31 de mar de 2019

Se você está fazendo isso, pare AGORA!

Assim como muitos mortais, eu também tinha o hábito de ir para as redes sociais reclamar de dor de cabeça, dor no ombro, dor isso, dor aquilo... Não era frequente, como vejo por aí, mas rolava um lamentozinho de vez em quando. E o pior é que eu não me dava conta.

Um dia, eu abri as minhas redes sociais, como sempre faço, e me deparei com o post de uma conhecida de anos, onde ela dizia que a gelatina é a melhor amiga da mulher. Eu poderia ter ficado quieta, mas fui lá e comentei: O diamante é o melhor amigo da mulher, depois vem a gelatina! (Eu estava fazendo uma alusão a Marilyn Monroe em 'Diamonds are a Girl's Best Friend'). Nada demais!

Fato: A pessoa não gostou do comentário e rebateu: 'Por isso é que você vive doente!' - Eu não dei sequência ao debate. O que começou mal, não haveria de terminar bem, não é mesmo! Mas fiquei  com essa frase na cabeça, porque, sinceramente, eu não me julgava nadinha doente, então por que ela teria dito isso?

Enfim, em pesquisa, eu realmente identifiquei a minha mania de reclamar da saúde vez ou outra. E sabe o que eu fiz? Parei! Finalmente, alguém havia me libertado dessa mania que eu adquiri sem me dar conta (o que bom, a gente, geralmente não absorve, mas o que é ruim....).

Hoje, eu posso estar em pré-coma, que eu continuo a postar e a interagir com as pessoas, sem  que haja a necessidade de compartilhar as minhas mazelas com ninguém. Isso fortalece (além de não encher o saco dos coleguinhas, que não estão nem aí!) e nos motiva a querer sair daquela situação desconfortável.

Agora, quanto mais a pessoa posta de dor aqui, dor ali e o povo aplaude, maior é a tendência de aumentar a carência. E quem aguenta uma criatura com a entidade do vitimismo? Ninguém!

Então, se você é uma pessoa que gosta de ficar postando sobre suas enfermidades nas redes sociais, pare agora, já, imediatamente! E se você não é esse tipo de pessoa, mas conhece alguém que adora fazer isso, não sirva de plateia, não bata palmas, não alimente o assunto. Acredite, você vai estar ajudando muito mais!

É isso!

Um abração!

24 de mar de 2019

Sem ai ai ai, nem ui ui ui

Ir pra frente na vida é uma questão de boa vontade.  Nós temos que estar dispostos, nós temos que encarar o exercício que vier, para que possamos alcançar um objetivo.  Por exemplo, quanto mais a pessoa estuda, mais oportunidades aparecem a ela; quanto mais alguém se dedica a alguma coisa, mais chances de êxito terá! Esse é o básico da vida! Ela cobra um preço e você paga ou não!

Nós somos um acúmulo de qualidades, que só aparecem quando nos exercitamos, nos estimulamos. Potencialidades, nós temos, mas é preciso que a gente se motive a desenvolvê-las para que possamos obter resultados.  É no esforço, para sintetizar, que as qualidades emergem.

Agora,  quem nunca fez corpo mole diante de uma situação, que atire a primeira pedra! E é esse pecadinho que atrapalha toda a história de prosperidade.

Tem gente, por exemplo, que gosta de ficar doente, pois dessa forma recebe atenção. Então, por mais que digam que a pessoa está bem ou que ela está se curando, ela sempre vai arranjar um ‘e se...’ ou um ‘ah mas...’ para permanecer naquela zona de conforto.

E aquela pessoa que ninguém pode falar nada com ela, que tudo magoa, tudo fere, porque ela e uma pessoa sensível?! Pra falar com essa criatura, as pessoas têm que ficar cheias de dedos, de cuidados...  Vê se a vida dessa criatura está indo pra frente! Não está! No máximo está estacionada, porque aquela zona de conforto que ela encontrou, está ok, está bem. Então, qualquer desafio que lhe seja lançado, ela já tem o mimimi a seu favor.

A pessoa que começa de ai ai ai e ui ui ui pode acreditar que ela não quer ser ajudada. E não tenta ajudar, não, porque quem vai se frustrar, vai ser você, que vai fazer de tudo pra criatura ir pra frente e ela vai fazer de tudo para não ir. É ou não é?

