudo o que nos acrescenta é interessante. Eu tive uma tia, irmã de papai, que dizia que, até para orientar a pessoa que vai trabalhar na casa da gente, nós precisamos saber como se faz o serviço dela. E ela estava certíssima.
Então, aprender, nunca é demais, nem o suficiente, mas constantemente necessário.
Um aprendizado novo a cada dia, além de ampliar o nosso intelecto, contribui para uma mente saudável e sempre jovial.
As pessoas com conteúdo são sempre as mais interessantes.
A inteligência é um poderoso afrodisíaco.
Aproveite as dicas!
Um abração!
10 de jul. de 2018
Javalis Selvagens: Time de guerreiros
Enfim, a Tailândia e o mundo respiram aliviados pelo resgate das 12 crianças e seu técnico, que ficaram presos em uma caverna. Se foram dias angustiantes pra nós, imagine o que não deve ter sido para os familiares, para as pessoas que estavam diretamente envolvidas com o resgate?
Mas enfim, a união de pessoas de vários países e as orações do mundo todo sopraram nos ouvidos de Deus, que abençoou o resgate de todos os 13 com vida.
E ainda tem gente que não acredita em milagre!
Mas enfim, a união de pessoas de vários países e as orações do mundo todo sopraram nos ouvidos de Deus, que abençoou o resgate de todos os 13 com vida.
E ainda tem gente que não acredita em milagre!
26 de mai. de 2018
Siga bem, caminhoniero
Em meio à paralisação dos caminhoneiros, eu não poderia ignorar o assunto e fingir que nada está acontecendo. Isso é o famoso 'tapar o sol com a peneira'. A gente precisa sim discutir as questões do dia a dia, porque afinal de contas, em outubro nós vamos às urnas pra colocar alguém no lugar do Temer. E que seja alguém melhorzinho, porque o brasileiro não merece trabalhar feito burro de carga pra bancar essa classe política, que mais se representa, do que nos representa.
Mas voltando aos caminhoneiros, mais do que justa a paralisação deles, porque o sujeito fecha um frete por mil reais, gasta 600 em gasolina, fica com 400, que vai suprindo as despesas durante a viagem e, no final das contas, o caminhoneiro leva só R$ 100 pra casa. Isso mesmo! Esse breve relato não foi invenção da minha parte, mas relato de um caminhoneiro que aderiu ao movimento.
Eu não considero justo uma pessoa deixar a sua casa, sua família, para ir pra estrada e ficar exposto a todo perigo, além de dormir mal, comer mal, para, no final das contas, conseguir levar apenas R$ 100 para fazer as despesas da casa.
Tá certo que a corda sempre arrebentou do lado mais fraco, só que dessa vez a coisa extrapolou. Toda hora, o governo anuncia reajuste dos combustíveis. Ninguém aguenta! A classe política, em sua grande maioria, não está 'nem aí', porque não são eles que pagam gasolina, passagem aérea e um monte de mordomias. Já sabe quem é que banca isso tudo, né? Eu, você e também o sujeito que roda em estradas precárias para levar o sustento para a família.
Enfim, muitas vezes é preciso chegarmos ao caos para conseguirmos enxergar uma luz no fim do túnel. Não tem outro jeito.
Que a luta não seja em vão!
Mas voltando aos caminhoneiros, mais do que justa a paralisação deles, porque o sujeito fecha um frete por mil reais, gasta 600 em gasolina, fica com 400, que vai suprindo as despesas durante a viagem e, no final das contas, o caminhoneiro leva só R$ 100 pra casa. Isso mesmo! Esse breve relato não foi invenção da minha parte, mas relato de um caminhoneiro que aderiu ao movimento.
Eu não considero justo uma pessoa deixar a sua casa, sua família, para ir pra estrada e ficar exposto a todo perigo, além de dormir mal, comer mal, para, no final das contas, conseguir levar apenas R$ 100 para fazer as despesas da casa.
Tá certo que a corda sempre arrebentou do lado mais fraco, só que dessa vez a coisa extrapolou. Toda hora, o governo anuncia reajuste dos combustíveis. Ninguém aguenta! A classe política, em sua grande maioria, não está 'nem aí', porque não são eles que pagam gasolina, passagem aérea e um monte de mordomias. Já sabe quem é que banca isso tudo, né? Eu, você e também o sujeito que roda em estradas precárias para levar o sustento para a família.
