O edital prevê a montagem de tribunas de honra para 1.200 convidados e de uma arquibancada para 20 mil pessoas.
25 de jul. de 2017
Planalto pretende gastar quase R$ 2 milhões com o 7 de setembro
23 de jul. de 2017
Politicamente correto ou censura branca?
Uma coisa que me causa um certo incômodo é essa história de discursinho bonito e politicamente correto. Tá certo que há coisas que realmente a gente deva conduzir de forma politicamente correta, como o respeito, mas isso é questão de educação de berço. Pessoas que recebem o mínimo de educação em casa, jamais vão precisar ficar fazendo falsos discursos por aí.
Como é hipócrita a pessoa que escreve bonito nas redes sociais, mas estaciona em vaga de idoso ou em cima da calçada 'só por um minutinho'. Onde fica o discursinho bonito nesse momento?
Nós entramos numa era digital, onde todo mundo tem que ser aquilo que for ideal, o que significa dizer que, as pessoas não precisam ser, necessariamente, verdadeiras, mas aparentarem ser. Pensar diferente, fora da casinha, Deus me livre, só se tiver muita coragem e personalidade, porque os patrulheiros do politicamente correto não vão perdoar o menor deslize.
Dia desses, eu tomei conhecimento de que Os Trapalhões voltarão à TV, na verdade, uma nova versão, claro, de Dedé, Didi, Mussum e Zacharias. E eu, que na infância curti a versão original, fiquei a imaginar como seria a nova versão do Mussum, uma vez que, na original, ele vivia bêbado e com uma garrafa de cachaça na mão. Muitas trapalhadas dele, inclusive, se davam em função do 'mé' que ele tomava. Não era uma apologia ao álcool, mas uma característica daquele personagem. Será que os patrulheiros vão entender isso? Ou será que vão repaginar o Mussum, a fim de que ele se adeque aos dias atuais? Pode ser também!
Enfim, tudo esbarra na educação, mas na educação na prática, no dia a dia, naquela história de cumprimentar o porteiro, dar a vez para as senhoras, ao entrar no elevador, e não parar em vagas reservadas 'nem por um minutinho'. Isso é ser politicamente correto! Agora, sobre esses blá blá blás de redes sociais, me parece muito mais uma censura branca, do que um discurso correto! E isso é muita hipocrisia!
Um abração!
Como é hipócrita a pessoa que escreve bonito nas redes sociais, mas estaciona em vaga de idoso ou em cima da calçada 'só por um minutinho'. Onde fica o discursinho bonito nesse momento?
Nós entramos numa era digital, onde todo mundo tem que ser aquilo que for ideal, o que significa dizer que, as pessoas não precisam ser, necessariamente, verdadeiras, mas aparentarem ser. Pensar diferente, fora da casinha, Deus me livre, só se tiver muita coragem e personalidade, porque os patrulheiros do politicamente correto não vão perdoar o menor deslize.
Dia desses, eu tomei conhecimento de que Os Trapalhões voltarão à TV, na verdade, uma nova versão, claro, de Dedé, Didi, Mussum e Zacharias. E eu, que na infância curti a versão original, fiquei a imaginar como seria a nova versão do Mussum, uma vez que, na original, ele vivia bêbado e com uma garrafa de cachaça na mão. Muitas trapalhadas dele, inclusive, se davam em função do 'mé' que ele tomava. Não era uma apologia ao álcool, mas uma característica daquele personagem. Será que os patrulheiros vão entender isso? Ou será que vão repaginar o Mussum, a fim de que ele se adeque aos dias atuais? Pode ser também!
Enfim, tudo esbarra na educação, mas na educação na prática, no dia a dia, naquela história de cumprimentar o porteiro, dar a vez para as senhoras, ao entrar no elevador, e não parar em vagas reservadas 'nem por um minutinho'. Isso é ser politicamente correto! Agora, sobre esses blá blá blás de redes sociais, me parece muito mais uma censura branca, do que um discurso correto! E isso é muita hipocrisia!
Um abração!
18 de jul. de 2017
Como uma conta do Facebook ou Twitter é verificada como oficial?
No caso do Twitter, há alguns requisitos básicos: a conta
deve ser vinculada a um telefone e um e-mail verificados, deve conter foto de
perfil e de capa e deve manter seus tuítes públicos, entre outras exigências.