Quem quer alcançar o seu objetivo, não tem tempo pra ai ai ai e ui ui ui, porque ela está focada, pode perceber por aí! Uma vez, uma pessoa me disse que, quando foi morar fora, não podia nem chorar, porque o frio congelava as lágrimas, então, ela ia trabalhar sem chororô. Pergunta se essa criatura venceu na vida ou ficou no mimimi!

No que você tiver boa vontade para prosperar, e colaborar nesse sentido, prosperará! É o mérito que a vida te dá!

É isso!

Um abração!

23 de mar de 2019

E a Bettina se deu mal

'Olá, meu nome é Bettina...' assim começava um vídeo da empresa Empiricus, onde uma jovem contava como, aos 22 anos de idade, já havia acumulado mais de R$ 1 milhão na sua conta, o que é um tanto inusitado, se levarmos em consideração que o marketing sugeria que o acúmulo desse milhão teria se dado pela forma inteligente como ela havia investido, inicialmente, R$ 1500, que acabou resultando nesse montante.

A propaganda rodou direto no youtube a ponto de se tornar um dos assuntos mais comentados no twitter, porque o povo já não aguentava mais ouvir a tal da Bettina. E a moça foi além da internet indo parar na rádio Jovem Pan e também no Programa do Danilo Gentili, no SBT, sustentando a ideia de alguém bem sucedida por méritos próprios e não por herança ou qualquer outro tipo de facilitador.

A gente sabe, na verdade, que isso é um marketing, e dos mais agressivos, lançado pela Empiricus, mas nem todo mundo tem a obrigação de saber que, na verdade, a Bettina é apenas uma funcionária da empresa e estava fazendo o seu papel.

Moral da história é que o Conar, que é um Conselho de autorregulamentação de peças publicitárias, resolveu abrir uma representação contra a Empiricus em face desse vídeo da Bettina e outros semelhantes, a partir de denúncias de vários consumidores que questionaram a veracidade das afirmações dos vídeos, que prometiam alta rentabilidade para investimentos financeiros sugeridos nessas peças publicitárias.

O bom da história é que se você assim como eu, costuma visitar  o Youtube com certa frequência, e não dispõe da versão premium, não terá que ficar ouvindo mais, a toda hora, "olá, meu nome é Bettina..."

É isso aí!

18 de mar de 2019

Protagonistas somos nós

As pessoas podem ter uma certa importância na vida da gente, mas elas não podem ser o centro do nosso universo, porque quem vive para os outros, acaba esquecendo de si, e é aí que mora o problema. Mas como no fundo do poço sempre tem mola, bateu lá embaixo, já volta se amando, se valorizando e dando Foda-se pro mundo! E aí sabe o que acontece? Tudo começa a melhorar! É a regra da vida!

Eu sou única (graças a Deus). Você também é uma pessoa única, evidente! Se somos únicos nesse planeta, não dá para a gente se deixar levar pela opinião dos outros ou pelo o que eles tentam nos enfiar na cabeça. Ninguém pode ter o poder de nos diminuir, de nos colocar pra baixo, a não ser que seja com a nossa permissão.

Como é que anda esse coraçãozinho aí - batendo por bater, apaixonado pela vida ou acelerando por alguém? Estar apaixonado pela vida deve (ou pelo menos deveria) ser uma constante de todo ser humano; aquela aceleradinha no coração é tudo de bom, não é verdade? Bater por bater é importante, porque senão a gente morre, mas só isso torna a vida tão sem sal...

O importante é que nos lembremos sempre que, quando queremos que a nossa vida melhore, nós precisamos, primeiro, melhorarmos o que acontece dentro de nós! Ou seja, se as coisas não estão legais na nossa vida é preciso tirar um tempo, reorganizar as ideias e tomar outro rumo, afinal, quem faz sempre a mesma coisa, não pode esperar resultado diferente, não é mesmo?

É de extrema relevância que consideremos também que nós somos 100% responsáveis pelas nossas vitórias e pelos nossos fracassos, ninguém mais!

Tem gente que aposta tudo no mozão, como se o mozão é que tivesse a chave da sua felicidade. Não tem! Isso é ilusão! A chave da felicidade está dentro da gente e se vamos encontrá-la ou não, vai depender única e exclusivamente da gente parar para prestar atenção nas nossas carências, nas nossas necessidades e nas nossas metas de vida. Os outros são os outros!

Enfim, as pessoas podem ter muita importância na vida da gente, mas elas serão sempre coadjuvantes, protagonistas, jamais! Protagonistas, somos nós!