Enfim, muitas vezes é preciso chegarmos ao caos para conseguirmos enxergar uma luz no fim do túnel. Não tem outro jeito.
Que a luta não seja em vão!
15 de mar. de 2018
MC Loma faz exigências e é dispensada de programa de TV
WhtasApp é oficina do diabo! Por ali, a gente recebe de tudo. Às vezes, durante o final de semana, eu tiro um tempinho para me atualizar e conferir as novidades que os amigos enviam, tendo em vista que, durante a semana, eu não dou conta! Tô reclamando? Não! Apenas constatando um fato!
E nesses zaps da vida, durante o carnaval, eu cheguei a receber a tal MC Loma e sua amigas Lacração, que eu não consegui escutar, sinceramente. Os que essas meninas fazem é barulho, não música. Pro meu gosto, não dá! Mas respeito quem goste e desejo sucesso a elas.
Agora, é bom lembrar que o trio nem bem chegou ao estrelato ainda. Portanto, não pode entrar no bonde já querendo sentar na janelinha. Sucesso pode ser efêmero. Quantos cantores bombaram com apenas uma música, não é mesmo?
E por que eu estou comentando tudo isso? Pois as meninas iriam se apresentar em um programa de TV cearense, o show Tony Nunes, no último dia 10 de março, e acabou não acontecendo a apresentação, pois segundo a produção do programa, as meninas fizeram 1001 exigências. Oi? Você vai poder conferir o desabafo do apresentador a seguir:
É fato que toda história tem sempre os dois lados. Aparecendo o lado das artistas, eu posto por aqui. Mas de qualquer forma, se não foi um mal entendido, elas estão começando bem mal, porque humilde é tudo nessa vida, já a soberba...
E por falar em humildade, Steven Tyler, vocalista do Aerosmith, é famoso por prestigiar artistas de rua. Isso já aconteceu em várias partes no mundo, inclusive, no Rio.
E nesses zaps da vida, durante o carnaval, eu cheguei a receber a tal MC Loma e sua amigas Lacração, que eu não consegui escutar, sinceramente. Os que essas meninas fazem é barulho, não música. Pro meu gosto, não dá! Mas respeito quem goste e desejo sucesso a elas.
Agora, é bom lembrar que o trio nem bem chegou ao estrelato ainda. Portanto, não pode entrar no bonde já querendo sentar na janelinha. Sucesso pode ser efêmero. Quantos cantores bombaram com apenas uma música, não é mesmo?
E por que eu estou comentando tudo isso? Pois as meninas iriam se apresentar em um programa de TV cearense, o show Tony Nunes, no último dia 10 de março, e acabou não acontecendo a apresentação, pois segundo a produção do programa, as meninas fizeram 1001 exigências. Oi? Você vai poder conferir o desabafo do apresentador a seguir:
É fato que toda história tem sempre os dois lados. Aparecendo o lado das artistas, eu posto por aqui. Mas de qualquer forma, se não foi um mal entendido, elas estão começando bem mal, porque humilde é tudo nessa vida, já a soberba...
E por falar em humildade, Steven Tyler, vocalista do Aerosmith, é famoso por prestigiar artistas de rua. Isso já aconteceu em várias partes no mundo, inclusive, no Rio.
25 de fev. de 2018
Ter mais de uma de TV
Sem mimimi, eu 'escolhi' esses dias para ficar de molho. A pior parte, claro, é aquela dorzinha, é o incômodo da situação, mas no meu caso, além de tudo isso, foi ter que passar o castigo de acompanhar a programação de TV do meu marido (aff...). E eis que foi estímulo que eu precisava para estar aqui hoje, embora ainda esteja convalescendo.
Eu não sei se todos os casais combinam quanto à hora de ver TV. Ok, no início, o casal é capaz de ver qualquer coisa para agradar o outro, mas com o passar do tempo, mais de uma TV em casa torna-se gênero de primeira necessidade. Isso é até sadio, concorda comigo? A gente precisa ter o nosso espaço, o nosso momento, os nossos assuntos de interesse.
Muitos casais não conseguem levar o relacionamento adiante, por essa coisa de um querer invadir o espaço do outro. Dia desses, eu e o Zé encontramos um conhecido que vive em conflito com a esposa, porque ele quer tomar o choppinho com os amigos, aos sábados, e ela insiste em tirar esse hábito dele. Mal sabe ela que, quanto mais tenta proibir, mais a vontade cresce dentro dele.
