2 de jun de 2019

Mês de junho, o mês dos apaixonados

O mês de junho é um mês muito especial, principalmente para os católicos que celebram três santos super populares - Santo Antônio (dia 13), São João Batista (dia 24) e São Pedro (dia 29).

Junho também pode ser considerado o mês mais romântico, pois dia 12 marca o Dia dos Namorados. E é nesse ponto que eu queria chegar, o do chinelinho apertado, que todo mundo quer um pra chamar de seu.

Em primeiro lugar, nunca é demais lembrar que, para que a gente possa amar outra pessoa, primeiro, a gente tem que se amar. Se você não se ama, como pode querer que outra pessoa o faça? Não dá, né? Então, tudo começa com o amor próprio. Logo, se no dia 12 você não tiver ninguém pra ser o seu mozão, não esquenta, não fica de mimimi, invista no amor próprio, para que você possa atrair uma pessoa bem legal  mais adiante.

É claro e evidente que eu não poderia deixar de abordar o tema Almas Gêmeas, que volta e meia eu trago pra cá. Mas para que eu possa avançar um pouco mais no tema, não vou postar tudo o que já postei aqui sobre o assunto, mas sim vou deixar o link como sugestão de leitura e, em posts futuros, a gente volta a conversar sobre o tema, tá bem? Sempre vale a pena ler e reler sobre Almas Gêmeas. Um dos posts AQUI

Por enquanto é isso!

Um abração!

1 de jun de 2019

Na hora de decorar, leve em conta o seu estilo pessoal

A casa da gente tem que ter a nossa cara, o nosso jeitinho, por mais simples ou luxuosa que seja. A magia da decoração não tem muito a ver com dinheiro. Bom, é evidente que, quanto maior o poder aquisitivo, maior é a tendência de se investir em objetos de decoração caros. Mas a casa tem que contar um pouco da história dos que ali vivem e isso, muitas vezes, não tem nada a ver com peças decorativas de alto valor, mas com o valor sentimental, concorda comigo?

Então, se você pretende montar a sua primeira casa ou dar uma repaginada no lar, leve em consideração o seu estilo pessoal.

A gente tem que levar em conta também a funcionalidade da decoração. Nada pior do que objetos que podem até ser bonitos, mas que não são práticos e ficam juntando poeira e ocupando espaço desnecessário. Eu já estive em ambiente, que tinha tantos objetos, que mal dava pra andar. Do que adianta? Nem o bonito se destaca!

Aqui em casa, por exemplo, eu tenho muitos objetos do meu saudoso pai espalhados pela casa. O Zé tem muitos objetos do avô dele. Deles há desde binóculos, bengala, até cadeira de balanço, que se harmonizam muito bem com o estilo rústico da casa e os demais objetos. Modéstia à parte, a minha casa é muita bonita. Mas a magia não está no caro, e sim no valor sentimental, que por si só já conta história de quem vive no ambiente. Se eu morasse numa casa cheia de objetos em neon, eu creio, sinceramente, que me sentiria um peixe fora d'água. 


Outro dia, eu vi o vídeo da fazenda do astro pop Lenny Kravitz, que fica em Duas Barras, e fiquei apaixonada pela decoração. A casa colonial do século 19 ganhou ares contemporâneos com o belo projeto de interiores, que reflete a personalidade do cantor. De cara, quem chega na fazenda já se depara com um piano de vidro ma-ra-vi-lho-so! Enfim, a casa é supergostosa e tem a identidade dele, sem sombra de dúvidas. Confere aí!

28 de mai de 2019

Fisiognomonia: A testa

O rosto exterioriza aquilo que temos internamente. O começo de tudo foi na Índia, quando os médicos começaram a estudar as rugas, suas causas e suas origens. Mais tarde, os chineses, sempre observadores, levaram a técnica para a sua terra e adaptaram o estudo à medicina chinesa. Os chineses faziam diagnósticos médicos apenas olhando para a pessoa. Sabiam sobre seus costumes, personalidade, hábitos, pois tudo estava traçado em seus rostos. E assim nasceu a fisiognomonia, que é a leitura do rosto e do corpo.

Na leitura, o rosto expressa a maior parte das características do indivíduo. Já o contorno do corpo  expressa a forma com a qual ele se comporta. Juntando as duas coisas, a leitura fica perfeita.