Um abração!

16 de mar de 2019

Conforto emocional, cada um busca o seu!

A gente não tem provas concretas, físicas, de nada (em termos de religião, de temas esotéricos), mas de modo subjetivo, nós acreditamos em algo ou alguém, com base naquilo que nos é apresentado e, a partir de então, é que nos aprofundamos ou não em determinado dogma em busca do religare (conexão com Deus).

Não adianta a pessoa ir para a igreja, ou para um terreiro, 4, 5 vezes por semana e sair dali se achando no direito de apontar o dedo na cara dos outros e dizer o que é certo e o que é errado. A gente sabe que tem muita gente que faz isso. E fazendo isso, elas só demonstram que não estão aprendendo sobre o que buscam, ou seja, o religare!

Tem muita coisa da qual eu não acredito, mas não tenho a pretensão de mudar o pensamento de ninguém, por isso, posso dizer que me relaciono bem com pessoas que seguem qualquer religião, que creem nos que elas quiserem. Eu, não invadindo o espaço das pessoas, nem elas invadindo o meu espaço, tá tudo certo!

Enfim, rotular os outros com base no que acreditam é muito chato. Cada um tem o seu modo de buscar o conforto emocional que mais se adequa ao seu dia a dia, sua realidade ou a sua dor. A gente tem que aceitar as pessoas e respeitá-las pelo o que elas são e não pelo modo que nós gostaríamos que elas fossem, não é verdade?

O mundo anda tão intolerante, porque as pessoas querem seguidores e ponto! E isso parece que  não está dando muito certo!

Um abração!

13 de mar de 2019

Suzano: Faça uma oração!

Hoje pela manhã, eu estava envolvida com a poeira que está por todos os lugares da casa e, portanto, deixei a TV ligada, ouvi algo sobre Suzano, mas só me dei conta da tragédia ocorrida na escola, que vitimou uma funcionária e alguns alunos da unidade, agora na parte da noite, quando pude ver algumas imagens, algumas reportagens, algumas opiniões também, enfim.


E em suma, meu caro (a) amigo (a), eu sinceramente não sei se a questão em pauta no dia de hoje passa pela discussão da posse de arma, Bolsonaro, pela questão das drogas (pois parece que a mãe de um dos assassinos é usuária de drogas e o rapaz foi criado pelos avós) ou se passa pela questão da valorização da vida, que está totalmente banalizada, entende!

Os rapazes tiveram tempo para tramarem a situação, estudaram estratégias, demandaram tempo pensando no que fariam e como fariam e, pelo que parece, só chamaram a atenção do tio de um deles que, mesmo assim, ficou sabendo da história aos 45 do segundo tempo, e por isso foi morto antes deles chegarem ao colégio para cometerem esse massacre, essa coisa medonha.

A gente nunca vai saber o que realmente se passou na cabeça desses assassinos, mas uma coisa é certa: Faltou Deus no coração! Sim, porque quando alguém banaliza a vida dos outros, e a sua própria, é porque ela está completamente desconectada de si - deixa a motivação, a esperança ou qualquer pensamento positivo de lado, para dar lugar ao ódio, à raiva e a sentimentos negativos. E o que é pior: Pessoas distantes de si mesmas acabam por prejudicar inocentes, como no ocorrido.

Portanto, nesse momento, eu me limito a pedir a Deus que conforte o coração daqueles que perderam seus entes. Meu Deus, que dor! E aqui, eu estendo as minhas condolências aos familiares dos assassinos também, porque não tendo nada a ver com isso, vão carregar um fardo pesadíssimo pelo resto da vida.

Nós temos que pedir a Deus (Jeová, Oxalá, Luiz Divina...) todos os dias, para nos fortalecer, aumentar a nossa fé e não permitir que a gente jamais perca a capacidade de valorizarmos o bem mais precioso, da gente e do próximo, que é a vida! Fiquemos sempre no positivo, portanto!

Faça uma oração! Por você e pelo seu próximo!

É isso!

Um abração!

9 de mar de 2019

Cinco coisas que me irritam

Eu já fui a mãe da paciência. Hoje, eu posso dizer que sou uma pessoa paciente, mas amanhã, eu já não sei o que será que será! No entanto, há coisas que me deixam um pouco irritada, o que não quer dizer que eu vá sair por aí arranjando confusão, mas me deixam menos tolerante.