Até perfis falsos podem receber o selinho azul de certificação, desde que
tenham impacto e que deixem claro que se trata de uma página de humor. Até
julho, isso era uma via de mão única: o Twitter é quem dava o certificado a
celebridades, marcas e personalidades relevantes. Mas agora qualquer usuário já
pode solicitá-lo, seguindo os critérios acima.
Já o Facebook distribui dois tipos de selinhos. O cinza é
destinado a organizações ou empresas e pode ser requisitado por elas mesmas – a
ideia é confirmar que existem e que elas são responsáveis pelas páginas. O
badge azul é concedido automaticamente a figuras públicas e marcas em geral
conforme elas demonstram alto grau de impacto e engajamento com o público.
Fonte: Mundo Interessante
Fonte: Mundo Interessante
16 de jul. de 2017
Se esse mundo existe...
Reflexão da celebrity da internet. Inês Brasil!
13 de jul. de 2017
Depois de 137 anos, enfim, uma menina
Pela primeira vez em 137 anos, na família de Will Settle nasceu uma menina, no caso, a filha dele, a pequena Carter Louise, que veio ao mundo no dia 25 de junho. Will tomou conhecimento desse fato ao fazer a árvore genealógica da família.
Ao tomarem conhecimento, os amigos de trabalho de Will resolveram comemorar a chegada da pequena, e também parabenizar o pai, com um outdoor gigante numa rodovia estadual da Carolina do Sul. com a foto da bebê e a frase "bem-vinda ao mundo Carter Louise Settle".
Os pais da pequena Carter Louse curtiram e, possivelmente, no futuro, ela curtirá também!
Ao tomarem conhecimento, os amigos de trabalho de Will resolveram comemorar a chegada da pequena, e também parabenizar o pai, com um outdoor gigante numa rodovia estadual da Carolina do Sul. com a foto da bebê e a frase "bem-vinda ao mundo Carter Louise Settle".
Os pais da pequena Carter Louse curtiram e, possivelmente, no futuro, ela curtirá também!
11 de jul. de 2017
Anvisa determina apreensão de lotes de tintura de cabelo
Unidades de quatro lotes do cosmético Color Premium Creme
Colorante Smart Extreme serão apreendidos pela Vigilância Sanitária. A medida
foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (10/7) após
a confirmação da fraude.
Segundo a empresa Coferly Cosmetica Ltda, detentora do
registro da tintura de cabelo, quatro lotes do produto em questão foram
identificados no mercado com características divergentes das que constam na
embalagem original.
Assim, por se tratar de um caso de falsificação, a Anvisa
determina a apreensão das unidades dos seguintes lotes:
M2909 – Validade: 03/19 - Tonalidade 5.0 Castanho claro
G2235 – Validade: 12/19 - Tonalidade CSV22 Corretor violeta
M1460 – Validade: 11/19 - Tonalidade S55.62 Castanho claro
vermelho irisado smart especial
K1612 – Validade: 12/19 - Tonalidade CS.A11
10 de jul. de 2017
Para ter opinião é preciso ter repertório
A frase ‘só sei que nada sei’, de Sócrates, nos traduz a
ideia de que, quanto mais a gente se aprofunda nos estudos, quanto mais nos
informamos, mais facilmente constatamos o quanto somos ignorantes, o quanto
precisamos aprender mais e mais.
Para ter opinião é preciso ter conhecimento. Bom, pelo menos
é o que se espera, apesar das redes sociais estarem repletas de opiniões,
porém, em sua maioria, vazias. E opinião
sem embasamento não é nada, pode ser apenas um jogo de palavras. Ter opinião implica
em ter repertório .Sem repertório só temos o achismo.
É prudente que antes de entrarmos em um debate,
participarmos de uma roda de conversa, que procuremos, ao menos, nos informarmos
sobre o tema proposto. Não tem nada pior do que ter que ficar explicando o
óbvio ou tentar traduzir as palavras, para que elas possam não ser consideradas
ofensivas, afinal, quanto mais ignorante a pessoa for, mais ‘ofensível’ ela se
tornará. E tudo acaba virando mimimi. Aliás,
a própria palavra ignorante pode resultar num cavalo de batalhas, se você não
explicitar que ignorar significa desconhecer.
