31 de dez de 2018

Minha retrospectiva 2018

O meu 2018 foi assim: Senti dor, vomitei, operei, senti dor do lado direito, torci o pé, senti dor e voltei a sentir um incômodo lado direito novamente.

2018 se despede me deixando uma lição que eu precisava aprender: a superação do medo, mas não do medo de morrer, porque isso é bobagem. Eu soube que teria que operar no final do mês de junho, início de julho, talvez, e no final de julho havia sido operada. Isso eu trago de papai - o que tem que ser feito, vamos fazer logo! Eu tive que aprender que a dor física existe e  às vezes, é preciso senti-la.

Eu sempre tive pavor de ter que tirar sangue. Ao longo da vida, eu sempre pude contar com o apoio de papai ao meu lado, mas depois que ele partiu, o sofrimento de ter que tirar sangue dobrou. E em 2018, em menos de um mês, eu tive que tirar sangue duas vezes, de modo que, na segunda vez que o Henrique esteve aqui em casa (o rapaz que coleta sangue para os laboratórios), eu já estava mais tranquila e descontraída. Ou seja, aprendi a lição de que dá pra tirar sangue e não sofrer depois, o dia inteiro.

Eu aprendi também que os médicos não são simplesmente exploradores da dor humana. Eu tinha um pouco essa concepção.Eles também podem nos trazer um conforto num momento difícil. E nisso, o Dr. Mario foi fantástico e talvez ele nunca venha a saber, mas ele mudou o meu modo de ver a vida, não só nesse aspecto.

Saio de 2018, portanto, outra pessoa e disposta a ser sempre melhor que ontem. Ou seja, eu não posso dizer que tive um ano ruim, não. Eu já tive anos bem barra-pesada, mas esse, sinceramente, não foi.

2019 está chegando! Vamo que vamo! Espero poder contar com o seu valoroso prestígio ao blog novamente!

Feliz Ano Novo!

28 de dez de 2018

Qual cor usar no Réveillon?

Com qual cor de roupa passar a noite do Réveillon? Eis um tema obrigatório, logo após a passagem do natal, que o blog resolveu não deixar passar em branco, ou azul, ou rosa...

Todo mundo já está careca de saber que o branco simboliza a paz, o amarelo simboliza a riqueza, verde simboliza a saúde e também a esperança etc etc. Mas nem sempre a cor que a gente escolhe é a nossa cor ideal para a passagem de ano. Não basta usar determinada cor apenas baseada no seu significado. A cor mais indicada para virar o ano é aquela que tem a ver com o nosso ano pessoal. 

O que é o ano pessoal?

É o ano que rege nossas vidas pelo período de um ano, simbolizado por um número que vai do 1 ao 9.  E de acordo com o nosso número pessoal, nós podemos identificar a cor correspondente que se tornará a mais indicada para passarmos o Réveillon e para impulsionar nossas vidas no ano seguinte.

E dá certo?

Quando abordamos sobre assuntos esotéricos, nós estamos tratando do poder da sugestão, ou seja, vale para quem acredita!

A ideia de usar uma cor correspondente ao ano pessoal também pode ser válida para sairmos do basicão - amarelo, branco ou vermelho, que são as cores que mais bombam na virada do ano. Dar uma variada também é legal.

No geral, os significados das cores são:


E como saber qual a cor do seu ano pessoal?

Some o dia do seu nascimento + o mês + 4 (que vai ser o número da energia da noite de Réveillon). Por exemplo, eu nasci no dia 21 de outubro - 2+1+1+0+4=8. O 8 corresponde aos tons terrosos, que vai do bege ao marrom. Eis a cor sugerida para eu passar a minha noite de réveillon.

As cores para o Réveillon de 2019

1. Vermelho
2. Laranja
3. Amarelo
4. Verde
5. Azul claro
6. Azul escuro
7. Lilás
8. Bege ao marrom (tons terrosos)
9. Rosa

Se você se interessou pelo tema e, por algum motivo não entendeu algum ponto, mas gostaria de saber a sua cor sugerida para o Réveillon, basta colocar o seu dia de nascimento e mês de aniversário, que eu calculo pra vc, ok? Só deixar aqui nos comentários!

25 de dez de 2018

Feliz Natal

Corações em festa e cheios de paz nesse natal!

São os sinceros votos do Blog a você e seus familiares!

Monique Schuabb

22 de dez de 2018

Casinha Pet à prova de som?

Já estamos às portas do ano novo, momento em que a gente manda o astral lá pra cima, renovamos  os votos de esperança e curtimos aquele espetáculo belíssimo, que enfeita o céu, que é a queima de fogos de artifício. Só quem não curte mesmo esse momento é o pet. Quem teve ou tem um animalzinho em casa vai me entender.

