7 de ago de 2016

Ter limite é bom!

Na última sexta-feira, eu e o Zé fomos ao supermercado, como habitualmente, e vimos vários jovens, desde pequenininhos até marmanjos, vidrados no celular à caça desse tal Pokémon. Que loucura!

Um amigo escreveu em rede social que também achou interessante os jovens estarem num dos principais cartões da cidade olhando para uma tela e que, em sua época, ele aproveitava o local para paquerar as meninas.

Ao mesmo tempo em que a tecnologia é tudo, ela acaba nos transformando em nada, ou seja, reféns de aplicativos que passam a condicionar os nossos passos e nossas escolhas. Quem fica sem o zap nos dias de hoje, praticamente, se sente um peixe fora d'água. Ok, que muitos comerciantes utilizam o aplicativo. Mas uma pessoa 'pirar' só de pensar que pode ficar sem fofocar ou dividir imagens com alguém, tenha dó, né? Um dia, enquanto eu falava com uma amiga ao telefone, ela respondia às amigas pelo zap. Por pouco eu não desliguei o telefone.

O remédio pode se tornar veneno se for tomado além da conta. Um perfume em excesso, não perfuma, provoca desagradável odor. Tecnologia em excesso afasta, quando deveria aproximar mais. Pra tudo é preciso buscar o equilíbrio, o meio termo. A gente não pode se tornar refém de nada, nem de ninguém. Se a gente continuar assim, daqui a pouco teremos uma geração condicionada, limitada, insegurança. E isso não vai ser bom pra ninguém.

Caçar monstrinhos? Ok! Mas com moderação! Pra tudo na vida há que se ter limite, até para a diversão!

É isso!

Um abração!

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