Cinco coisas que me irritam:

. O verbo achar. Quem acha é porque não sabe de nada. Usar o verbo achar não chega a ser crime, eu também o uso, mas com moderação. Irritante é a pessoa que acha aquilo, acha isso, e não tem certeza de nada sobre tema algum. Pior ainda é quando a criatura acha alguma coisa de outra pessoa, sem ao menos verificar se 'a vítima' em questão merece o rótulo ou não.

. Hipocrisia. Meu Deus do céu! Às vezes, eu abro o facebook só pra ler os posts que vão passando na minha frente, e me deparo com cada coisa! É de cair o queixo! Tem também o caso de dois políticos que, em tese, se odiavam. Um fala mal do outro pelas esquinas da vida,  na internet... às vezes eles se 'bicavam'... E não é que um dia eu vi os dois juntinhos, feito dois compadres, na tv se elogiando!!!! Me deu nojo! Tolerar alguém é uma coisa, mas ficar de falsidade, ninguém merece!

. Futilidade. Eu não sei como funciona o cérebro de quem só pensa em roupa de marca, em marca de carro, em baladinha, em celulite... essas coisas! Nós, mulheres, costumamos ser mais fúteis que os homens, infelizmente, por isso, ao longo da minha vida, as minhas amizades sempre foram com o sexo masculino, porque eu não tenho paciência para quem não tem o mínimo de conteúdo. Passar por essa vida sem ter nada que oferecer ao próximo é muito triste!

. Quem fala gritando. Não precisa, né? Manter uma conversa no volume 3, 4, 5,ok. Quando alguém começa a falar comigo num tom de voz muito alto, eu me desligo automaticamente e me teletransporto pra Nárnia!

. Falar comigo logo que eu acordo. Quando eu acordo, eu preciso de um tempo para me conectar a esse planeta. Aliás, o Zé também é assim (que bom!). Não adianta me bombardear de informação, falar um monte de coisas, logo que eu acordo, porque eu não assimilo, não respondo, enfim. Eu começo a despertar pra vida, geralmente, depois de uma xícara de café. Sempre foi assim, desde que me entendo por gente! Só a ciência pra explicar!

Enfim, coisas que nos irritam no dia a dia não faltam, não é mesmo?

E você, já parou para pensar no que te irrita? De vez em quando é bom olhar pra dentro!

É isso!

Um abração!

6 de mar de 2019

Palavrão

A saudosa Dercy Gonçalves descobriu no palavrão uma forma de se destacar, que acabou contribuindo para que ela ficasse em evidência até o último dos seus dias. A verdade é essa! Creio mesmo que se ela se comportasse feito uma daminha da arte, ela teria caído no ostracismo rapidinho. O Brasil valoriza muito pouco a sua prata da casa. Para a Dercy, o palavrão funcionava como ferramenta de trabalho.

Eu tive um professor de retórica, que dizia que o palavrão é  a expressão mais sincera do indivíduo, ou seja, quando a pessoa dá uma topada na pedra e solta um puta que pariu, ela descarrega naquele momento toda a sua raiva, que até contribui no alívio da dor. Dá pra imaginar alguém dando uma topada na pedra e dizendo ai, meu Deus! Não dá!

Jô Soares cansa de dizer em suas entrevistas que o palavrão está na maldade de quem ouve, não de quem fala.

Danuza Leão, em suas dicas de etiqueta, sempre defende que o palavrão pode soar como música ou grosseria, dependendo de como ele é colocado. Na boca de uns soa como música, na boca de outros soa como baixaria.

O ato de falar palavrão não nos torna uma pessoa vulgar, desde que a gente saiba empregá-lo dentro de um contexto, o que é bem diferente daquelas criaturas que, numa frase de 8 palavras usam 10 palavrões, entende?

Na minha vida prática, eu falo palavrão sem dó, nem piedade. Agora, na internet, é muito difícil eu postar um palavrão, porque eu não encontro na escrita, na maioria das vezes, a emoção que um palavrão bem dado pede. Também evito falar palavrão diante de autoridades e pessoas mais velhas, pela questão da formalidade. Para se falar um palavrão, a gente tem que estar bem à vontade, não é mesmo?

Enfim, as pessoas dizem muito mais sobre elas quando não falam nada, não é verdade? As que falam palavrão, também! Como eu comentei antes, tem que saber colocá-lo, usá-lo no momento certo!

Agora, um foda-se bem dado será libertador... sempre!

Um abração!