Uma mulher de 55 anos de idade entrou para o "Guinness World Record" como a mulher mais tatuada do mundo. Julia Gnuse começou a se tatuar há vinte anos e hoje tem 95 por cento do corpo coberto. Diagnosticada com Porfiria, uma doença de pele genética que causa bolhas e cicatrizes, ela buscava uma solução que a evitasse coçar as bolhas e cobrisse as cicatrizes.
BBC Brasil
30 de mai de 2010
29 de mai de 2010
Fim do mundo!
Parem o mundo, que eu quero descer agora! Criança de dois anos de idade, que fuma 40 cigarros por dia com a conivência dos pais?
28 de mai de 2010
Indignação!
Como o pobre é tratado mal em qualquer lugar nesse país, não? Fico indignada com o descaso para com a população de baixa renda. E isso, meus caros amigos, é um desabafo sincero que faço a vocês.
Em épocas de eleição promete-se "pão, feijão, saúde, educação"! Passadas as eleições, políticos eleitos, a promessa passa a ser "vamos fazer, estamos estudando, assim que recebermos recursos daremos início aos projetos"! Isso chega a ser desumano com aqueles que mais se agarram às promessas, na esperança do reconhecimento como ser digno de respeito, ou seja, se agarram ao mínimo de dignidade que qualquer ser-humano merece ter, e que no entanto, muitos políticos, sem a mínima honradez, furtam desssas pessoas tal condição.
O que nós podemos fazer para mudar essa história? Não existe receita de bolo, mas podemos começar por enxergar os políticos exatamente como eles são. São bons, vamos dar o crédito a eles da reeleição. São omissos, desonestos, palanqueiros, proporcionemos a eles o afastamento temporário da vida pública, para uma reflexão e análise de seus atos.
Utopia acreditar que pode haver transformação mudando o quadro político? Não! Realidade! Experimente! Mais difícil acredito ser o olhar de uma criança com fome ou um mendigo morrendo de frio nas calçadas da cidade.
Vamos começar a pensar que juntos podemos mais! Muito mais!
Em épocas de eleição promete-se "pão, feijão, saúde, educação"! Passadas as eleições, políticos eleitos, a promessa passa a ser "vamos fazer, estamos estudando, assim que recebermos recursos daremos início aos projetos"! Isso chega a ser desumano com aqueles que mais se agarram às promessas, na esperança do reconhecimento como ser digno de respeito, ou seja, se agarram ao mínimo de dignidade que qualquer ser-humano merece ter, e que no entanto, muitos políticos, sem a mínima honradez, furtam desssas pessoas tal condição.
O que nós podemos fazer para mudar essa história? Não existe receita de bolo, mas podemos começar por enxergar os políticos exatamente como eles são. São bons, vamos dar o crédito a eles da reeleição. São omissos, desonestos, palanqueiros, proporcionemos a eles o afastamento temporário da vida pública, para uma reflexão e análise de seus atos.
Utopia acreditar que pode haver transformação mudando o quadro político? Não! Realidade! Experimente! Mais difícil acredito ser o olhar de uma criança com fome ou um mendigo morrendo de frio nas calçadas da cidade.
Vamos começar a pensar que juntos podemos mais! Muito mais!
20 de mai de 2010
Pensamento do dia
Fechando o capítulo
Para a minha história pessoal não ficar sem um desfecho, após 17 dias de internação, finalmente, pude ir com meu marido pegar o papai e levá-lo para casa.
Eu confesso a vocês que saí com uma outra visão do hospital Raul Sertã. Como havia dito, os profissionais que por lá estão são realmente dedicados, atenciosos e sempre prontos a atender... a todos! Não tenho qualquer reclamação nesse sentido.
Falta de medicamentos também não vi, nem ao meu pai, nem aos demais companheiros de enfermaria, portanto, é muito cruel dizer que o hospital Raul Sertã não tem medicamentos (pelo menos na enfermaria do 3º andar, onde o meu pai se encontrava, tinha).
Entre um ultrassom e uma radiografia, num tour interno pelo hospital, pude constatar que as obras que sendo feitas, realmente, refletem a verdade do que se tem divulgado. Bem diferente daqueles elefantes brancos que estão ali na entrada do hospital, que ninguém sabe qual motivo levou a ex-prefeita a construí-los. Quanto desperdício de dinheiro público!
A grande deficiência do nosso Raul Sertã é, de fato, a questão do transporte. Não há ambulâncias para atender a demanda. Uma vergonha! Ou você espera ou você morre, isso é fato! No caso do meu pai, foram R$ 70 pagos à ambulância do São Lucas (não tinha jeito!)
Enfim, a vida volta ao seu curso normal novamente.
Vamos em frente! O tempo não pára!
Eu confesso a vocês que saí com uma outra visão do hospital Raul Sertã. Como havia dito, os profissionais que por lá estão são realmente dedicados, atenciosos e sempre prontos a atender... a todos! Não tenho qualquer reclamação nesse sentido.
Falta de medicamentos também não vi, nem ao meu pai, nem aos demais companheiros de enfermaria, portanto, é muito cruel dizer que o hospital Raul Sertã não tem medicamentos (pelo menos na enfermaria do 3º andar, onde o meu pai se encontrava, tinha).