O que faz um casal ficar junto, não é o 'eu mando e você obedece', ai que horror! Uma relação onde só um lado é feliz e satisfeito pode durar um tempo, até que o outro chegue ao seu limite, encha o saco e jogue tudo pro alto (talvez você já tenha passado por uma situação dessas).
Viver a dois é uma troca de sentimentos, de situações, de mundos diferentes, que se unem para convergir e não divergir.
Mas ter duas TVs em casa, no minimo, é fundamental!
É isso!
Um abração!
Eu não sei se todos os casais combinam quanto à hora de ver TV. Ok, no início, o casal é capaz de ver qualquer coisa para agradar o outro, mas com o passar do tempo, mais de uma TV em casa torna-se gênero de primeira necessidade. Isso é até sadio, concorda comigo? A gente precisa ter o nosso espaço, o nosso momento, os nossos assuntos de interesse.
Muitos casais não conseguem levar o relacionamento adiante, por essa coisa de um querer invadir o espaço do outro. Dia desses, eu e o Zé encontramos um conhecido que vive em conflito com a esposa, porque ele quer tomar o choppinho com os amigos, aos sábados, e ela insiste em tirar esse hábito dele. Mal sabe ela que, quanto mais tenta proibir, mais a vontade cresce dentro dele.
O que faz um casal ficar junto, não é o 'eu mando e você obedece', ai que horror! Uma relação onde só um lado é feliz e satisfeito pode durar um tempo, até que o outro chegue ao seu limite, encha o saco e jogue tudo pro alto (talvez você já tenha passado por uma situação dessas).
Viver a dois é uma troca de sentimentos, de situações, de mundos diferentes, que se unem para convergir e não divergir.
Mas ter duas TVs em casa, no minimo, é fundamental!
É isso!
Um abração!
15 de fev. de 2018
De volta à realidade... até junho!
De volta à realidade, pós festejos de Momo, o ano começa, de
fato, a partir de agora e só pausa novamente em junho, para acompanhar mais uma
paixão nacional, o futebol, cuja Copa do Mundo acontecerá na Rússia.
É bom lembrar que esse ano também é ano de eleição, que já
não é uma paixão nacional, mas é o
processo pelo qual todo brasileiro, dos 18 anos aos 70 anos, tem
obrigação de comparecer às urnas para a escolha de seus representantes que,
nesse ano, preencherão as seguintes vagas: Presidência da República (e vice -
bom lembrar que escolhendo um, automaticamente, você estará escolhendo o outro
também); dois senadores; governador (e vice); deputado federal e deputado
estadual. Escolhas nada fáceis, se considerarmos que boa parte dos brasileiros
não acompanha o cotidiano da política que, diga-se de passagem, é bastante
dinâmico.
Mas é preciso estar atento, principalmente, para não cometer
o erro de voltar ao passado, porque o Brasil não pode mais continuar a olhar
pelo retrovisor, pois é preciso seguir em frente, é preciso querer um país
melhor - menos corrupto e mais justo. Como diria o velho ditado, errar uma vez
é humano, duas vezes é burrice!
16 de dez. de 2017
Criança não é empoderada, é criança!
Outro dia, eu vi um documentário de uma menina que era uma capetinha. Fazia mal ao irmãozinho bebê, fazia mal aos bichinhos, era incontrolável, a ponto dos pais dela, não sabendo mais o que fazer, optaram por colocá-la num internato, antes que ela fizesse uma maldade, inclusive, com eles. Nesse documentário aparecia algumas sessões dela no psicólogo, onde ela relatava suas maldades sem o menor constrangimento e arrependimento. E aí, pra resumir a história, ela havia sido abusada pelo pai biológico quando tinha um ano e pouco de idade, e foi encontrada, junto com o irmãozinho, em condições subhumanas. Os pais adotivos não sabiam do abuso, mas por nunca terem desistido dela, mesmo a garota sendo terrível, buscaram ajuda e, finalmente, a criança virou uma jovem adorável e uma adulta voltada para ajudar outras pessoas vítimas de abuso também. As maldades que ela fazia, na verdade, eram para provocar nos outros, a mesma dor que ela sentiu. Mas tudo foi resolvido (na medida do possível).