O assunto parece complexo e, na verdade, é. Vamos começar pelo rosto, que se divide em 3 partes:



A 1ª parte compreende a testa;
a 2ª vai das sobrancelhas ao nariz e
a 3ª começa a partir do nariz e vai até o queixo.

Para entendermos melhor sobre as 3 áreas, eu fiz o desenho de um rosto, já pedindo desculpas pelo mesmo, que você também pode fazer aí na sua casa.


Repare agora no acréscimo que fiz , e você também já pode acrescentar: um círculo na testa (que poderíamos chamar de ponto da 3ª visão, muito famoso entre os holísticos) e dois traços ao lado da boca, simbolizando aquele bigodinho chinês, que boa parte da mulherada tem verdadeiro horror.  Mas é bom saber que ele faz parte, ok?
Após o acréscimo, você consegue visualizar um bonequinho? Perceba: o círculo, representando a cabeça;  as sobrancelhas representando os braços; o nariz, representando o tronco; e o bigodinho chinês, as pernas. 

Tendo a visão desse bonequinho em mente, torna-se mais fácil entendermos as 3 divisões do rosto, conforme a 1ª imagem:



Ou seja, na testa, onde fica a cabeça do bonequinho, nós temos a área do pensamento, da inteligência, da capacidade mental.


Quanto mais larga a testa, mais capacidade de armazenamento há, ou seja, denota-se pessoa boa de recordações e elaborações de ideias.

A testa larga também denota pessoa de mente aberta, o que significa que é alguém que aceita bem as ideias das outras pessoas e se entusiasma com facilidade.


A testa estreita, ao contrário da testa larga, denota pessoa analítica, específica, não aberta a novas ideias, ou ao confronto de ideias. Ela é focada. E por isso, pelo 'estreito espaço', a pessoa não gosta muito de dividir o seu espaço, encontra dificuldades em se relacionar de forma mais profunda.



Testa alta. Vamos fazer uma associação aqui de alta, como cabeça nas nuvens, nas alturas. Assim é a pessoa de testa alta. Pessoa ligada à espiritualidade, ao filosófico, de ideias mais elevadas, portanto, pessoa bastante compreensiva. Agora, também é alguém que quando coloca uma coisa na cabeça, dá-lhe teimosia!


Testa baixa é característica da pessoa materialista, que busca o concreto, de objetivos precisos. Possui grande capacidade de empreendedorismo.





E aí, qual o seu tipo de testa? A minha é o tipo alta!

Um abração!

27 de mai de 2019

Vamos falar de numerologia?

Uma vez, um conhecido, que ia disputar uma determinada eleição, me mostrou um e-mail que havia recebido de uma moça, onde ela tratava, a princípio, de numerologia, e disse que ele obteria êxito em tal eleição. E como ele não crê em temas esotéricos, e sabendo que eu sempre gostei de temas assim, me pediu uma análise sobre o conteúdo. Topei.

O e-mail era uma salada de frutas. Ela começou a falar de estrela tal, que em tal época ele obteria êxito no que buscava, porque a aura dele estava assim, assado... Após a leitura, eu retornei o e-mail a esse rapaz dizendo  que a moça poderia ter tido a melhor das intenções, mas no meu humilde entendimento, o e-mail dela era um fiasco do início ao fim. Ela, na verdade, estava querendo fazer uma média com ele, nada mais. E o tempo provou que eu estava certa.

Numerologia, dentre as ciências esotéricas, é a mais exata, simplesmente porque é a soma de números. E o primeiro estudioso do assunto, a que se tem notícia, foi o filósofo grego Pitágoras. Mas o estudo da numerologia também foi utilizado pelos romanos, egípcios e chineses, e por aí vai. 

Cada número possui um tipo de comportamento a nível matemático, ou seja, cada número tem características próprias (números pares, ímpares, primos, múltiplos...). Assim, ao se fazer o mapa numerológico de alguém estamos montando um quebra-cabeça, onde cada peça tem um sentido, mas se harmoniza e se compreende em conjunto, no todo.

É claro que quem detém o conhecimento, detém o poder, por isso é sempre importante a gente se instruir, porque quanto mais a gente adquire conhecimento, menos nos deixamos enganar, não é verdade? E isso vale muito para o universo esotérico.