Entre um ultrassom e uma radiografia, num tour interno pelo hospital, pude constatar que as obras que sendo feitas, realmente, refletem a verdade do que se tem divulgado. Bem diferente daqueles elefantes brancos que estão ali na entrada do hospital, que ninguém sabe qual motivo levou a ex-prefeita a construí-los. Quanto desperdício de dinheiro público!
A grande deficiência do nosso Raul Sertã é, de fato, a questão do transporte. Não há ambulâncias para atender a demanda. Uma vergonha! Ou você espera ou você morre, isso é fato! No caso do meu pai, foram R$ 70 pagos à ambulância do São Lucas (não tinha jeito!)
Enfim, a vida volta ao seu curso normal novamente.
Vamos em frente! O tempo não pára!
9 de mai de 2010
O paciente
Meus amigos leitores, uma coisa é fato: você um dia está na posição de filho, no outro acaba tornando-se pai (ou mãe) dos seus pais. Eu já entrei na segunda fase!
Hoje, domingo (09), completa 09 dias em que meu pai encontra-se hospitalizado no Raul Sertã. E desde então, há 09 dias tenho vivenciado o dia-a-dia de um hospital, pois diriamente estou por lá na condição de acompanhante.
Bem, o meu pai vem melhorando, graças a Deus , mas não vejo o dia da alta, aliás, todos nós. Ainda há uma pequena etapa a ser vencida, mas estou bastante confiante.
É de bom tom que eu esclareça que o atendimento por parte dos funcionários do hospital têm sido muito bom. Que dom divino essas pessoas têm de cuidar de um estranho, não? Vejo diariamente todos esses cuidando, não só do meu pai, mas dos seus colegas de quarto dando banho, medicação, trocando curativos de feridas horrorosas... isso tudo numa paciência.... Fico realmente admirada com tanta dedicação sem qualquer distinção.
Políticas à parte, considero cruei tecer críticas sobre o tratamento que é dado aos pacientes do SUS no Raul Sertã. Bem, pelo menos no andar onde meu pai se encontra, até hoje, com todas as pessoas com as quais conversei todas foram unânimes: não podemos reclamar do tratamento, nem do atendimento dado aos nossos entes. Eu também não.
Aquelas pessoas que ali estão, desde as moças da limpeza, que são rigorosas; passando pela copeira, que todos os dias elabora os cardápios conforme cada dieta; até os enfermeiros, que estão sempre alerta, tal qual escoteiros, são realmente especiais, porque não têm sábado, domingo, feriado, horário, estão sempre ali com a mesma dedicação, atenção e paciência. Andam quilômetros por dia, certamente.
Sinceramente, ao sair do Raul Sertã com papai novo em folha, sairei com uma outra impressão, terei um novo olhar ao passar por ali.
Nós devemos ter um olhar especial aos que ali trabalham. Há pessoas de mal com a vida, certamente, mas há profissionais maravilhosos, que merecem toda nossa reverência e o nosso respeito.
Enfim, não poderia deixar de dividir esse momento da minha vida, não para promover a auto-piedade, mas para demonstrar toda a minha gratidão e reconhecimento aqueles que fazem da sua profissão uma verdadeira missão de amor ao próximo!
Abçs a todos!
Hoje, domingo (09), completa 09 dias em que meu pai encontra-se hospitalizado no Raul Sertã. E desde então, há 09 dias tenho vivenciado o dia-a-dia de um hospital, pois diriamente estou por lá na condição de acompanhante.
Bem, o meu pai vem melhorando, graças a Deus , mas não vejo o dia da alta, aliás, todos nós. Ainda há uma pequena etapa a ser vencida, mas estou bastante confiante.
É de bom tom que eu esclareça que o atendimento por parte dos funcionários do hospital têm sido muito bom. Que dom divino essas pessoas têm de cuidar de um estranho, não? Vejo diariamente todos esses cuidando, não só do meu pai, mas dos seus colegas de quarto dando banho, medicação, trocando curativos de feridas horrorosas... isso tudo numa paciência.... Fico realmente admirada com tanta dedicação sem qualquer distinção.
Políticas à parte, considero cruei tecer críticas sobre o tratamento que é dado aos pacientes do SUS no Raul Sertã. Bem, pelo menos no andar onde meu pai se encontra, até hoje, com todas as pessoas com as quais conversei todas foram unânimes: não podemos reclamar do tratamento, nem do atendimento dado aos nossos entes. Eu também não.
Aquelas pessoas que ali estão, desde as moças da limpeza, que são rigorosas; passando pela copeira, que todos os dias elabora os cardápios conforme cada dieta; até os enfermeiros, que estão sempre alerta, tal qual escoteiros, são realmente especiais, porque não têm sábado, domingo, feriado, horário, estão sempre ali com a mesma dedicação, atenção e paciência. Andam quilômetros por dia, certamente.
Sinceramente, ao sair do Raul Sertã com papai novo em folha, sairei com uma outra impressão, terei um novo olhar ao passar por ali.
Nós devemos ter um olhar especial aos que ali trabalham. Há pessoas de mal com a vida, certamente, mas há profissionais maravilhosos, que merecem toda nossa reverência e o nosso respeito.
Enfim, não poderia deixar de dividir esse momento da minha vida, não para promover a auto-piedade, mas para demonstrar toda a minha gratidão e reconhecimento aqueles que fazem da sua profissão uma verdadeira missão de amor ao próximo!
Abçs a todos!
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