As crianças são anjos, que vão sendo lapidadas até se tornarem adultos frustrados, muitas vezes hostis, e distantes das suas potencialidades, dos seus sonhos, dos seus anseios.
Hoje em dia, principalmente, as crianças têm sido objeto de experimentação, sendo expostas a situações constrangedoras a elas, como naquele caso da menina que apalpou o peladão; da exposição que continha cenas de zoofilia e outras práticas de sexo; da novidades dos banheiros unissex em algumas escolas; de movimentos que defendem que a criança não é homem, não é mulher, é qualquer coisa até ela crescer... E isso tudo vai sendo problematizado pela criança, e sabe-se lá o que podemos esperar dela no futuro!
Veja bem, eu não estou aqui partidarizando o post, mas mostrando a minha visão acerca do que vem acontecendo em nossa sociedade e os riscos que podem advir dessa tentativa de usar as crianças em nome de um propósito qualquer.
A menina que é exposta à sensualidade quando muito novinha vai menstruar mais cedo. Isso é ciência, não opinião! E qual é a vantagem de roubar de uma criança a sua inocente infância? Qual ganho um adulto pode ter nisso?
Outro dia mesmo, uma atriz se dizia indignada, porque a filha queria se vestir de rosa e brincar de princesa, o que ela considerava um absurdo. No fundo, no fundo, ela estava feliz da vida que a filha estava tomando esse caminho, a tal ponto de externar a situação, até como forma de justificar ao seu mundo 'empoderado', que menina usar rosa, em se tratando da filha dela, não tinha nada a ver com ideologia. E não tem mesmo!
É claro que na vida não existe fórmula de bolo pra nada, nem pra ninguém. Mas na vida, a gente não pode fazer das exceções, as regras. O mundo está aí bem antes da gente, logo, não é a gente que vai dizer ao mundo como ele deve ser. Ele é. Nós estamos. E nós nos adequamos!
Não seja você, alguém responsável por tirar de uma criança aquilo que ela é, para se tornar aquilo que você deseja! Não tire dela, o que podem ter tirado de você um dia! A gente sabe que não vale a pena!
É isso!
Um abração!
As crianças são anjos, que vão sendo lapidadas até se tornarem adultos frustrados, muitas vezes hostis, e distantes das suas potencialidades, dos seus sonhos, dos seus anseios.
Hoje em dia, principalmente, as crianças têm sido objeto de experimentação, sendo expostas a situações constrangedoras a elas, como naquele caso da menina que apalpou o peladão; da exposição que continha cenas de zoofilia e outras práticas de sexo; da novidades dos banheiros unissex em algumas escolas; de movimentos que defendem que a criança não é homem, não é mulher, é qualquer coisa até ela crescer... E isso tudo vai sendo problematizado pela criança, e sabe-se lá o que podemos esperar dela no futuro!
Veja bem, eu não estou aqui partidarizando o post, mas mostrando a minha visão acerca do que vem acontecendo em nossa sociedade e os riscos que podem advir dessa tentativa de usar as crianças em nome de um propósito qualquer.
A menina que é exposta à sensualidade quando muito novinha vai menstruar mais cedo. Isso é ciência, não opinião! E qual é a vantagem de roubar de uma criança a sua inocente infância? Qual ganho um adulto pode ter nisso?
Outro dia mesmo, uma atriz se dizia indignada, porque a filha queria se vestir de rosa e brincar de princesa, o que ela considerava um absurdo. No fundo, no fundo, ela estava feliz da vida que a filha estava tomando esse caminho, a tal ponto de externar a situação, até como forma de justificar ao seu mundo 'empoderado', que menina usar rosa, em se tratando da filha dela, não tinha nada a ver com ideologia. E não tem mesmo!
É claro que na vida não existe fórmula de bolo pra nada, nem pra ninguém. Mas na vida, a gente não pode fazer das exceções, as regras. O mundo está aí bem antes da gente, logo, não é a gente que vai dizer ao mundo como ele deve ser. Ele é. Nós estamos. E nós nos adequamos!
Não seja você, alguém responsável por tirar de uma criança aquilo que ela é, para se tornar aquilo que você deseja! Não tire dela, o que podem ter tirado de você um dia! A gente sabe que não vale a pena!
É isso!
Um abração!
3 de nov. de 2017
Vamos mentir menos?