O cão tem a audição muito mais aguçada que o ser humano. Logo, fogos de artifício ou ruídos muito estrondosos tendem a incomodá-los, deixando-os bastante ansiosos, tensos, com o sistema nervoso abaladíssimo, e em alguns casos, podendo levá-los a óbito mesmo.

O povo da Ford certamente gosta e curte bastante os animais, pois a empresa criou uma casinha para os pets, que além de ter um design super bacana, também é capaz de deixar o bichinho tranquilo na hora da queima de fogos. Com a tecnologia utilizada em seus veículos, a marca criou uma casinha capaz de cancelar os sons agressivos e, consequentemente, deixar o pet na paz!


Essa casinha conceitou 'bombou' na net e, claro, muita gente se interessou no projeto. Mas infelizmente, ao menos por enquanto, a casinha ainda é um conceito e, portanto, não há unidades para venda! 😢

Que chegue logo no mercado! (Em valores acessíveis, de preferência!) Os nossos bichinhos merecem!

19 de dez de 2018

Botinha no pé e vida real

Enquanto a inspiração para posts interessantes não vem, cá estou eu novamente para contar um pouco mais sobre o meu dia a dia, que não tem sido lá dos melhores, mas melhorará.

Eu havia comentado que torci o pé na rua. Pois bem! O assunto ainda rende. Eu, que esperava estar serelepe no dia seguinte do ocorrido me vi às voltas com o pé inchado. Moral da história: 2ª feira, eu tive que ir a um ortopedista, que me passou um remédio, mandou usar a bota ortopédica, o que eles chamam de Robocop, repouso de 10 dias e depois retornar lá. Bom, não quebrou nada, graças a Deus! Aliás, nunca quebrei nada no corpo!

Quem fez repouso? Alguém nesse planeta, porque eu não fiz até agora. E, para piorar, de sábado para domingo, o Zé caiu de cama também, com dores por todos os lados. E nessa quarta-feira, eu o acompanhei à médica.

É claro que contamos com o auxílio de um motorista, que faz serviços pra gente sempre que precisamos, aliás, ele já havia me acompanhado na segunda e nesta quarta, nós fomos ao centro médico com o Zé. Fui de botinha? Claro que não! Não havia condições!

Não bastando essa ziquezira, um cano do andar de cima da casa estourou e inundou a sala de Tv na parte de baixo. Paciência! A gente tem dois faz-tudo que virão no sábado resolver a história. Até lá, seja o que Deus quiser.

E a vida segue! E a gente vai resolvendo um problema de cada vez! E tá tudo bem!

Eu resolvi compartilhar um pouco desse meu cotidiano a fim de mostrar que nem todo mundo, quando está na internet, necessariamente está de boa ou indiferente aos outros e seus problemas, mas é que cada um tem o seu cada um.

Às vezes, eu vejo as pessoas na internet pedindo atenção, como se o mundo estivesse à disposição delas, como se todos fossem socorrê-las ao primeiro textão no Facebook. Eu já passei por situações muito, mas muito mais delicadas que as relatadas nesse post e ninguém no Facebook ficou precisando saber. Os meus problemas são meus, por isso chegaram até mim! Assim como cada um tem o seu! E lembrando que, o problema mais grave é sempre o que a gente vive, porque ele é nosso!

Muitas pessoas atentam contra a própria vida, porque acham que a vida delas está uma bosta, enquanto a do resto do mundo é tal qual a que se deixa registrar no Instagram ou se relata no Facebook. Isso é ilusão! Até o Neymar, com toda grana, tem lá os seus problemas, pode acreditar.

É claro que no mundo virtual não é interessante ficar contando os seus problemas, primeiro, porque ninguém se interessa; segundo, porque as pessoas querem diversão e não depressão na internet. Mas por trás de um monitor tem uma pessoinha tal qual você, de carne e osso, com tristezas e alegrias no seu dia a dia. Faz parte! É até saudável, porque os problemas nos ajudam a crescer!

Bom, mas voltando à botinha... aff, ninguém merece! Mas vamo que vamo! De alto astral!

Um abração!

14 de dez de 2018

Fui ao chão em pleno centro da cidade

No final da manhã, eu deixei o Zé no dentista e fui pagar uma continha. Ao atravessar a rua, eu tomei um tombo, mas um tombaço... e por sorte, eu estava a menos de  10 passos da casa do meu pai, logo, ao conseguir me levantar, imediatamente eu corri para o prédio e fiquei ali mesmo sentada na escadaria, enquanto aguardava mamãe, que não tardou a aparecer e acabou me emprestando um chinelinho, porque o ocorrido me impediu de ficar com o calçado que estava.