O nome de batismo, aquele que vem no registro de nascimento, revela quem somos. Por isso, um mapa numerológico jamais deverá ser feito com a mulher que adotou o nome do marido, após o casamento. O nome de batismo, repito, revela quem somos, é a nossa essência.

Mas o mapa numerológico, além de revelar quem somos, também revela como será o nosso destino, a nossa caminhada, os nossos ciclos, através da data do nosso nascimento.


Muitas pessoas questionam: Ora, se a numerologia traça o nosso destino, onde fica o livre-arbítrio? O nosso destino já está traçado, não pode ser mudado? 

Esclarecendo: A numerologia não é um jogo de adivinhação. É uma somatória de números, a grosso modo. Então, a numerologia traz aspectos da infância, da adolescência e da vida adulta, ou seja, se divide em 3 ciclos. E como a curiosidade de se fazer um mapa numerológico geralmente surge na vida adulta, muita gente pode aceitar ou não o que o mapa revela, mas o principal, a pessoa tem, que é a opção de fazer diferente. Um exemplo: No mapa de Maria aparece que ela tem grande potencial para se tornar alcóolatra. Ora, sabedora desse potencial, Maria poderá maneirar ou não se aproximar do álcool, mas a potencialidade continua ali. Entendido?

É fato que nos dias de hoje muitos esotéricos de plantão se aproveitam da numerologia para ganhar dinheiro. Ok, ganhar dinheiro honestamente não é pecado, mas iludir ou enganar alguém, é! A numerologia não vai trazer o seu amor em 7 dias, nem coisas do gênero que muitas vezes vemos por aí. Um mapa numerológico, repito, nos desnuda e faz com que tenhamos maior compreensão de nós mesmos. Como? Revelando a nossa essência, através do nosso nome de registro e através da data de nascimento, que revela a nossa caminhada nessa vida. Simples assim!

A gente volta a conversar sobre o assunto!

Um abração!

26 de mai de 2019

Nota sobre o frio


Qual lobo você alimenta?

De que lado você está com você mesmo (a)? É claro que num primeiro momento, você enaltecerá o seu melhor, porque a autossabotagem faz parte do ser humano.  Mas basta a gente dar uma olhadinha mais atenta à nossa vida,  que a gente vai mergulhar na realidade. E aí encará-la ou não vai de cada um!

Você conhece aquela história dos lobos? Nós temos dentro de nós dois lobos – um bom e o outro ruim. Aquele que a gente mais alimentar e der atenção, obviamente, é o que se desenvolverá mais.
Muitas vezes, um pensamento ruim surge na cabeça e a gente, do nada, começa a alimentá-lo. Ora, mas o que está na cabeça é ilusão. Ilusão não é algo concreto. Por que alimentar aquilo que não existe? Então, quando a gente começa a varrer, pelo menos, a metade das besteiras que cultivamos na cabeça, a vida já começa a tomar um novo rumo, um outro sentido.

Pare pra pensar numa coisa: Se tudo de ruim, que muitas vezes a gente cultiva na cabeça, realmente tivesse acontecido, o mundo já teria acabado, né não?

Eu não sei se faz parte da cultura do nosso país, ou sei lá o quê, mas nós não fomos educados a levar a vida para uma linha positiva, prática, pelo contrário, nós fomos educados, de maneira geral, a nos agarrarmos aos problemas e nos tornarmos reféns deles. Você já deve ter visto por aí algumas criaturas que se agarram a um probleminha de tal forma, que de fora, você até resolveria rapidinho, mas a pessoa fica ali valorizando o problema, cultivando, até chegar ao ponto de adoecer, não é verdade?

E sobre o stress? Stress é um estado de alerta do nosso corpo. É um gatilho a ser acionado em situações extremas a fim de que o nosso corpo possa se defender. E quando a gente mantém o nosso corpo em constante estado de alerta, como fica? Vai resultar em coisa boa? Claro que não! Então, desacelerar é preciso! Eu sei que não é nada fácil. Eu mesma disparei o gatilho do stress em dezembro, estendi pelo mês de janeiro todo e quando eu fiz das tripas – coração para desacelerar, a ‘conta’ começou a chegar (pesada, diga-se de passagem). 

Mas tudo na vida é questão de alimentarmos os nossos lobos. E só cabe à gente, porque ninguém irá poder alimentá-los por nós, pode ter certeza disso!

Fiquemos do nosso lado positivamente, custe o que custar!

É isso!

Um abração!

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