Esse negócio de ser uma coisa na internet e ser outra, completamente diferente, na vida real pode acabar levando qualquer um à loucura, né não? Às vezes, vejo cada post mentiroso de pessoas que eu conheço, no facebook, que eu acabo ficando com vergonha pelas criaturas.
O hábito de mentir compulsivamente tem nome. Trata-se da mitomania, que é um distúrbio de personalidade que faz com que a pessoa minta demais e, pior, acredita nas suas mentiras, constrói a sua própria realidade e, ainda que seja desmascarada, continua sustentando a sua mentira sem o menor constrangimento.
Uma das grandes diferenças do mentiroso esporádico ou "tradicional" para o mitômano, é que no primeiro caso, o indivíduo não tem resistência em admitir a verdade, enquanto o portador da compulsão por mentir, não irá desfazer o engano, porque ele crê na ilusão criada em sua cabeça.
A mitomania, que é uma característica da baixa autoestima, tem tratamento e tem cura, que pode ser alcançada se o mitômano topar fazer o tratamento direitinho junto ao psiquiatra.
Não sei se você já conheceu um mitômano, eu já! E é uma loucura, porque a criatura conta mentiras tão fantásticas, que a gente custa a crer que a pessoa tenha tido tanta cara-de-pau de contar coisas tão fantasiosas.
Enfim, há mentirinhas que não fazem mal a ninguém, algumas são consideradas até sociais, tais como alguém mentir ao telefone que fulano não está, enquanto fulano está sim, mas por estar com uma tremenda dor de barriga fica impedido de atender a ligação. Pô, falar que uma pessoa não pode atender ao telefone, porque está nessa situação é muito chato, né não? Melhor usar a mentirinha social mesmo!
Mas quanto ao pessoal do facebook, que mente pra caramba, embora não chegue a ser mitômano, menos, né gente? É muito feio!
'Vamo que vamo!'
Um abração!
O hábito de mentir compulsivamente tem nome. Trata-se da mitomania, que é um distúrbio de personalidade que faz com que a pessoa minta demais e, pior, acredita nas suas mentiras, constrói a sua própria realidade e, ainda que seja desmascarada, continua sustentando a sua mentira sem o menor constrangimento.
Uma das grandes diferenças do mentiroso esporádico ou "tradicional" para o mitômano, é que no primeiro caso, o indivíduo não tem resistência em admitir a verdade, enquanto o portador da compulsão por mentir, não irá desfazer o engano, porque ele crê na ilusão criada em sua cabeça.
A mitomania, que é uma característica da baixa autoestima, tem tratamento e tem cura, que pode ser alcançada se o mitômano topar fazer o tratamento direitinho junto ao psiquiatra.
Não sei se você já conheceu um mitômano, eu já! E é uma loucura, porque a criatura conta mentiras tão fantásticas, que a gente custa a crer que a pessoa tenha tido tanta cara-de-pau de contar coisas tão fantasiosas.
Enfim, há mentirinhas que não fazem mal a ninguém, algumas são consideradas até sociais, tais como alguém mentir ao telefone que fulano não está, enquanto fulano está sim, mas por estar com uma tremenda dor de barriga fica impedido de atender a ligação. Pô, falar que uma pessoa não pode atender ao telefone, porque está nessa situação é muito chato, né não? Melhor usar a mentirinha social mesmo!
Mas quanto ao pessoal do facebook, que mente pra caramba, embora não chegue a ser mitômano, menos, né gente? É muito feio!
'Vamo que vamo!'
Um abração!
21 de out. de 2017
Quando é o seu natal?
Talvez eu já tenha contado essa história por aqui, mas ainda assim, vale a pena repeti-la. Sempre que papai ia parabenizar alguém pelo seu aniversário, ele dizia 'feliz natal'. Na primeira vez, eu achei que ele estava louco. Na segunda vez, eu fiquei cabreira. Até que uma vez eu perguntei a ele: Pai, porque você deseja feliz natal para as pessoas que fazem aniversário? Natal é só em dezembro! - Ele me respondeu: Não! Natal não é nascimento? Então, toda pessoa que comemora seu aniversário, ela está comemorando o seu natal! - E meu queixo caiu! Ele estava super certo!
E eu me lembrei dessa história, pois hoje estou passando pelo meu natal! E se você também está, ou tenha alguém na família que esteja aniversariando, feliz natal!