Às vezes, eu encontro alguns temas legais em pauta nas redes
sociais, mas acabo desistindo de participar, muitas vezes, pelo conteúdo proposto
por alguns participantes. Sabe aquela coisa que você sabe que não vale a pena
perder tempo, porque não vai dar em
nada? Pois é, eu não perco mais o meu tempo, como há alguns anos, não perco
mesmo. Da mesma forma que, se eu encontro algum tema do qual eu ignore, até que
eu procure saber do que se trata, não vou estragar o debate dos outros com sessões
de achismos, podendo, inclusive, pagar um mico enorme expondo a minha
ignorância.
A gente pode opinar sobre tudo? Claro e evidente que sim,
desde que procuremos nos informar sobre
o assunto previamente. A relevância da
opinião é que dará mais ou menos credibilidade a quem opina, entendeu? Explico; As pessoas, na hora da dúvida, vão
procurar mais quem – aquele que acha sobre tudo ou aquele que tem certeza do
que está falando? O óbvio, né?
Outra coisa: Não ter opinião implica em ter que comprar uma
ideia pronta, que pode não ter nada a ver com você. Eu, por exemplo, não
consigo entender como um deputado, ex-BBB, gay assumido, se deixou fotografar vestido de Che Guevara!
Quanta ignorância mostrou, ao demonstrar não saber o mínimo sobre Che, como o fato dele ser homofóbico
assumido. (Para quem se autointitula ativista gay, fundamental ter informações como essa).
Enfim, conhecimento é poder. E quem detém o poder jamais se
torna refém dos outros. Então, escolha do lado
que você deseja ficar e seja feliz!
É isso!
Um abração!
6 de jul. de 2017
Repórter é atingida por jato de vômito durante entrevista ao vivo
A repórter Wendy Burch cobria um evento em homenagem ao 04 de julho, dia da Independência dos EUA, para uma afiliada da rede CW. No evento chamado de ironman, os competidores correm pouco mais de 1 km na
areia, depois remam esta mesma distância e, ao final do trajeto, bebem seis latas de
cerveja.
Ao final da prova, Wendy resolveu entrevistar um participante, enquanto, ao redor, um monte de gente passava mal. O resultado? O entrevistado e ela acabaram sendo atingidos por um jato de vômito (blargh!). Rapidamente, a cena foi cortada pela direção do jornal, que continuou na bancada com os jornalistas Frank Buckley e Megan Handerson, que ficou visivelmente enjoada ao assistir a situação em que Wendy se viu envolvida.
Ou seja, jornalismo não é só glamour!
Ao final da prova, Wendy resolveu entrevistar um participante, enquanto, ao redor, um monte de gente passava mal. O resultado? O entrevistado e ela acabaram sendo atingidos por um jato de vômito (blargh!). Rapidamente, a cena foi cortada pela direção do jornal, que continuou na bancada com os jornalistas Frank Buckley e Megan Handerson, que ficou visivelmente enjoada ao assistir a situação em que Wendy se viu envolvida.
Ou seja, jornalismo não é só glamour!
5 de jul. de 2017
Mulher quebra joia e desmaia ao saber quanto será o prejuízo
Uma turista entrou em uma joalheria, experimentou um lindo bracelete e, acidentalmente, deixou a joia ir ao chão partindo-a no meio. E quando os funcionários da loja informaram para senhora quanto seria o prejuizo dela, a mulher entrou em choque e desmaiou.
Bom, o bracelete custa por volta de R$ 145 mil e o prejuizo adquirido pela senhora foi de R$ 83 mil. A mulher argumentou à joalheria que só poderia pagar o equivalente a R$ 4,7 mil, o que não foi aceito pela loja.
O caso deve ir parar nos tribunais, conforme informou a BBC.
Sabe que não tem condições de comprar uma joia desse valor, vai experimentar pra quê? Eu não chego nem perto!
Bom, o bracelete custa por volta de R$ 145 mil e o prejuizo adquirido pela senhora foi de R$ 83 mil. A mulher argumentou à joalheria que só poderia pagar o equivalente a R$ 4,7 mil, o que não foi aceito pela loja.
O caso deve ir parar nos tribunais, conforme informou a BBC.
Sabe que não tem condições de comprar uma joia desse valor, vai experimentar pra quê? Eu não chego nem perto!
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