Quando o Zé me ligou, contei rapidamente sobre o ocorrido, ele foi ao meu encontro, eu chorei, depois levantei, sacudi a poeira e dei a volta por cima. Fomos, enfim, do jeito que deu, ao supermercado. Passear pela rua ou pagar a tal continha, não deu.

Em casa, o pé começou a inchar, mas com um sprayzinho aqui, outro ali, eu tô levando a história do jeito que dá e já no aguardo de ficar zerada novamente pra ontem, porque a vida cotidiana não vai esperar, sem contar que ansiedade é o meu sobrenome.

Moral da história: Nunca ouvi dizer de ninguém que tenha torcido o pé e morrido, logo, tá tudo bem. Mas eu fiquei refletindo sobre a possibilidade da minha mãe, por exemplo, atravessar a rua, e num desnivelzinho qualquer, torcer o pé e ir ao chão, como ocorreu comigo. A gente sabe que a terceira idade tende a sofrer os efeitos muito mais! E aí eu me lembrei de um projeto de lei da cidade sobre a questão de faixas em travessia de pedestres que, se saísse do papel, iria beneficiar muito quem transita pela principal via da cidade e evitaria acidentes como esse.

Tão bom seria se a classe política colocasse os eleitores como prioridade, não é mesmo? Que maravilha viver!

Um abração!

11 de dez de 2018

A cor da parede influencia no humor?

A resposta é sim! A cor de um ambiente é capaz de influenciar diretamente nas nossas emoções, haja vista que, em ambiente hospitalar, as paredes são sempre pintadas em cores que variam dos tons pastéis ao branco para trazer mais calma, serenidade e mais leveza ao ambiente, que já é meio pesado. Dá pra imaginar um interior de hospital pintado em vermelho ou preto? Não dá!

Em casa, a mesma coisa acontece! Para ambientes onde se busca a tranquilidade, como o quarto de bebês e crianças, as cores suaves devem ser priorizadas, como o verde água, o rosinha, os tons pastéis...


Não aconselharia mesmo investir na decoração do quarto dos pequenos em tons vibrantes. Há outros ambientes da casa que se adequam mais.


Quarto de criança em tons de preto e amarelo, então, nem pensar!


Sobre o azul clarinho no quartinho dos pequenos, principalmente para os meninos, sim é uma cor válida e traz a calma necessária que o bebezinho precisa ter. No entanto, a cor azul tende a ser melancólica, logo, não é aconselhável mantê-la no quarto de criança a partir dos 3 anos de idade, porque ela pode influenciar o pequeno a um comportamento introspectivo, fechado.


A solução pode ser, com o passar do tempo, o quarto ir adquirindo outros tons de azuis mais fortes ou de  cores neutras, como o bege, marrom, cinza...



Confira também:


9 de dez de 2018

O sol timidamente apareceu

Nós estamos na primavera, época que, em tese, as temperaturas começam a se elevar no aguardo do verão. Mas não em Nova Friburgo, minha terra, que tem feito dias bem frios. Para se ter uma ideia, um amigo postou ainda há pouco que ontem, na parte da noite, os registros mostraram  6ºC na cidade. E eu acredito, porque realmente estava muito frio.

Mas hoje pela manhã o sol deu o ar da graça, que bom! Tirei o moletom pesado, coloquei uma roupinha leve e até dei banho no Vicente Monstro, que estava realmente precisando.

É fato que, com o cair da noite, o tempo vai começar a esfriar novamente, mas pelo menos o domingo trouxe um solzinho bacana para alegrar a gente. Dias cinzas são muito melancólicos.

Fiz um breve registro!


Um abração!

8 de dez de 2018

Kombucha, você sabe o que é?

Kombucha é uma colônia simbiótica de bactérias e leveduras, que são acrescidas de açúcar e cafeína para fermentar a bebida.

As receitas para esta bebida viajaram para a Coréia e o Japão, de lá para a Rússia, e finalmente chegaram à Europa depois da Primeira Guerra Mundial.

Embora os benefícios para a saúde desta bebida não tenham sido oficialmente avaliados como medicamento, muitas pessoas experimentaram efeitos positivos de 1 / 2 xícaras (120-470 ml) por dia. 

Diz-se que é calmante; ajuda na digestão, pois as bactérias permanecem no nosso trato intestinal; aliviam a dor da artrite; melhoram a imunidade e diminuem o colesterol. 

Uma cataplasma de kombucha pode ser aplicada topicamente a feridas como antisséptico.