E eu me lembrei dessa história, pois hoje estou passando pelo meu natal! E se você também está, ou tenha alguém na família que esteja aniversariando, feliz natal!
13 de out. de 2017
Venda de porta em porta? Pode ser bom, pode não ser!
Para quem mora em bairro um pouco afastado do centro da cidade, como é o meu caso, sabe bem como é a história de vendedores na porta de casa. Aqui aparece de tudo - panela, rede, sabonetes, picolé, iogurtes, amanteigados, pães, frutas... Não que eu seja contra quem venda de porta em porta, nada disso, muito pelo contrário, trabalho honesto é trabalho honesto. Mas nem sempre é uma boa ideia comprar de vendedores de porta em porta. Eu já comprei muita coisa de vendedores ambulantes e também já deixei de comprar de outros tantos. Alguns exemplos:
O caminhão das frutas: Há muito não passa na minha rua, mas é o tipo de venda que não enche o saco. Ele passa na rua anunciando os seus produtos e quem se interessar, que vá até o portão fazer sinal para o caminhão parar. Cheguei a comprar algumas vezes, em alguma emergência, mas como eu e o Zé fazemos compras no supermercado regularmente, não precisamos fazer compras no caminhão.
O carro que vendia iogurtes e amanteigados: Também não passa aqui na rua há um bom tempo. Já cheguei a comprar com ele. Também não enchia o saco, bastava fazer sinal que ele parava.
Um dia apareceu um rapaz vendendo um monte de sabonetes, desses de brinde. Disse que estava desempregado e tinha família para sustentar etc etc. Eu não abri o portão, mas comprei os sabonetinhos, porque ele é do tipo de vendedor, que passou pela rua por um acaso e não vai voltar nunca mais.
Mas teve também o vendedor que apareceu com uns 'detergentes' em garrafa de suco, a um preço bem carinho, e quando eu disse que não queria, ele murmurou uma ameacinha, do tipo 'vai se arrepender' (até o dia de hoje, não me arrependi). Esse tipo insistente que acha que todo mundo tem que comprar o que ele vende, não merece atenção. Eu, hein!
E por fim, tem aquele que quer promover um amigo ou namorada, sei lá, e bate na porta da gente oferecendo qualquer coisa, e quando a gente recusa, a pessoa insiste dizendo 'é pra ajudar'. E quando a gente reforça a negativa, a pessoa ainda sai da p... da vida com a gente! Paciência!
Se você mora só, ou tem algum parente que more só, é bom evitar esse tipo de compra na porta. Indo ao supermercado, as pessoas não vão reparar se a comprar é para uma única pessoa ou não. Já na porta...
Outra coisa, não tenha receio de dizer não, ainda que seja a um amigo tentando te empurrar alguma coisa. Só a gente sabe, no dia a dia, como é que o orçamento tem que ser esticado, daqui e dali, para não fechar no vermelho. Não é porque a pessoa está tentando sair de uma situação complicada, vendendo as suas coisas, que ela tem que nos colocar numa situação difícil, não é mesmo?
Nos dias de hoje, infelizmente, há muitas pessoas ruins por aí, portanto, vale aquela máxima que aprendemos na infância - na dúvida, não fale com estranhos!
É isso!
Um abração!
O caminhão das frutas: Há muito não passa na minha rua, mas é o tipo de venda que não enche o saco. Ele passa na rua anunciando os seus produtos e quem se interessar, que vá até o portão fazer sinal para o caminhão parar. Cheguei a comprar algumas vezes, em alguma emergência, mas como eu e o Zé fazemos compras no supermercado regularmente, não precisamos fazer compras no caminhão.
O carro que vendia iogurtes e amanteigados: Também não passa aqui na rua há um bom tempo. Já cheguei a comprar com ele. Também não enchia o saco, bastava fazer sinal que ele parava.
Um dia apareceu um rapaz vendendo um monte de sabonetes, desses de brinde. Disse que estava desempregado e tinha família para sustentar etc etc. Eu não abri o portão, mas comprei os sabonetinhos, porque ele é do tipo de vendedor, que passou pela rua por um acaso e não vai voltar nunca mais.
Mas teve também o vendedor que apareceu com uns 'detergentes' em garrafa de suco, a um preço bem carinho, e quando eu disse que não queria, ele murmurou uma ameacinha, do tipo 'vai se arrepender' (até o dia de hoje, não me arrependi). Esse tipo insistente que acha que todo mundo tem que comprar o que ele vende, não merece atenção. Eu, hein!
E por fim, tem aquele que quer promover um amigo ou namorada, sei lá, e bate na porta da gente oferecendo qualquer coisa, e quando a gente recusa, a pessoa insiste dizendo 'é pra ajudar'. E quando a gente reforça a negativa, a pessoa ainda sai da p... da vida com a gente! Paciência!
Se você mora só, ou tem algum parente que more só, é bom evitar esse tipo de compra na porta. Indo ao supermercado, as pessoas não vão reparar se a comprar é para uma única pessoa ou não. Já na porta...
Outra coisa, não tenha receio de dizer não, ainda que seja a um amigo tentando te empurrar alguma coisa. Só a gente sabe, no dia a dia, como é que o orçamento tem que ser esticado, daqui e dali, para não fechar no vermelho. Não é porque a pessoa está tentando sair de uma situação complicada, vendendo as suas coisas, que ela tem que nos colocar numa situação difícil, não é mesmo?
Nos dias de hoje, infelizmente, há muitas pessoas ruins por aí, portanto, vale aquela máxima que aprendemos na infância - na dúvida, não fale com estranhos!
É isso!
Um abração!
12 de set. de 2017
Tá fogo, hein, Brasil!
Eu não aguento mais ouvir sobre Joesley, Santander, áudios vazados, malas cheias de dinheiro... Gente, é muita baixaria para um país só, né não? E o pior é que o povo fica ali pelas redes batendo boca uns com os outros disputando quem vai dar o xeque-mate!
Que eu gosto de política, todo mundo sabe! Agora, entrar nessa de dedicar o dia todo pra ficar batendo boca sobre quem tem ou deixa de ter razão, não estou com muita paciência, não! Ainda mais quando encontramos por aí muita gente de má fé, que entra no jogo só para tentar pegar um deslize do outro, entendeu? Enfim, é baixaria que pode começar em qualquer parte do país, mas acaba no show dos horrores da telinha do computador.
Eu, sinceramente, não sei se esse país tem jeito - de um lado, corrupção descarada; do outro, uma galera que podia ajudar, mas fica batendo boca na internet, com discussões que vão do nada a lugar nenhum.
Política, definitivamente, não é esse show de baixarias. A política é a arte de discutir a sociedade, os seus problemas e suas eventuais soluções. É a arte de conflitar, ou seja, debater pontos de vista diferentes, mas sempre um respeitando o outro. E você vê isso acontecer por aí na atualidade? Não! Aliás, talvez seja mesmo a falta de saber o que realmente significa política, que possa estar levando uns e outros por aí a se engalfinharem com os coleguinhas, quem sabe?
Aprender nunca é demais! Se esse povo que vai para as redes sociais bater boca otimizasse o tempo para se dedicar a um tema qualquer, certamente, outros políticos estariam nos representando e estaríamos com esse país um pouquinho melhor!
#Pronto,Falei!
Um abração!
Que eu gosto de política, todo mundo sabe! Agora, entrar nessa de dedicar o dia todo pra ficar batendo boca sobre quem tem ou deixa de ter razão, não estou com muita paciência, não! Ainda mais quando encontramos por aí muita gente de má fé, que entra no jogo só para tentar pegar um deslize do outro, entendeu? Enfim, é baixaria que pode começar em qualquer parte do país, mas acaba no show dos horrores da telinha do computador.
Eu, sinceramente, não sei se esse país tem jeito - de um lado, corrupção descarada; do outro, uma galera que podia ajudar, mas fica batendo boca na internet, com discussões que vão do nada a lugar nenhum.
Política, definitivamente, não é esse show de baixarias. A política é a arte de discutir a sociedade, os seus problemas e suas eventuais soluções. É a arte de conflitar, ou seja, debater pontos de vista diferentes, mas sempre um respeitando o outro. E você vê isso acontecer por aí na atualidade? Não! Aliás, talvez seja mesmo a falta de saber o que realmente significa política, que possa estar levando uns e outros por aí a se engalfinharem com os coleguinhas, quem sabe?
Aprender nunca é demais! Se esse povo que vai para as redes sociais bater boca otimizasse o tempo para se dedicar a um tema qualquer, certamente, outros políticos estariam nos representando e estaríamos com esse país um pouquinho melhor!
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